Uma matéria recentemente publicada na Folha de São Paulo, mostra o sucesso da venda de terrenos no Second Life. Quer saber mais sobre o assunto? Leia o recenseamento inédito do Second Life no documento anexo abaixo.
Provavelmente as instituições que estão adquirindo esses espaços pensariam duas vezes se tivessem conhecimento do total de brasileiros cadastrados nessa plataforma: 37 mil (contra mais de 2 milhões de Norte Americanos). Muitos dos quais, cabe destacar, se cadastraram por impulso e – de fato – deixaram de navegar nesse universo ha muito. O total de horas por usuário, no brasil, é muito baixo.
Vale a pena o investimento? Acreditamos que – se o objetivo da IES é gerar mídia expontânea com matérias propagandeando sua presença nos jornais – sim. Se seu objetivo é ter uma plataforma on line, deveria repensar suas iniciativas com mais seriedade e profissionalismo. O Second Life, enquanto canal de relacionamento com a comunidade de alunos pode ser um meio interessante. Precisa, contudo, de forte apoio de outras mídias (disponibilizando o software nos computadores do laboratório da Instituição, por exemplo e estimulando os professores a lecionarem e gerarem conteúdo para essa mídia). Mas criar um “prédio 3D”, com um vídeo institucional hospedado e esperar que os usuários venham é absolutamente inócuo.
Em uma iniciatia inédita disponibilizamos a pesquisa da Linden Labs para usuários brasileiros. O número de usuários é inexpressivo e não vale a barulheira que está gerando. Atemoriza pensar no valor investido pelas 35 instituições presentes nesse Universo. Muitas das quais, inclusive, estimuladas por um Informativo da ABMES, vendendo esse peixe.
Abaixo a matéria da Folha:
Instituições migram para o Second Life
Uma ilha do Second Life concentra 35 instituições de ensino brasileiras. Nem todas existem no mundo físico, mas mesmo assim acompanham a tendência global de inúmeras iniciativas educacionais nesse ambiente virtual. A ilha Vestibular Brasil foi feita para ser “uma cidade universitária virtual, ou seja, um local onde existam várias instituições de ensino, onde os alunos, os futuros alunos e os professores possam interagir livremente”, segundo Maurício Garcia, diretor da Garcix Inovações, que criou o local, com apoio da ABMES (Associação Brasileira das Mantenedoras de Ensino Superior).
Grande parte dos projetos não tem como fim principal atividades pedagógicas inovadoras. No momento, as instituições usam o Second Life como estratégia de marketing.
Carlos Valente, professor de tecnologia da Anhembi Morumbi, que está no mundo virtual, já escreveu, em co-autoria com João Mattar, um livro sobre o uso do Second Life como ferramenta pedagógica -”Second Life e Web 2.0 na Educação” (Ed. Novatec, R$ 49).
Ele afirma que o mundo virtual tem potencial pedagógico. Valente cita a interação possível para conferências e aulas. Ele também destaca o conteúdo multimídia e a participação dos usuários na criação de ambientes, como na web 2.0.
Clique no Link abaixo e acesse a planilha com os dados demográficos do Second Life.
Second_Life_Marketing_Educacional


