PF investiga desvio de R$ 63 milhões de universidade no RS

Quarta-feira, Dezembro 9, 2009

O dia amanheceu com um escandalo no segmento.  A matéria inteira segue abaixo. Alguns comentários sobre essa questão:

Nova_Ulbra_Marketing_Educacional 

- Não se destrói uma reputação de 40 anos em poucos dias. Mas reputações foram destruídas em algumas semanas.

- Todo mundo atravessa crises. Vamos pesquisar o histórico de instituições Federais? Podemos começar pela UNB e partir daí? Podemos atravessar o equador e pesquisar Harvard, Stanford, etc, etc, etc.

- Nelson Rodrigues ja disse que “não se constrói uma praça, não se tapa um buraco nesse país sem propina”. Terá sido profético o comentário do Anjo Pornográfico? 

- Talvez prevendo a tempestade (o barulho das trovoadas ja ecoava no passado) e nova diretoria da ULBRA adotou o posicionamento de Nova Ulbra. Tudo parte daí… da comunicação ao Planejamento Estratégico, que está sendo construído colaborativamente por meio de ferramentas de Creative Commons (http://creativecommons.org.au/materials/BAAC_music_cluster.pdf).

- As palavras de ordem em situações como essa são Choque de Gestão, Reengenharia e Implosão de Processos e Estruturas.

- Aos novos lideres da Universidade Luterana, ficam nossos votos de força frente ao desafio. Certamente a Ulbra passará. Vão-se as pessoas, ficam as organizações, afinal.

A matéria, enfim: A Polícia Federal (PF) e a Receita Federal deflagraram na manhã desta quarta-feira (9) a Operação Kollektor, que investiga um esquema de desvio de dinheiro de mais de R$ 63 milhões da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra). Leia tambémSP já teve mais chuva com menos caos, mostra levantamento Rossi vai se candidatar para dificultar reeleição de Quércia no PMDB-SPMega-Sena sorteia prêmio de R$ 24 milhões hojeDuas em cada cinco empresas já receberam oferta de propina, diz relatório da Transparência InternacionalEstão sendo cumpridos 23 mandados de busca e apreensão em Porto Alegre, Canoas, Ivoti, Gramado, Tramandaí e Imbé, todas no Rio Grande do Sul.Segundo a PF, o grupo usava empresas fantasmas do setor de “consultoria” para desviar recursos da instituição. As empresas recebiam valores altíssimos por serviços que não eram prestados à Ulbra.  A investigação apontou que em uma única oportunidade R$ 2,2 milhões foram sacados em espécie da agência do Banco do Brasil que fica dentro da universidade. Em um dos desvios, a administração anterior da prefeitura de Canoas fez, segundo a PF, um “adiantamento inexplicável” à instituição de cerca de R$ 8 milhões. O saque também foi feito em espécie na mesma agência da Ulbra. A operação ainda investiga suspeitas de lavagem de dinheiro, ocultação de bens e valores, peculato, desvios de verbas do Programa Universidade para Todos (Prouni), fraude à execução, crimes tributários e previdenciários, formação de quadrilha, entre outros. Participam da ação 127 policiais federais e 23 servidores da Receita. O processo de execução fiscal tramita na Vara Federal Cível de Canoas (RS).

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