Opinião online influencia 48% dos 64,5 milhões de internautas no Brasil

Redes_2_Marketing_Educacional Dos 64,5 milhões de brasileiros com mais de 16 anos que acessam a internet, segundo a pesquisa F/Radar conduizida pela agência F/Nazca com o data Folha, quase metade (48%) considera a opinião de seus pares publicada na Internet antes de comprar produto ou serviço. O levantamento foi divulgado nesta segunda-feira (01/12) mostra que 55% dos internautas já incluíram algum conteúdo na rede, 51% citam a busca de informação como principal motivo da navegação. Além disso, 26% deles já publicaram opinião e 20% fizeram reclamação online sobre algum produto ou serviço. O ativismo do consumidor online é proporcional à renda e à escolaridade, segundo o estudo. Entre os internautas com ensino superior completo, por exemplo, 45% já publicaram opinião sobre produto ou serviço.Na avaliação do F/Radar,  os dados ganham mais relevância quando se leva em consideração o fato de que  87% dos internautas entram na rede pelo menos uma vez por semana e 38% o fazem todos os dias. Em agosto, os  internautas residenciais brasileiros ultrapassaram a média de 24 horas conectados, de acordo com o Ibope Net//Ratings. Nesta edição da pesquisa semestral sobre internet no Brasil, a F/Nazca realizou 3.003 entrevistas em 172 municípios brasileiros, no mês de agosto. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, dentro de um nível de confiança de 95%.  

Use redes sociais para encontrar um curso superior

Redes_Marketing_EducacionalMatéria Complementar – Uol Tecnologia Escolher um curso superior —e, consequentemente, uma faculdade— é aquela curiosa época da vida que a clássica pergunta “o que você quer ser quando crescer?” pede uma resposta direta e objetiva.  E como não poderia deixar de ser, algumas das respostas (mas não todas elas) podem ser encontradas na web. Como é de praxe na internet brasileira, o todo-poderoso Orkut agrupa a maior parte dos usuários que estão se preparando para entrar na faculdade. Além de diversas comunidades dedicadas às provas das instituições mais famosas, como Unicamp, USP ou Unesp, existem outras em que os alunos organizam grupos de estudo ou tiram suas dúvidas a respeito dos cursos de seu interesse. “Já vi muita gente usar as comunidades específicas de diversos cursos para tomarem suas decisões”, afirma o estudante paulista Gabriel Kaoru da Rocha Minati, que decidiu pelo curso de Engenharia de Alimentos “depois de entrar em comunidades e conversar com quem vive o dia-a-dia do curso”. “Vale até falar com quem já terminou a faculdade”, completa. Além do OrkutRedes3_Marketing_Educacional Existem outras redes específicas para os futuros estudantes universitários. Por exemplo, a PUC Campinas disponibiliza uma rede social para vestibulandos e interessados conhecerem a universidade e seus futuros colegas de curso. “Eles chegam a combinar caronas e organizar churrascos mesmo antes do início do curso”, afirma Fábio Fonçati, que ajudou a desenvolver o projeto em 2006. “Os vestibulandos usam a rede para conversas informais, para se conhecer, assim como fariam no Orkut”, completa Bruno Normanha, da PUC Campinas. De acordo com Normanha, a rede só é disponível na época em que as inscrições do vestibular estão abertas, e que o cadastro pede apenas nome, e-mail e uma foto. Hoje um gigante das redes sociais, com 175 milhões de usuários, o Facebook surgiu como uma rede para ligar estudantes de diversas faculdades norte-americanas, que logo foi aberta a outros usuários. Embora as principais universidades brasileiras estejam representadas no site e seu sistema permitir construir redes a partir do nome da universidade escolhida, o Facebook não oferece muitas opções aos vestibulandos, se comparado a seu concorrente do Google. 

Ainda que não seja exatamente uma rede social, o Universia atende alunos de graduação interessados em encontrar seu primeiro emprego ou fazer um intercâmbio fora do país. Fundado em 2000 – ou seja, antes de qualquer rede social —o site reúne 1.100 universidades em países de língua portuguesa ou espanhola, e permite que o interessado crie um blog e poste notícias a respeito da vida acadêmica. Além de 93 mil alunos, o site também reúne reitores das universidades associadas.