O Google vem reforçando o uso de suas ferramentas para geração de curvas de tendências. Abaixo o grafico de volume de noticias encontradas pelo Google News com as palavras Descredenciada + MEC em 2010. News_Marketing_Educacional  No primeiro semestre de 2010 ja são tantas noticias sobre descredenciamento quanto em 2009.News_1990_2010_Marketing_Educaciona Um cruzamento interessante proposto pelo buscador é aquele que aponta tendências para Gripe:  http://www.google.org/flutrends/No setor educacional, o que chama a atenção é que a incidência de noticias de descredenciamento ocorreu no segundo semestre nos anos anteriores, o que aponta um crescimento sobremedido no ano corrente (que tende a se acentuar). Para ilustrar o teor do noticiário, abaixo segue clipping de algumas matérias publicadas nos ÚLTIMOS SETE DIAS.

 

MEC fecha cursos e descredencia universidades

Ao todo, 11 despachos foram publicados no Diário Oficial da União desta sexta-feiraO Ministério da Educação (MEC) publicou nesta sexta-feira uma série que despachos que punem instituições de ensino superior privadas. Três faculdades serão descredenciadas, seis cursos de direito serão punidos por não cumprirem os acordos de ajustes para aprimorar a qualidade das graduações e uma faculdade será descredenciada por não manter as atividades autorizadas pelo ministério. Duas faculdades pediram descredenciamento voluntário.De acordo com a Secretaria de Educação Superior do MEC, a Faculdade de Ciências Administrativas e Contábeis Costa Braga, a Faculdade de Educação Costa Braga e a Faculdade Práxis, localizadas em São Paulo (SP), se unificaram de forma irregular. A lista de irregularidades cometidas por elas ainda inclui: funcionamento sem autorização; mudanças recorrentes de endereço sem comunicação ao MEC; cancelamento de atividades por mais de um ano e cursos abertos sem reconhecimento.Por isso, as três serão descredenciadas. Os cursos de enfermagem e pedagogia da Faculdade Práxis; de administração e ciências contábeis da Faculdade de Ciências Administrativas e Contábeis Costa Braga; e de pedagogia da Faculdade de Educação Costa Braga serão fechados. Os alunos terão de ser transferidos para garantir a conclusão dos estudos. Nos próximos dois anos, as instituições ou suas mantenedoras não podem solicitar novas autorizações ou credenciamento de cursos.As Faculdades Eurobras, que haviam solicitado revisão de punição por não terem cumprido as determinações de saneamento de deficiências impostas pelo ministério, tiveram o pedido negado. Com isso, continua suspensa a entrada de novos alunos.Qualidade ruimSeis instituições que oferecem cursos de direito que não obtiveram bons desempenhos no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) também serão punidas pela falta de cumprimento dos acordos estabelecidos com o MEC.A Faculdade Brasileira de Ciências Jurídicas, do Rio de Janeiro; o Centro Universitário Nilton Lins, de Manaus (AM); a Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas de Diamantino, Mato Grosso, as Faculdades Integradas de Três Lagoas, Mato Grosso do Sul; Universidade Nove de Julho, São Paulo, e a Universidade Castelo Branco, Rio de Janeiro, não podem aumentar a oferta de vagas para a graduação no vestibular e continuam respondendo um processo para desativação de curso.Duas instituições do Nordeste – a Faculdade Cenecista de Ituberá (BA) e a Faculdade Cenecista de Fortaleza (CE) – solicitaram descredenciamento voluntário. No caso da primeira, os cursos de história e letras não podem receber novos alunos. Apenas poderão emitir diplomas aos estudantes desses cursos em fase de conclusão. Na Cenecista de Fortaleza, serão encerrados os cursos de ciências contábeis e turismo.

Por mim, o ministério tornou sem validade os atos que autorizavam o funcionamento dos cursos da Faculdade Pensar (BA). A instituição será descredenciada por não realizar as atividades solicitadas.

Faculdade fechou as portas por falta de dinheiro

A direção da Egea (Escola Global de Educação Avançada) que representa a Ulbra (Universidade Luterana do Brasil) em Mato Grosso do Sul, informou hoje que resolveu fechar as portas porque não tem recebido os repasses da Ulbra, desde o fim do ano passado.Ontem, os alunos chegaram para assistir aulas da fase presencial de cursos a distância, mas encontraram apenas uma placa de “Boas Férias”.Em comunicado, a Egea afirma que a Ulbra “insiste em descumprir os contratos celebrados”. Segundo a direção, uma liminar concedida pela Justiça de Canoas (RS), sede da Universidade, já determinou o respeito aos acordos com os agentes educacionais associados.Como a Ulbra não cumpriu a ordem judicial, a decisão foi pela suspensão dos serviços em Campo Grande. Nem respostas de e-mail ou atendimento por telefone e 0800 são feitos desde ontem.A orientação aos alunos é que busquem ressarcimento junto “a fonte onde as receitas estão retidas” – a Universidade Luterana.A Egea já comunicou o fechamento à Ulbra, promete novas ações nas esferas cível e criminal, caso o assunto não seja resolvido, e garante que só fechou as portas provisoriamente, até que encontre uma solução para o impasse. Segundo a faculdade, a. Ulpra “tomou a educação a distância na mão grande”.A universidade tinha contrato com parceiros e sem nenhum contato prévio o rescindiu, alega a Egea, que há um ano diz não receber material didático, como livros, nem dinheiro para administração dos cursos.No fim do ano passado a diretoria conseguiu imprimir livros, que eram usados até o momento pelos alunos, informa a Egea. Há dois meses também há dificuldade para pagar os salários.Segundo a empresa, cerca de 40% da mensalidade paga pelos alunos são regularmente repassados à Ulbra, por isso não há justificativa para a falta de repasses pela Universidade.Em Mato Grosso do Sul a Egea tem 1,5 alunos e outros 20 mil no estado de Minas Gerais.Em 2008, a Ulbra enfrentou uma crise amplamente divulgada pela imprensa. Com uma dívida total estimada em pelo menos R$ 1,6 bilhão e um déficit mensal em torno de R$ 10 milhões, a Universidade definiu um plano de recuperação para dois anos.   Caos nas Universidades do Rio

Pelo visto, não é só a UNIG que está com problemas adminstrativos, outras instituições também encontram-se com o mesmo problema que hoje enfrenta a UNIG em Itaperuna.No Jornal O Globo de ontem, saiu uma nota do SINPRO RIO, informando a paralisação da Univercidade, que está com 2 meses de salário atrasado e não  recolhe  o FGTS dos Professores a seis (6) anos.Outras Universidades como, Cândido Mendes, Gama Filho e Unicarioca, também enfrentam o mesmos problema. A Unicarioca está pagando os vencimentos em dia, mas as férias o 13º salário e outros encargos trabalhistas não estão sendo repassados aos professores e funcionários, alguns professores que foram demitidos em 2008 ainda não tiveram a rescisão registrada devido ao não pagamento de encargos trabalhistas.A Direção da Gama Filho e da Cândido Mendes, alega como causa do problema a alta inadimplência e a crise mundial.De acordo com o Sinpro-Rio, em aproximadamente 80% das cerca de 70 instituições cariocas de ensino superior, os professores sofrem as consequências da má gestão financeira.

Professores infelizmente não é só aqui, em Itaperuna, que encontramos problemas de atraso de salário e desrespeito com a classe, fiquem de olho e denuncie ao não pagamento correto dos encargos trabalhistas.

 

Sinpro se reúne com MEC para discutir situação no Pitágoras

Diretores do Sinpro Minas se reuniram, no dia 16/6, com a secretária de Educação Superior do Ministério da Educação (MEC), Maria Paula Dallari, e solicitaram ao órgão uma fiscalização na Faculdade Pitágoras, a fim de verificar a legalidade das mudanças pedagógicas anunciadas pela Kroton (mantenedora da instituição de ensino). A secretária elogiou a iniciativa do sindicato e disse que vai encaminhar as solicitações apresentadas. O Sinpro Minas também vai agendar nova reunião na Superintendência Regional do Trabalho (SRT), com o objetivo de se chegar a um acordo que evite as demissões na instituição de ensino.

No momento, o sindicato aguarda um retorno do Ministério da Educação com os resultados da fiscalização e está estudando as ações jurídicas cabíveis para preservar os direitos dos professores que lecionam na instituição de ensino. A ideia é convocar em breve uma nova assembleia para discutir os encaminhamentos na Faculdade.  

Caso Urcamp: Sinpro-RS traz dados sobre a real situação da universidade

Marcos Fuhr esclareceu sobre situação da Urcamp, na noite de terça, em São GabrielUma semana depois de ouvir a Reitoria da Urcamp sobre a situação crítica em que vive o Campus de São Gabriel, foi a vez da palavra dos dirigentes do Sindicato dos Professores do Ensino Privado do RS (Sinpro-RS). O Prefeito Rossano Gonçalves recebeu, na noite de terça (25), o Diretor Jurídico do Sindicato, Marcos Fuhr, e o delegado local da entidade, o advogado Augusto Solano Lopes da Costa, para transmitir o panorama da questão em São Gabriel.Como da primeira reunião, as forças vivas da comunidade – entidades, associações e outros – se fizeram presentes para ouvir os dirigentes e fazer seus questionamentos. Rossano salientou que a intenção do Executivo não é mediar, mas ouvir ambos os lados da questão, de forma democrática. “Assim, vamos saber melhor da situação, e juntos, buscar tanto uma solução para a continuidade da Urcamp como atender os direitos de professores e funcionários, buscado pelo Sinpro e os alunos”, frisou.Em sua explanação, Fuhr ressaltou que não se fez presente na reunião anterior para não haver um debate, e deu uma panoramica dos acontecimentos, que vem desde 1998, quando foi designado para o caso. “O problema da Urcamp teve na verdade, uma ‘involução’, pois nunca houve uma disposição legal de superar estes problemas”, lembrando que após a saída de Morvan Ferrugem da reitoria – e que recentemente, foi condenado a mais de 6 anos de prisão por apropriação indébita de valores – a atual direção procurou a entidade para regularizar os valores atrasados, nunca pagos em dia. Após a tentativa frustrada da federalização da Urcamp em 2005 e dos planos de publicização (destinação de recursos públicos para o pagamento de dívidas trabalhistas) que vieram com os PROESC, a dívida foi reduzida de 33 para 27 milhões – o passivo atual é de mais de R$ 119 milhões – e mesmo assim, não resolveu, pois a maioria dos acordos nunca foi cumprida integralmente. Em 2005, começavam a se agravar os atrasos no Campus de São Gabriel, e a reforma administrativa, segundo o Diretor Jurídico, foi incompleta, com cortes nos salários e congelamento das ações jurídicas de forma geral. “Chegou a um ponto que os professores, em 2007, por Assembleia, decidiram desistir dos acordos e voltar com as ações”, frisando que foram tentados vários acordos, mas todos não deram certo, resultando nas 26 ações trabalhistas no Campus local – dez delas, orientadas pelo Sinpro-RS, com penhoras no total de R$ 534 mil, entre elas o prédio do Campus III, na Avenida Antonio Trilha. O último acordo de parcelamento foi feito em 2006, e não cumprido. “A Urcamp jamais se ajudou para resolver o impasse”, completando que as ações vão ser levadas até o final.Os presentes fizeram diversos questionamentos, respondidos por Marcos Fuhr e Solano Costa. A situação não ocorre somente no Campus local, mas a de São Gabriel é mais grave, com quatro meses de atraso. Dentro destes, o ex-professor da instituição, Moisés Ferraz, foi mais enfático ao definir a gravidade do caso. “Trabalhei dezoito anos e meio pela Urcamp, e fui demitido sem justa causa, pagamento de horas e INSS. E vem dizer que a culpa é do sindicato? A cara da instituição é a gestão, e se muda a cara mudando a gestão. E isso só vai acontecer mudando o gestor”, pontuou. Fuhr concluiu dizendo que agora, cabe a comunidade ir além de retomar o ensino comunitário, visto que segundo ele, a Urcamp tem uma relação fraca com as comunidades que atua, ficando distante e colaborando para esta crise, ao perder alunos a cada ano – em SG, eram 1304, hoje, são apenas 778 alunos no Campi local.Ao final, Rossano salientou o que a Prefeitura tem feito na forma de auxiliar a Urcamp, como o PROESC e os programas de bolsas de estudo, mas que cabe somente construir o diálogo entre as partes, sugerindo que a Camara de Vereadores faça uma audiencia pública para debater uma solução final para o caso. “O diálogo está aberto, e fizemos a nossa parte ao ouvir ambos os lados”, concluiram. O prazo final para o pagamento das dívidas é em 24 de junho, antes do leilão.  Uninove transfere alunos de jornalismo sem dar qualquer satisfaçãoA Universidade Nove de Julho (Uninove) parece que não está preocupada com os acadêmicos matriculados em suas dependências.A turma de Jornalismo do 3º semestre do Campus Vila Maria, está passando por um enorme problema: a universidade quer transferir os alunos para os campus Memorial (Barra Funda) ou Vergueiro. Acontece que os alunos que cursam jornalismo no campus Vila Maria, terão inúmeras dificuldades para chegar até os outros campus, que ficam extremamente distantes da zona norte, local onde a maioria mora e/ou trabalha.A coordenação e a reitoria da universidade foram procuradas e alegaram nada poderem fazer, haja visto que diz, em contrato, que a universidade se dá ao direito de transferir, compulsoriamente, os alunos de campus sem prévio aviso.Foi exatamente o que aconteceu, os alunos acessaram a intranet (central do aluno) e se depararam com a notícia: rematrícula só para os Campus Memorial e Vergueiro.Os alunos estão extremamente revoltados com a situação e planejam se reunir hoje com a coordenadora do curso, professora Débora, para uma última tentativa de continuação do curso no Campus Vila Maria.

“Isso é um absurdo, eles vão nos mandar pra outro campus sendo que só aqui na Vila Maria tem laboratórios de Rádio, TV e fotografia. Eu moro e trabalho em Guarulhos, por isso me matriculei no Campus Vila Maria, pela localização.” diz revoltada, a aluna Thais de Carvalho