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	<title>The Campus Experience - Marketing Educacional</title>
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	<description>Marketing Educacional. A arte de captar, reter e fidelizar alunos. Desde 2007, a referência em conhecimento para o gestor de marketing de instituições de ensino superior.</description>
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		<title>As três gestões do Marketing Educacional.</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 21:15:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[CRM]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[É possível sistematizar o marketing para instituições de ensino, segmentando-o em três grandes gestões, sinérgicas e complementares, mas independentes e sujeitas a indicadores individuais. Seriam a “Gestão da Comunicação”, a “Gestão Comercial” e a “Gestão do Relacionamento” e seu fluxo funcionaria segundo o diagrama abaixo: Do lado esquerdo, temos as principais ferramentas de gestão de... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2012/01/23/marketing-educacional-90/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É possível sistematizar o marketing para instituições de ensino, segmentando-o em três grandes gestões, sinérgicas e complementares, mas independentes e sujeitas a indicadores individuais.</p>
<p>Seriam a “Gestão da Comunicação”, a “Gestão Comercial” e a “Gestão do Relacionamento” e seu fluxo funcionaria segundo o diagrama abaixo:</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/3_gestões_marketing_educacional.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4669" title="3_gestões_marketing_educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/3_gestões_marketing_educacional-300x181.jpg" alt="marketing_educacional" width="300" height="181" /></a></p>
<p>Do lado esquerdo, temos as principais ferramentas de gestão de marketing disponíveis para escolas e instituições de ensino e o seu grau de incidência, indo do vermelho para o amarelo de acordo com a importância. Do lado direito às três gestões e seus “funis” de conversão. Toda <strong>“gestão” </strong>é orientada para um objetivo comum. A conquista desses objetivos vem da administração de pessoas e ferramentas por meio de processos.</p>
<p>Todo o processo de gestão de marketing inicia-se com o posicionamento de uma organização ou de um produto ou serviço (curso) para um determinado segmento. A esse trabalho chamamos de priorização. O posicionamento (e a segmentação) pode ser regional, pode ser econômico, demográfico ou sócio cultural. O fato é que sem um posicionamento claro, é impossível segmentar um publico alvo e assim agir com precisão.</p>
<p><strong>Posicionamento e Segmentação seriam as duas faces de uma mesma moeda.</strong></p>
<p>No caso de instituições de ensino (com foco naquelas de Ensino Superior) em uma ponta das três gestões temos a <strong>“sociedade”</strong> e no estremo contrário os <strong>“formandos”</strong>.</p>
<p>As três gestões de marketing objetivam, portanto captar na sociedade os futuros alunos da organização e processá-los até que se tornem egressos.</p>
<p>Fragmentando o processo por gestão, a Gestão da Comunicação objetiva, por meio de “Campanhas de Captação” recrutar clientes na sociedade, início, e transformá-los em cadastros (leads), fim.</p>
<p>Essa gestão tem, portanto, como principais elementos o Mix Promocional e o Marketing Digital e deve ser orientada pela segmentação de clientes potenciais – por meio do posicionamento da organização. O Mix Promocional utilizado para atender o publico de um curso posicionado para a Classe A, será diferente do Mix para a Classe C, em uma segmentação por Classe Econômica. Da mesma forma, em outro exemplo – uma segmentação geográfica, com um campus (ou escola) localizado em uma determinada região – não central &#8211; de uma grande cidade demandará um Mix de Veículos que permita esse corte espacial.</p>
<p><strong><em>Lembrando que veículos de comunicação de massa permitem a segmentação por meio de sua grade de seus canais e sua grade de programação.</em></strong></p>
<p>O Marketing Digital, por sua vez, permite uma série de composições de estratégias que vão da propaganda em grandes portais ao marketing em mecanismos de busca.</p>
<p>Ilustrando, conseguimos posicionar o melhor Mix de Veículos de acordo com a necessidade de segmentação oriunda do posicionamento de nossos cursos:</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/Segmentação_Marketing_Educacional1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4671" title="Segmentação_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/Segmentação_Marketing_Educacional1-300x300.jpg" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="300" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As pesquisas mais recentes de Marketing Educacional, apontam que as ações da Gestão da Comunicação off line, levam os futuros alunos para uma pesquisa on line. Essa pesquisa envolve uma série de buscas (no Google, especificamente) além da troca de referências e indicações em Redes Sociais. As “indicações”, que sempre figuraram como resposta a pergunta “Como ficou sabendo de nossa escola?” hoje ocorrem majoritariamente nessas interfaces.</p>
<p>Cabe ressaltar que o papel das agências de propaganda, não acompanhou a necessidade do Marketing Educacional e – hoje – restringe-se a Gestão da Comunicação, apenas. São poucas aquelas que ampliam seu papel e assumem a responsabilidade sobre a continuidade do processo e o resultado final de uma Campanha.</p>
<p><strong>Gestão Comercial</strong></p>
<p>O cadastro e a geração de leads qualificados, objetivo e principal indicador de desempenho da Gestão da Comunicação mudou nos últimos anos, com a consolidação desse novo <em>“fluxo de decisão por soluções educacionais”</em>.</p>
<p>A <em>“geração de cadastros em visitas”</em>, de outrora, deu lugar à <em>“geração de cadastros em visitas ao portal”</em>. <strong>A geração desses “leads”, contudo, é um meio e não um fim</strong>. Os cadastros precisam ser administrados até tornarem-se novas matrículas, e essa administração é chamada “Gestão Comercial”.</p>
<p>Em uma engenharia reversa para cada nova matrícula (Ingresso), em média no Brasil, segundo o Censo do INEP, no Ensino Superior Privado, existiu 2,1 inscritos. Em muitos casos, esses números são ainda mais elevados, com relações acima de 10 Inscritos para cada Ingresso.</p>
<p>A Inscrição (na maioria das vezes, sujeita a confirmação mediante pagamento), resulta de um processo de Gestão Comercial sobre os cadastros (leads). Uma Instituição que possua uma relação de conversão de leads, de 33% terá – portanto – uma matricula para cada seis cadastros.</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/Matricula_Lead_Marketing_Educacional.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4672" title="Matricula_Lead_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/Matricula_Lead_Marketing_Educacional-300x181.jpg" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="181" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assim como (no primeiro diagrama) as ferramentas do Mix de Veículos (Feiras de Estudantes, Televisão, Radio Outdoor e Google – Links Patrocinados) incidem na “Gestão da Comunicação”, a gestão comercial só é possível com a implantação de políticas de CRM (acrônimo em inglês para a Gestão do Relacionamento com o Cliente).</p>
<p>Uma vez matriculado o novo alunos e finalizada a campanha de captação, entra em cena a terceira gestão do Marketing Educacional.</p>
<p><strong>Gestão do Relacionamento</strong></p>
<p>No caso de serviços educacionais, a matrícula é apenas o início de uma venda. A “primeira parcela”. A “venda”, lançando mão dessa palavra na ausência de um sinônimo mais adequado, somente será finalizada, no serviço educacional, na conclusão do curso. Em escolas de educação básica, esse ciclo é anual. Em cursos superiores, ou outros livres, não.</p>
<p>E aqui reside um ponto critico das instituições de ensino (especificamente daquelas de privadas ensino superior). <strong>As vendas não concluídas são enormes. </strong></p>
<p>Da relação entre Ingressos e Concluintes, chegamos a uma Taxa de Titulação. Em algumas Universidades apenas 1 em cada 4 novos alunos irão graduar-se. Na média 50% (um em cada 2), conclui o curso.</p>
<p><strong>Abaixo as relações das seis maiores IES privadas do país:</strong></p>
<p><strong></strong><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/Taxa_Titulação_Marketing_Educacional.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4673" title="Taxa_Titulação_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/Taxa_Titulação_Marketing_Educacional-300x95.jpg" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="95" /></a></p>
<p>Em uma visão sistêmica, ainda, esse egresso pode retornar a gestão comercial como um cadastro para compra de Pós Graduação. Quantos mais alunos, depois de formados, adquirirem uma nova matrícula, maior será a fidelização.</p>
<p>A fidelização é vital e é o Indicador de Desempenho mais importante de marketing. As ferramentas da Gestão do Relacionamento irão garantir um incremento na Taxa de Titulação por um lado, garantindo – ainda – a melhoria da satisfação desses estudantes.</p>
<p>Não basta apenas criar conveniência no processo educativo. O papel da gestão do relacionamento deve gerar – também – o encantamento nesse processo. A retenção e a melhoria dos indicadores são a consequência direta dessa satisfação.</p>
<p>Entender a gestão de marketing educacional como resultado dessas três gestões específicas, é ver o todo por suas partes e trazer mais eficiência e sustentabilidade ao crescimento da escola.</p>
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		<title>Os Ciclo de Vida dos Cursos Superiores</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 21:34:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inteligência de Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2009 existiam em funcionamento no Brasil 64.023 cursos superiores em todas as modalidades desse nível de ensino. Desse total, 86% (54778) foram criados nos anos 2000, 7% (4233) nos anos 90, 2% (1085) nos anos 80 e os demais antes de 1979. Criamos mais cursos nos 24 meses entre 2008 e 2009, que a... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2012/01/20/marketing-educacional-80/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2009 existiam em funcionamento no Brasil 64.023 cursos superiores em todas as modalidades desse nível de ensino. Desse total, 86% (54778) foram criados</p>
<p>nos anos 2000, 7% (4233) nos anos 90, 2% (1085) nos anos 80 e os demais antes de 1979.</p>
<p><strong>Criamos mais cursos nos 24 meses entre 2008 e 2009, que a soma de todos os cursos (ainda em funcionamento) criados até 1999.</strong></p>
<p>Apenas nos 48 meses, entre 2006 e 2009 foram criados 33.985 cursos no país (53% do total).</p>
<p>O primeiro curso superior brasileiro cadastrado no MEC e ainda em funcionamento em 2009 é o curso de direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul</p>
<p>criado em 1/3/1900. O mais antigo curso do Brasil, ainda em operação, portanto. De todos os cursos criados naquela primeira década do século passado, apenas</p>
<p>13 ainda funcionam.</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/Cursos_Brasil_Marketing_Educacional21.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4657" title="Cursos_Brasil_Marketing_Educacional2" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/Cursos_Brasil_Marketing_Educacional21-300x167.jpg" alt="Marketing_Educacional2" width="300" height="167" /></a></p>
<p>- Dos 3995 cursos criados em 2009, 1829 (46%) não lançaram vagas em processos seletivos. Os 2167 restantes tiveram uma relação candidatos vaga média, de 3,27.</p>
<p>- Dos 6566 cursos, criados em 2008, ainda em funcionamento em 2009, 4549 (69%) não lançaram vagas naquele processo seletivo. Os 2017 demais tiveram uma relação candidatos vaga proxima a 1,96.</p>
<p>- Dos 9273 cursos, criados em 2007, ainda em funcionamento em 2009, 7127 (77%) não lançaram vagas naquele processo seletivo. Os 2148 demais tiveram uma relação candidatos vaga proxima a 2,12.</p>
<p>- Dos 14151 cursos, criados em 2006, ainda em funcionamento em 2009, 11888 (84%) não lançaram vagas naquele processo seletivo. Os 2263 demais tiveram uma relação candidatos vaga proxima a 2,63.</p>
<p>- Dos 9828 cursos, criados em 2005, ainda em funcionamento em 2009, 8061 (82%) não lançaram vagas naquele processo seletivo. Os 1767 demais tiveram uma relação candidatos vaga proxima a 1,81.</p>
<p>- Dos 3373 cursos, criados em 2004, ainda em funcionamento em 2009, 1805 (54%) não lançaram vagas naquele processo seletivo. Os 1591 demais tiveram uma relação candidatos vaga proxima a 2,1.</p>
<p>- Dos 2483 cursos, criados em 2003, ainda em funcionamento em 2009, 1072 (43%) não lançaram vagas naquele processo seletivo. Os 1072 demais tiveram uma relação candidatos vaga proxima a 2,1.</p>
<p>- Dos 1874 cursos, criados em 2002, ainda em funcionamento em 2009, 367 (19%) não lançaram vagas naquele processo seletivo. Os 1507 demais tiveram uma relação candidatos vaga proxima a 2,2.</p>
<p>- Dos 1710 cursos, criados em 2001, ainda em funcionamento em 2009, 317 (19%) não lançaram vagas naquele processo seletivo. Os 1393 demais tiveram uma relação candidatos vaga proxima a 1,9.</p>
<p>Graficamente, como apresentado abaixo, fica claro que a procura por Cursos Superiores é muito elevada &#8211; em nosso país &#8211; em anos de lançamento. Ainda, nesses anos os gestores realizam processos seletivos e vão descontinuando os programas a medida em que a procura cai.</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/Cursos_Brasil_Marketing_Educacional_3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4659" title="Cursos_Brasil_Marketing_Educacional_3" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/Cursos_Brasil_Marketing_Educacional_3-300x167.jpg" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="167" /></a></p>
<p>A medida em que a demanda se retrai, os gestores tendem a tirá-los do mercado, tornando o Ciclo de Vida de Cursos Superiores no Brasil bastante curto.</p>
<p><strong>A procura cai &#8211; na média 40% do primeiro para o segundo processo seletivo.</strong></p>
<p>Depois de alguns anos, no entanto, os cursos tornam-se projetos mais robustos, testados pelo mercado.</p>
<p>Apenas 17% dos cursos lançados em 1999, não abriram vagas em 2009.</p>
<p><strong>Dos 315 cursos, criados em 1990, ainda em funcionamento em 2009, 43 (14%) não lançaram vagas naquele processo seletivo. Os 272 demais tiveram uma relação candidatos vaga próxima a 3,2.</strong></p>
<p><em><strong>Dos 1929 cursos, criados durante toda a década de 1970, ainda em funcionamento em 2009, 327 (17%) não lançaram vagas naquele processo seletivo. Os 1597 demais tiveram uma relação candidatos vaga próxima a 4,18.</strong></em></p>
<p>Acima daquela relação alcançada em anos de lançamento.</p>
<p>O ciclo de vida, então, pode ser longo caso o curso atravesse a insegurança inicial do mercado.</p>
<p><strong>Cabe ler o artigo abaixo, sobre o tema publicado na Wikipédia. E em breve pretendo tratar do Ciclo de Vida das Profissões, assunto fundamental para Gestores de Marketing Educacional.</strong></p>
<p><em>O Ciclo de Vida é a história completa do produto através de suas fases de concepção, definição, produção, operação e obsolescência.</em><br />
<em> O modelo de ciclo de vida do produto pode auxiliar na análise do estágio de maturidade de um produto (ou de uma indústria).</em><br />
<em> Ele também é utilizado para a avaliação de uma forma de produto ou até mesmo uma marca de uma empresa em conjunto com a matriz BCG, o que não é considerado adequado dentro da teoria de marketing.</em><br />
<em> Quando se fala do ciclo de vida de um produto fala-se tanto, por exemplo, de aparelhos de fax, carruagens, fornos de microondas e discos de vinil quanto do sucesso ou fracasso de uma versão específica de um produto (por ex.: uma linha de aparelhos de fax da Panasonic).</em><br />
<em> O ciclo de vida de um produto visa a olhar além das fronteiras da empresa, não se preocupando, necessariamente, com as competências da empresa avaliada. A questão seria (com um exemplo actual): quanto vale a pena investir (em pesquisas tecnológicas e em esforços de mercado) em fitas VHS? Através da análise do ciclo de vida do produto pode-se ter um forte auxílio para esta resposta.</em><br />
<em> Todo o negócio busca modos de aumentar suas receitas futuras, maximizando o lucro das vendas de produtos e serviços. O fluxo de caixa permite à empresa manter-se viável, investir em desenvolvimento de novos produtos e aumentar a sua equipa de colaboradores. Tudo para buscar adquirir participação de mercado adicional e tornar-se líder em sua indústria.</em><br />
<em> Um fluxo de caixa (receita) consistente e sustentável vindo das vendas dos produtos é crucial para qualquer investimento de longo prazo. A melhor forma de obter um fluxo de caixa contínuo e estável é com um produto &#8220;vaca leiteira&#8221; (ver Matriz BCG), um produto líder que tem uma grande participação de mercado em mercados maduros.</em><br />
<em> Os produtos têm ciclos de vida cada vez mais curtos e muitos produtos em indústrias maduras são revitalizados através da diferenciação e da segmentação do mercado.</em></p>
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		<title>Recall para Instituições de Ensino Superior.</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 16:02:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produto]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Conhecimento tem prazo de validade? Na sociedade da informação responder a essa pergunta (nem um pouco obvia) pode colocar em xeque muitas verdades que temos como dogmáticas e guardamos na cristaleira! Se parte do conhecimento é perecível, as matrizes curriculares de cursos superiores deveriam ser flexíveis e dinâmicas para incorporar as mudanças de determinadas áreas... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2012/01/13/recall-para-instituicoes-de-ensino-superior/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Conhecimento tem prazo de validade?</strong></p>
<p>Na sociedade da informação responder a essa pergunta (nem um pouco obvia) pode colocar em xeque muitas verdades que temos como dogmáticas e guardamos na cristaleira!</p>
<p>Se parte do conhecimento é perecível, as matrizes curriculares de cursos superiores deveriam ser flexíveis e dinâmicas para incorporar as mudanças de determinadas áreas do saber.</p>
<p>Mas o mundo não orbita dessa forma e &#8211; até onde sabemos &#8211; os cursos mudam em marcha lenta em um universo onde os alunos (e eles sabem disso!), matriculam-se em uma universidade para trabalhar (em muitos casos) em profissões que ainda não foram criadas.</p>
<p>Ainda que a instituição possuam um programa de Up Dates Acadêmicos, rígido e &#8211; de fato &#8211; forme o aluno nos conceitos mais quentes de sua profissão, inserindo no mercado um ator completo &#8211; ainda assim &#8211; em poucos anos, caso esse egresso não se atualize, sua curva de CONHECIMENTO estará defasada em relação ao mais novo recem formado daquela escola.</p>
<p>Falamos de conhecimento absorvido em sala de aula, teórico, e não de Competências e Habilidades que o mercado forma.</p>
<p>Nesse cenário, não caberia as Instituições pensarem programas de longa vida, com ciclos de atualização e Recall de estudantes? Parte dessa convocação, gratuita, parte cobrada?</p>
<p><strong>Dessa forma a escola poderia:</strong></p>
<p>- Relacionar-se com ex-alunos;</p>
<p>- Construir junto ao mercado a imagem de diferenciada, inovadora e preocupada com a qualidade de seus egressos;</p>
<p>- Criar programas de degustação de produtos de formação continuada.</p>
<p>O conceito de Recall está relacionado a produtos ou serviços defeituosos. Segundo a Fundação Procon<em>, &#8220;o recall visa a retirada do mercado, reparação do defeito ou a recompra de produtos ou serviços defeituosos pelo fornecedor.<a title="Marketing Educacional" href="http://www.procon.sp.gov.br/recall.asp" target="_blank"> O recall deve ser gratuito, efetivo e sua comunicação deve alcançar todos os consumidores expostos aos riscos.</a> Por isso a legislação exige que o fornecedor faça o comunicado de forma mais ampla possível, divulgando o recall em jornal, rádio e TV&#8221;.</em></p>
<p><strong>Não é o caso. <strong>Não é o caso.<strong>Não é o caso.<strong>Não é o caso.</strong></strong></strong></strong></p>
<p>Mas lançamos mão de nossa liberdade para chamar sua atenção. Talvez devêssemos ter usado <strong>Reciclagem</strong>. Mas o impacto não teria sido tão forte. E você? Qual expressão utilizará para seu? PRIA &#8211; Programa de Recapeamento Intelectual de Alunos?</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Cursos on-line Grátis. Estimulando a aprendizagem lateral na WEB</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2012/01/13/marketing-educacional-77/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 15:26:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produto]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente o Valor Econômico ecoou um tema que frequentemente tratamos no TCEXP, que são os conteúdos disponíveis na internet, em forma de seminários on line, cursos de EAD, palestras etc. Esse tema é bem conhecido fora do Brasil (onde é chamado de Self Learning), e é tratado como uma as Mega Tendências em educação para... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2012/01/13/marketing-educacional-77/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente o Valor Econômico <a title="Marketing Educacional" href="http://www.tcexp.com.br/novo/2010/09/29/self_learning_marketing_educacional/" target="_blank">ecoou um tema que frequentemente tratamos no TCEXP</a>, que são os conteúdos disponíveis na internet, em forma de seminários on line, cursos de EAD, palestras etc.<br />
Esse tema é bem conhecido fora do Brasil (onde é chamado de Self Learning), e é tratado como uma as Mega Tendências em educação para o futuro.<br />
O cardápio de opções de cursos (podemos chamar de Extensões) é bastante amplo, com ofertas em todas as áreas do conhecimento.</p>
<p><strong>Daí, um alerta.</strong></p>
<p>A internet em língua portuguesa representa um pequeno pedaço da World Wide Web.</p>
<p>Em número de usuários representa 3,9% do total, frente a 7,8% de usuários que falam Espanhol e 26,8% de usuários que falam Inglês.</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/Linguas_Marketing_Educacional.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4641" title="Linguas_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/Linguas_Marketing_Educacional-300x192.jpg" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="192" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nesse contexto, é fundamental que as Universidades formem seus estudantes em Línguas. Esse é um pré-requisito para que possam absorver uma gama muito maior de conhecimentos, ampliando o seu universo de pesquisa acadêmica em quase 10x.</p>
<p>As ferramentas de tradução, irão compensar, no curto prazo, esse abismo.</p>
<p>Na verdade muitas já funcionam relativamente bem.</p>
<p><strong>Na primeira aula de seus alunos, portanto, é importante que seja repassado o domínio desses instrumentos.</strong></p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/Lingua_marketing_educacional_2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4642" title="Lingua_marketing_educacional_2" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/Lingua_marketing_educacional_2-300x222.jpg" alt="marketing_educacional" width="300" height="222" /></a></p>
<p>Se de um lado a internet fala a língua de Shakespeare, nossos alunos leem apenas Camões.</p>
<p>Ainda assim as ofertas para self learning vêm crescendo em nosso país o que representa uma enorme oportunidade para as Instituições de Ensino interessadas em ampliar o conhecimento de seus discentes.</p>
<p>Esses cursos podem:</p>
<p>- Ser incorporados aos programas de Atividades Complementares, valendo créditos para os alunos (nesse caso a Instituição poderia comunicá-los);</p>
<p>- Virar links em sua página na Internet.</p>
<p>- Ser traduzidos (legendados) e promovidos em Seminários, ou como parte do conteúdo de determinadas disciplinas.</p>
<p>Existem diversas ferramentas (muitas gratuitas) que permitem a edição simplificada de videos, tal como a inserção de legendas.</p>
<p>Entre os cursos em português, destacamos:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>FGV Online</p>
<p><a title="Marketing Educacional" href="http://www5.fgv.br/fgvonline/CursosGratuitos.aspx" target="_blank">A Fundação Getulio Vargas </a>oferece cursos pela internet com carga horária entre 5 e 30 horas sobre finanças pessoais, empreendedorismo, direito e sustentabilidade.<br />
Unicamp</p>
<p><a title="Marketing Educacional" href="http://www.ocw.unicamp.br/index.php" target="_blank">A Universidade Estadual de Campinas </a>disponibiliza todo o material de algumas disciplinas no portal Opencourseware. O centro de computação da instituição também oferece minicursos <a title="Marketing Educacional" href="http://www.ggte.unicamp.br/minicurso/" target="_blank">relacionados à tecnologia da informação</a>.</p>
<p>BMF&amp;Bovespa</p>
<p><a title="Marketing Educacional" href="http://www.bmfbovespa.com.br/pt-br/educacional/cursos/cursos.aspx?idioma=pt-br" target="_blank">A bolsa de valores de São Paulo</a> possui cursos on-line sobre finanças pessoais e mercado de ações.</p>
<p>Sebrae</p>
<p><a title="Marketing Educacional" href="http://www.ead.sebrae.com.br/hotsite/" target="_blank">O Sebrae</a>, instituição de apoio aos pequenos negócios oferece cursos a distância voltados a empreendedores individuais e micro e pequenos empresários.<br />
Receita Federal</p>
<p>Com a intenção de esclarecer dúvidas comuns a empresários, <a title="Marketing Educacional" href="http://www.receita.fazenda.gov.br/atendvirtual/CentroAtendVirtual/ead.htm" target="_blank">a Receita Federal </a>disponibiliza cursos sobre o funcionamento do CNPJ, Simples Nacional e Pedido Eletrônico de Restituição, Ressarcimento ou Reembolso e Declaração de Compensação.<br />
No mundo (sites e aulas em inglês):</p>
<p>Harvard</p>
<p>Por meio da <a title="Marketing Educacional" href="http://www.extension.harvard.edu/open-learning-initiative" target="_blank">iniciativa Open Learning</a>, uma das universidades mais conceituadas do mundo oferece algumas disciplinas inteiras em vídeo.</p>
<p>Berkeley</p>
<p>O campus virtual da <a title="Marketing Educacional" href="http://webcast.berkeley.edu/series.html#c,s%20" target="_blank">Universidade da Califórnia</a> tem vídeos e áudios de disciplinas de 20 departamentos disponíveis para streaming ou download, gravadas ao longo dos últimos seis anos.</p>
<p>Yale</p>
<p><a title="Marketing Educacional" href="http://oyc.yale.edu/" target="_blank">A universidade disponibiliza</a> vídeos de disciplinas introdutórias de diversos departamentos, entre eles economia, ciência política e engenharia biomédica.<br />
MIT</p>
<p>Com um dos acervos mais completos, <a title="Marketing Educacional" href="http://ocw.mit.edu/index.htm" target="_blank">o Massachussetts Institute of Technology</a> disponibiliza recursos de mais de duas mil disciplinas nesse canal, com vídeos das aulas, notas e material didático. As áreas variam entre as mais esperadas quando se pensa no instituto, como tecnologia, engenharia e computação e cursos da área de humanas, como antropologia, artes e estudos de gênero.</p>
<p>Stanford</p>
<p><a title="Marketing Educacional" href="http://itunes.stanford.edu/" target="_blank">Com uma conta no iTunes</a>, é possível baixar vídeo e áudio de várias aulas de Stanford.</p>
<p>UCLA</p>
<p>O <a title="Marketing Educacional" href="http://www.youtube.com/user/UCLACourses#g/p" target="_blank">campus de Los Angeles da Universidade da Califórnia</a> possui um canal no YouTube em que disponibiliza aulas de diversos temas.</p>
<p>NYU</p>
<p>A <a title="Marketing Educacional" href="http://www.nyu.edu/academics/open-education.html" target="_blank">Universidade de Nova York</a> começou em 2009 um programa piloto de educação aberta e hoje disponibiliza material para seis disciplinas, além de um ambiente on-line onde os alunos ao redor do mundo podem discutir os assuntos das aulas.</p>
<p>Google Code University</p>
<p>O <a title="Marketing Educacional" href="http://code.google.com/intl/pt-BR/edu/" target="_blank">Google oferece tutoriais</a> e aulas gratuitas de universidades de várias partes do mundo sobre linguagens de programação como Java e HTML5.</p>
<p><strong>Saiba onde procurar mais:</strong></p>
<p>iTunes U</p>
<p><a title="Marketing Educacional" href="http://www.apple.com/education/itunes-u/" target="_blank">A iTunes Store, loja da Apple recém-chegada ao Brasil</a> mais conhecida por disponibilizar downloads de músicas e filmes, possui um braço acadêmico. Nele, cerca de 400 universidades disponibilizam material de graça (Stanford, Yale e Berkeley são alguns exemplos). Para ter acesso aos vídeos e áudios no computador, iPad ou iPhone é preciso ter cadastro na loja e baixar o aplicativo.</p>
<p>Academic Earth</p>
<p><a title="Marketing Educacional" href="http://www.academicearth.org/" target="_blank">Site que reúne palestras e aulas</a> disponibilizadas por universidades ao redor do globo. Possui ranking das mais assistidas e mais votadas pelos usuários.</p>
<p>Open Culture</p>
<p><a title="Marketing Educacional" href="http://www.openculture.com/%20" target="_blank">Portal que reúne oportunidades</a> de cursos por área profissional e também de idiomas.</p>
<p>Opencourseware Consortium</p>
<p><a title="Marketing Educacional" href="http://www.ocwconsortium.org/" target="_blank">Comunidade que reúne centenas de universidades</a> e instituições de ensino do mundo todo comprometidas com a disseminação do conhecimento, incluindo a maioria das citadas aqui. No site, é possível buscar cursos por país, tema, língua e instituição de ensino.</p>
<p>Pesquise, ainda em: <a title="Marketing Educacional" href="http://www.ted.com" target="_blank">TED</a>, <a title="Marketing Educacional" href="http://pt.wikiversity.org" target="_blank">Wikiversidade</a> e <a title="Marketing Educacional" href="http://www.khanacademy.org" target="_blank">Khan Academy</a>.</p>
<p>Ou acesse nosso blog e encontre posts incríveis sobre o tema como aqueles sobre<a title="Marketing Educacional" href="http://www.tcexp.com.br/novo/2010/07/17/marketing-educacional_internet/" target="_blank"> os domínios underground.edu</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Formamos alunos para a Felicidade?</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/12/31/marketing-educacional-76/</link>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 16:15:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produto]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[O século XXI, tratará como nunca, da busca pela felicidade. Se o século XX foi sobre o capitalismo selvagem, as próximas décadas serão marcadas por uma crescente inversão de valores. Nesse sentido, o site da revista Forbes divulgou uma lista das dez profissões que mais contam com pessoas felizes e das dez carreiras que tornam os seus profissionais... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2011/12/31/marketing-educacional-76/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O século XXI, tratará como nunca, da busca pela felicidade. Se o século XX foi sobre o capitalismo selvagem, as próximas décadas serão marcadas por uma crescente inversão de valores. Nesse sentido, o site da revista <em>Forbes</em> divulgou uma lista das dez profissões que mais contam com pessoas felizes e das dez carreiras que tornam os seus profissionais pessoas infelizes. O ranking é resultado de uma pesquisa realizada pela Universidade de Chicago, nos Estados Unidos.</p>
<p>Um dado que surpreende é que a lista das carreiras que proporcionam menos alegrias está recheada de cargos de grande reconhecimento e bons salários; diferentemente da lista dos mais felizes, cuja remuneração não atinge patamares tão altos.</p>
<p>Os clérigos, por exemplo, ocupam o primeiro posto da lista dos mais felizes.</p>
<p>Profissionais de marketing, por sua vez, ocupam 20% da lista daqueles mais infelizes.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Excelente e Ousado: Ads do &#8220;College for Creative Studies&#8221;</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/12/05/marketing_educacional-34/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 18:58:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Publicidade & Propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing_Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Fazer propaganda ironizando as características de seus atributos requer coragem. Somente centros de excelência, com posicionamento segmentado são capazes de descer do salto e montar peças criativas e geniais. No passado publicamos os Acordes da Subversão no Marketing Educacional Hoje trazemos a incrível campanha do &#8220;College for Creative Studies&#8220;, surreal (ou real em algumas famílias)?... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2011/12/05/marketing_educacional-34/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fazer propaganda ironizando as características de seus atributos requer coragem. Somente centros de excelência, com posicionamento segmentado são capazes de descer do salto e montar peças criativas e geniais. No passado publicamos os <a title="Marketing Educacional" href="http://www.tcexp.com.br/novo/2010/11/02/marketing-educacional-marketing-universitario_subversao/" target="_blank">Acordes da Subversão no Marketing Educacional</a></p>
<p>Hoje trazemos a incrível campanha do &#8220;<a title="Marketing Educacional" href="http://www.collegeforcreativestudies.edu/" target="_blank">College for Creative Studies</a>&#8220;, surreal (ou real em algumas famílias)?</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/12/college-for-creative-studies-marketing_educacional.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4610" title="college-for-creative-studies-marketing_educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/12/college-for-creative-studies-marketing_educacional-300x194.jpg" alt="marketing_educacional" width="300" height="194" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/12/college-for-creative-studies-marketing_educacional2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4611" title="college-for-creative-studies-marketing_educacional2" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/12/college-for-creative-studies-marketing_educacional2-300x194.jpg" alt="marketing_educacional" width="300" height="194" /></a></p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/12/college-for-creative-studies-marketing_educacional3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4612" title="college-for-creative-studies-marketing_educacional3" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/12/college-for-creative-studies-marketing_educacional3-300x194.jpg" alt="marketing_educacional" width="300" height="194" /></a></p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/12/college-for-creative-studies-marketing_educacional4.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4613" title="college-for-creative-studies-marketing_educacional4" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/12/college-for-creative-studies-marketing_educacional4-300x194.jpg" alt="marketing_educacional" width="300" height="194" /></a></p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/12/college-for-creative-studies-marketing_educacional5.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4614" title="college-for-creative-studies-marketing_educacional5" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/12/college-for-creative-studies-marketing_educacional5-300x194.jpg" alt="marketing_educacional" width="300" height="194" /></a></p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/12/college-for-creative-studies-marketing_educacional6.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4615" title="college-for-creative-studies-marketing_educacional6" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/12/college-for-creative-studies-marketing_educacional6-300x194.jpg" alt="marketing_educacional" width="300" height="194" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O CONAR e o fim da &#8220;Louca Festa dos Indicadores&#8221; no Marketing Educacional</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/11/30/marketing-educacional-75/</link>
		<comments>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/11/30/marketing-educacional-75/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 19:08:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Publicidade & Propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Nós adoramos Rankings. De fato em um setor regulamentado (como o Ensino Superior no Brasil), os indicadores governamentais servem de fiel na balança do processo decisório de muitos alunos. Outros privados como o Guia do Estudante da Editora Abril, e alguns Rankings Globais de melhores universidades do mundo, que monitoram e estratificam todas as universidades... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2011/11/30/marketing-educacional-75/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nós adoramos Rankings. De fato em um setor regulamentado (como o Ensino Superior no Brasil), os indicadores governamentais servem de fiel na balança do processo decisório de muitos alunos.</p>
<p>Outros privados como o Guia do Estudante da Editora Abril, e alguns Rankings Globais de melhores universidades do mundo, que monitoram e estratificam todas as universidades brasileiras, servem de apoio e munição a mensagem de muitas IES em busca de qualificadores, posicionadores e diferenciais.</p>
<p><a title="Marketing Educacional" href="http://www.tcexp.com.br/novo/contato/" target="_blank">Se você quiser saber o posicionamento de sua IES em um dos mais respeitados Rankings de Melhores Universidades do Mundo, clique aqui e peça um estudo.</a></p>
<p>O fato é que em um período de publicação de indicadores oficiais do INEP (IGC) e da OAB, algumas IES estão manipulando a exaustão os números em seus processos de comunicação.</p>
<p>Ser &#8220;O Melhor Centro Universitário da Região&#8221;, pode ser uma afirmação válida perante o jurídico de sua IES, mas caso sua região restrinja-se ao quadrilátero de quarteirões onde você atua, certamente essa afirmação poderá ser objeto de contestação no CONAR.</p>
<p>O exemplo acima, é bastante icônico, mas condensa o sentimento de uma série de Gestores de Marketing Educacional que vêem seus concorrentes manipulando as estatísticas a exaustão em suas propagandas. Processar as estatísticas e números é uma arte tão antiga quanto a algebra e a aritmética objeto de reflexões históricas:</p>
<p>&#8220;Os números não mentem, mas os mentirosos fabricam números&#8221;. Itamar Franco<br />
&#8220;Pode-se provar qualquer coisa com os números&#8221;. Thomas Carlyle<br />
&#8220;Fatos são teimosos, mas estatísticas são mais flexíveis&#8221;. Mark Twain<br />
&#8220;Há três tipos de mentiras — mentiras, mentiras deslavadas e estatísticas&#8221;. Benjamin Disraeli</p>
<p>Para corrigir, contudo, malabarismos mais arriscados com os Rankings na propaganda, setores de concorrência mais amadurecida (como o Marketing Industrial) lançam mão recorrentemente ao CONAR &#8211; Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária.</p>
<p>Funciona assim:</p>
<p><strong>1. O anúncio foi veiculado.<br />
</strong>Se alguém (consumidor, concorrente, autoridade pública) sentir-se prejudicado ou ofendido por essa publicidade, poderá apresentar queixa ao CONAR. Falhas poderão também ser detectadas pelo serviço de monitoria do CONAR. Essas hipóteses darão início a um processo que determinará o exame do anúncio pelo Conselho de Ética, composto por representantes das agências de publicidade, dos anunciantes, dos veículos e dos consumidores.<br />
O resultado final, a recomendação do Conselho, poderá determinar a alteração do anúncio ou impedir que ele venha a ser veiculado novamente. A decisão poderá, ainda, propor a Advertência do Anunciante e ou sua Agência e, excepcionalmente, a Divulgação Pública da reprovação do CONAR.<br />
- Se resultar que o anúncio não fere qualquer dispositivo do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, a denúncia será arquivada.</p>
<p><strong>2. O processo. </strong><br />
Quando o anúncio for denunciado pelo CONAR, o anunciante e a agência terão prazo formal para defenderem-se ou oferecerem esclarecimentos. Essa defesa será anexada ao processo e um membro do Conselho de Ética, designado como relator, estudará o caso e emitirá sua opinião. Em sessão de julgamento da respectiva Câmara, o assunto será debatido e levado a votos. Dessa decisão, sempre cabe recurso.</p>
<p><strong>3. As decisões.</strong><br />
As decisões do CONAR são rigorosamente respeitadas pelos veículos de comunicação, que não voltarão a veicular o anúncio reprovado.</p>
<p>Então, está sentindo alguma distorção na mensagem de algum concorrente? <a title="Marketing Educacional" href="http://www.tcexp.com.br/novo/contato/" target="_blank">Saiba como entrar com um processo no CONAR clicando aqui.</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Salvem as Políticas Afirmativas!</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/11/24/marketing-educacional-74/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 01:05:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inteligência de Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Mar]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeiro veio a feminilização do Ensino Superior com a predominância das mulheres nas universidades brasileiras. Uma tendência que veio para acabar com a injustiça histórica de uma sociedade dominada (desde sempre) por homens.  Ainda ha muito a ser feito, mas as mulheres eram, em 2009, segundo dados do Censo do Ensino Superior 55% das matriculas... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2011/11/24/marketing-educacional-74/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiro veio a feminilização do Ensino Superior com a predominância das mulheres nas universidades brasileiras. Uma tendência que veio para acabar com a injustiça histórica de uma sociedade dominada (desde sempre) por homens.  Ainda ha muito a ser feito, mas as mulheres eram, em 2009, segundo dados do Censo do Ensino Superior 55% das matriculas &#8211; mais importante &#8211; 59% dos concluintes!</p>
<p>O Ministério da Educação por meio do fomento as polêmicas &#8220;cotas&#8221;, vêm fazendo uso do Ensino Superior como ferramenta de correção de uma outra aberração histórica: a assustadora predominância de brancos, em uma sociedade com uma enorme participação de negros.</p>
<p>E pensar que ainda persiste o pensamento contrario as cotas. O fato concreto é que as Politicas Afirmativas foram algumas das mais importantes ações provenientes do MEC nos últimos anos. Ainda que a reserva de vagas tenha sido um fator importante, o principal motor do acesso aos negros a acadêmica, veio por meio de seu acesso as vagas das IES Privadas, reforçando seu papel na democratização do Ensino Superior no país.</p>
<p>A matéria abaixo, foi publicada hoje na <a title="Marketing Educacional" href="http://www.folha.uol.com.br/" target="_blank">Folha de São Paulo</a>.</p>
<p>Dez anos após a implantação das primeiras leis de cotas no país –no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul–, ao menos ou 23% das vagas em universidades públicas são reservadas para políticas de ação afirmativa.</p>
<p>O dado é de um estudo do Grupo de Estudos Multidisciplinares de Ações Afirmativas (da Universidade do Estado do Rio de Janeiro).</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Politicas_Afirmativas_Marketing_Educacional.jpg"><img title="Politicas_Afirmativas_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Politicas_Afirmativas_Marketing_Educacional-300x157.jpg" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="157" /></a></p>
<p>Isso representa cerca de 54 mil vagas. Porém, foram as instituições privadas as principais responsáveis pelo aumento da proporção de pretos e pardos no ensino superior.</p>
<p>Dados tabulados pela <strong>Folha</strong> a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE mostram que, no ensino superior, a proporção de autodeclarados pretos e pardos cresceu de 21% para 35% de 2001 a 2009.</p>
<p>No ensino superior público, o aumento foi de 314 mil para 530 mil, uma variação de 69%. No privado, o crescimento foi de 264%, de 447 mil para 1,6 milhão.<br />
No total da população, a proporção desses grupos variou de 46% para 51%.</p>
<p>O sociólogo Simon Schwartzman, presidente do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade, lembra que o aumento da proporção de pretos e pardos já havia acontecido no ensino médio por causa da expansão das matrículas nesse setor.</p>
<p>“No caso do ensino superior, como foi o setor privado que mais cresceu, foi nele também que ocorreu o maior aumento de pretos e pardos”, afirma.</p>
<p><strong>PÚBLICAS</strong></p>
<p><strong><br />
</strong>Entre as 98 universidades públicas do país, 70 adotam alguma ação afirmativa, segundo o estudo da Uerj.</p>
<p>Uma dessas vagas foi ocupada pela médica recém-formada Mariana Ribeiro, 27, na Uerj. “Na minha turma, não vi grandes disparidades entre os que passaram via cotas e os demais”, afirma ela.</p>
<p>“É um processo que leva tempo. Corrigir tudo pela política de cotas é difícil, mas ela é melhor do que o que tínhamos antes, que era nada”, afirma João Feres, um dos autores do estudo.</p>
<p>Hoje, ao menos 18 universidades públicas já formaram cotistas. Sete delas fizeram avaliações.</p>
<p>Na UnB e nas universidades do Estado do Rio de Janeiro, da Bahia e Estadual de Londrina os alunos cotistas tiveram resultados quase iguais aos dos não cotistas.</p>
<p>Na Federal de Juiz de Fora (na área de ciência e tecnologia) e estadual de Montes Claros o desempenho dos não cotistas foi superior.</p>
<p>Já na Universidade Federal da Bahia, eles tiveram avanço superior aos demais durante os cursos.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Em busca do formulário perfeito!</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/11/24/marketing-educacional-73/</link>
		<comments>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/11/24/marketing-educacional-73/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 22:16:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[CRM]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando um usuário, seu futuro aluno, dedica tempo suficiente em seu site para se interessar por um de seus cursos, a ponto de decidir saber mais informações ou – até mesmo – se inscrever em um Processo Seletivo, nada gera uma fuga (turn-off) maior do que um formulário, inacessível, inutilizável ou longo demais. Um formulário... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2011/11/24/marketing-educacional-73/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando um usuário, seu futuro aluno, dedica tempo suficiente em seu site para se interessar por um de seus cursos, a ponto de decidir saber mais informações ou – até mesmo – se inscrever em um Processo Seletivo, nada gera uma fuga (turn-off) maior do que um formulário, inacessível, inutilizável ou longo demais.</p>
<p>Um formulário pode ser desenvolvido com diversas funções e consideramos “um formulário” qualquer campo no qual um usuário, seja ele um futuro aluno, um aluno atual ou um influenciador qualquer, interaja com seu site.</p>
<p>Pode ser desde uma “check box”, aqueles campos únicos que marcamos ao “acordar com um termo de uso”, ou “concordar em receber um e-mail da Instituição”, até um cadastro para o recebimento de mais informações, uma ficha de inscrição em um processo seletivo, ou uma ficha de matrícula em uma hierarquia de concessão de dados ascendente.</p>
<p>E para cada um desses níveis no relacionamento, existem algumas regras lapidares.</p>
<p>O Gestor de Marketing Educacional precisa ter certeza, entre outros, que esses formulários são convenientes, fáceis de usar e, claro, bem apresentáveis, para qualquer usuário (ou futuro aluno) preenchê-los seja qual for a sua finalidade.</p>
<p>Entre as regras mais recentes, oriundas de modernos testes de usabilidade e arquitetura de informação, por exemplo, concluímos que o “cadastro perfeito”, os primeiros dados que um futuro aluno submete a uma IES deve ser composto por:</p>
<p>- Nome;</p>
<p>- E-Mail;</p>
<p>- Telefone</p>
<p>O preenchimento correto desses campos passa a configurar um Lead (um Prospect na linguagem técnica). Esse usuário está solicitando um feedback por meio de dois canais: E-Mail e Telefone.</p>
<p>As análises avançadas em CRM apontam, ainda, que cada campo adicionado em um Formulário representa uma perda percentual de acessos. Adicionar um campo CEP, por exemplo, no “cadastro perfeito”, representaria um número menor de LEADS gerados. Inserir o campo “Endereço”, ainda, representaria uma quebra muito maior. <a title="Marketing Educacional" href="http://www.tcexp.com.br/novo/contato/" target="_blank">Para saber mais sobre como desenvolver formulários com foco em alta performance de conversão clique aqui.</a></p>
<p>Abaixo vamos explorar as inúmeras ferramentas e recursos para a concepção de formulários para sites (analisando os mais importantes cases da internet) e mostraremos como utilizar essas ferramentas para o benefício da sua IES e para criar o “Formulário Perfeito”, que vai ajudar sua Instituição a maximizar as conversões, matrículas, preenchimentos, ou qualquer outro uso para o qual você esteja planejando para esses formulários e, ainda, captar os dados fundamentais para a conclusão do processo de matrícula.</p>
<p>O TEMPO DE RESPOSTA PERFEITO</p>
<p>Existem ainda algumas analises mais avançadas que falam do tempo (timing) de resposta. O tempo ideal, segundo essas análises, seria o Real Time. Com uma tolerância de poucos minutos esse usuário, ou futuro aluno, receberia um contato qualificado que aprofundaria o relacionamento. Empresas com avançados sistemas de atendimento e relacionamento com clientes (CRM, acrônimo da expressão em inglês Costumer Relationship Management), vêm mapeando a curva de perda de clientes a partir do Marco Zero do preenchimento de um Formulário. Minutos, tornam-se horas, que se tornam dias e os clientes – ao serem segmentados nesses grupos de atendimento (dos que foram atendidos próximos ao Marco Zero, até os que receberam um contato dias depois) – tendem a evadir-se em progressão geométrica da base de uma organização.</p>
<p>O conceito é obvio. No Marco Zero o cliente abriu canais de venda e declarou, dessa forma, o interesse em receber informações. A demanda está quente, assim como seu interesse em receber as informações complementares que fundamentarão seu processo de decisão.</p>
<p>Sabemos que no segmento educacional os estudantes consultam em média seis portais de Instituições (diversas vezes) até decidirem-se por duas para a Inscrição no Processo Seletivo e – também – por duas para sua matrícula (o índice de reprovação nas universidades privadas brasileiras é estatisticamente irrelevante). Podemos admitir com bastante precisão, portanto, que parte substancial de seus cadastros entra simultaneamente na lista do Software de CRM de seus concorrentes.</p>
<p>E a partir de então, parte importante de sua decisão será baseada na velocidade do retorno e na qualidade desse contato.</p>
<p>O QUE CONSIDERAR AO PROJETAR O “FORMULÁRIO PERFEITO”, PORTANTO?</p>
<p>As seções a seguir são destinadas a inspirá-lo com novas ideias para criar o formulário perfeito para o site de sua IES.</p>
<p>Lembre-se, cada site – assim como cada formulário – tem seu próprio propósito e necessidades quando se trata de formas, por isso ao ler este documento, é importante manter o seu público, gênero site, e propósito do formulário em mente.</p>
<p>Uma das “regras de ouro” na confecção de “Formulários”, que precisa ser enfatizada é a simplicidade. Formulários são, antes de tudo, sobre como fazer da forma mais fácil, dinâmica e tranquila, possível as pessoas lhe darem seu “tempo”, seu “dinheiro”, ou seus declararem seus “interesses”.</p>
<p>CUSTOS VERSUS VALOR</p>
<p>Sabemos que entre os custos percebidos, além do financeiro, estão outros relacionados a conveniência e status. No exemplo do box acima, quanto maior o tempo de resposta maior o custo de espera de um futuro aluno. Por outro lado cada novo campo em um formulário ou cada novo formulário em um processo de inscrição aumentam os custos de espera e de concessão de dados. Instituições com compostos de valor bem definidos, diferenciadas e bem posicionadas, podem cobrar mais “dados” de seus usuários / futuros alunos. Por outro lado IES com orientações e necessidades comerciais imperativas, precisam ser proporcionalmente convenientes nos processos de cadastro, inscrição etc.</p>
<p>MENOS É MAIS.</p>
<p>Se você tem um formulário complicado, difícil de usar, você vai perder a atenção dos seus leitores. Em formulários “Menos é Mais”.</p>
<p>Ao criar o seu formulário, lembre-se que “menos é mais”. Quanto menos campos os seus visitantes / futuros alunos tiverem que preencher mais eles irão – realmente &#8211; completar o processo de submissão. Vamos dar uma olhada em alguns formulários on-line para explorar o que faz Flutuar ou Afundar empresas nesse oceano de sites.<br />
Vamos, antes de tudo, analisar duas empresas que predominaram em gerações distintas da Internet.</p>
<p>O formulário de cadastro do Facebook possui apenas três campos principais. Possui, ainda duas informações adicionais (data de nascimento e sexo), claramente secundárias.</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Facebook_Marketing_Educacional.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4574" title="Facebook_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Facebook_Marketing_Educacional-300x164.jpg" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="164" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esta simplicidade tornou fácil para 800 milhões de pessoas (11% da raça humana, na verdade) se inscreverem em seu serviço em poucos meses.</p>
<p>Por outro lado o formulário de abertura do MySpace, rede social que predominou até meados dos anos 2000, possuía, no momento da virada do Facebook (uma das razões – incluídas no rol de razões – dessa “virada”) diversos campos.</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Myspace_Marketing_Educacional.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4575" title="Myspace_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Myspace_Marketing_Educacional-242x300.jpg" alt="Marketing_Educacional" width="242" height="300" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em primeiro lugar, o formulário do My Space era uma “página interior”. Diferentemente do Facebook, os usuários tinham que, primeiramente, visitar a página inicial da Rede Social, clicar em &#8220;sign up&#8221;, para ter acesso ao formulário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em segundo lugar, esse formulário era composto de quatorze áreas de informação para os usuários preencherem (incluindo o CAPTCHA – um recurso de validação de acessos absolutamente desnecessário para Instituições de Ensino). Quatorze!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não admira Facebook ter ultrapassado – em muito MySpace – (de acordo com Alexa), já em 2009 (quando das impressões de páginas acima).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Alexa_Marketing_Educacional.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4576" title="Alexa_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Alexa_Marketing_Educacional-300x246.jpg" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="246" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E consolidado sua prevalência, sobre a obsolescência do My Space, como o relatório mais recente do Alexa (dados do mercado Norte Americano).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Alexa_Marketing_Educacional21.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4578" title="Alexa_Marketing_Educacional2" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Alexa_Marketing_Educacional21-300x190.jpg" alt="Marketing_Educacional2" width="300" height="190" /></a></p>
<p>Outro modelo – contemporâneo – de “Mais é Menos” é o Twitter.</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Twitter_Marketing_Educacional.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4579" title="Twitter_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Twitter_Marketing_Educacional-300x225.jpg" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Ainda que o “Cadastro” do Twitter seja uma página interna e ele possua o mecanismo de CAPTCHA (o Facebook possui esse mecanismo, importante para portais objetos de hacker de todas as naturezas), são apenas 4 campos de preenchimento.</p>
<p>DESTAQUE NA PÁGINA</p>
<p>Mesmo que o seu formulário seja simples e fácil de usar, uma vez que a arquitetura da informação de seu site e seus objetivos de Usabilidade não seja o “cadastro como fim” (como é o caso do Facebook) ele não surtirá efeito nenhum caso seus usuários não o encontrem com facilidade em seu site.<br />
Ter um formulário em destaque, ou um link para esse formulário, é essencial para a racionalização do fluxo de acesso de seus visitantes.</p>
<p>Abaixo, exemplos de sites que têm encontrado lugares para formulários &#8211; na arquitetura da informação de seus portais – mais amigáveis para os usuários.</p>
<p>WordPress.com.</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/wordpress_marketing_educacional.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4580" title="wordpress_marketing_educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/wordpress_marketing_educacional-300x282.jpg" alt="marketing_educacional" width="300" height="282" /></a></p>
<p>O WordPress coloca um grande botão para acesso ao seu formulário no topo do seu site, , ao lado direito, dando-lhe mais destaque, cor e atenção.</p>
<p>Uma vez que um usuário clica nesse botão, o formulário aparece ocupando a tela inteira.</p>
<p>Abaixo, a Netflix coloca formulário de inscrição inserido na página inicial. Com apenas quatro campos para preencher, Netflix tornou extremamente rápido e fácil para os novos visitantes realizarem uma degustação gratuita e imediata. Isto tem contribuído para o sucesso fenomenal da empresa.</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Netflix_Marketing_Educacional.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4581" title="Netflix_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Netflix_Marketing_Educacional-300x225.jpg" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="225" /></a></p>
<p>A Blockbuster, tentou, por meio da oferta de um serviço muito similar, salvar-se da falência. Abaixo seu portal, na ocasião:</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Blockbuster_Marketing_Educacional.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4582" title="Blockbuster_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Blockbuster_Marketing_Educacional-274x300.jpg" alt="Marketing_Educacional" width="274" height="300" /></a></p>
<p>Na ocasião a comparação do Design da Informação dos dois sites, comparados a performance das duas empresas (que possuíam o mesmo modelo de negócios, ainda que a Blockbuster possuísse a enorme vantagem do reconhecimento da marca), tornou-se um hit de teses em todo o mundo.<br />
O conteúdo do portal da Blockbuster era claramente mais poluído e pesado, com homepage sobrecarregada de imagens.<br />
Os links para inscrição eram dois na ocasião: um pequeno link abaixo da navegação, e uma imagem colocada entre os anúncios do lado direito.<br />
Abaixo a realidade atual das duas companhias nos dias de hoje.</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/A_lexa_Marketing_Educacional.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4583" title="A_lexa_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/A_lexa_Marketing_Educacional-300x190.jpg" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="190" /></a></p>
<p>MAS PREENCHENDO TRÊS CAMPOS EU ASSINO O FACEBOOK?</p>
<p>A resposta a pergunta acima é: “de forma nenhuma”. Assim como preenchendo 4 Campos do Cadastro Inicial de uma IES, ninguém está inscrito em seu Processo Seletivo.<br />
Por questões diversas, assinar o Facebook demanda a inserções de uma série de dados adicionais. Em alguns países o cadastro precisa atender a realidades regionais e pré-requisitos de dados impostos pelos Comitês Gestores da Internet daquelas nações.<br />
No Brasil, são três Etapas. Todas elas mercadológicas e certamente importantes para o modelo de negócios da organização. Todos os passos são, ainda, optativos e podem ser preenchidos posteriormente.</p>
<p>Passo 1.</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Facebook_2_Marketing_Educacional.jpg.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-4584" title="Facebook_2_Marketing_Educacional.jpg" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Facebook_2_Marketing_Educacional.jpg-300x204.gif" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="204" /></a></p>
<p>Passo 2.</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Facebook_3_Marketing_Educacional.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-4585" title="Facebook_3_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Facebook_3_Marketing_Educacional-300x159.gif" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="159" /></a></p>
<p>Passo 3.</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Facebook_4_Marketing_Educacional.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-4586" title="Facebook_4_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Facebook_4_Marketing_Educacional-300x154.gif" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="154" /></a></p>
<p>CONCLUSÕES.</p>
<p>- É importante distinguir Cadastros, Formulários, e Fichas de Inscrição ou Processos de Matrículas, no Processo Seletivo da Instituição.</p>
<p>- É fundamental que a Instituição analise friamente as REAIS NECESSIDADES de captação de dados em cada uma das ETAPAS supracitadas.</p>
<p>- É importante desenhar a arquitetura da informação dessas ETAPAS criando uma hierarquia ascendente de custos para seus usuários / futuros alunos, demandando menos informações na página inicial.</p>
<p>- Se possível o Link para o formulário deve ter grande destaque em sua home page, que deve ter menos elementos de desvio do acesso.</p>
<p>- A resposta deve ser imediata a entrada do Lead. Quanto mais tempo se passa do Marco Inicial do contato, menor a chance de conversão.</p>
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		<item>
		<title>&#8220;Brasil gasta o triplo com preso do que com aluno universitário&#8221; (NE: poderia ser 6x)</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 04:20:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inteligência de Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing_Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Nota do Editor: O Globo publicou uma bela reportagem comparando o custo de um aluno universitário com presidiário. Um excelente exercício de estatística. Faltou, no entanto, as inferências necessárias sobre O CUSTO DO ALUNO UNIVERSITÁRIO no sistema publico brasileiro. Uma aberração estatística onde o CUSTO MENSAL de um estudante orbita em R$ 1.250,00, em um... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2011/11/22/marketing_educacional-33/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nota do Editor: O Globo publicou uma bela reportagem comparando o custo de um aluno universitário com presidiário. Um excelente exercício de estatística. Faltou, no entanto, as inferências necessárias sobre O CUSTO DO ALUNO UNIVERSITÁRIO no sistema publico brasileiro. Uma aberração estatística onde o CUSTO MENSAL de um estudante orbita em R$ 1.250,00, em um contexto de milhões de vagas ociosas o Ensino Superior, e um ticket médio de R$ 400,00 nessas organizações. Se o governo brasileiro terceirizasse &#8211; como faz em outras áreas da administração pública &#8211; essa gestão, COMPRANDO A OCIOSIDADE DO ENSINO SUPERIOR, um aluno universitário do sistema publico, se multiplicaria por mais de 3. Após o desabafo, segue a matéria &#8211; excelente leitura para o gestor de Marketing Educacional.</strong></p>
<p>Abaixo a reportagem:</p>
<p>Enquanto o país investe mais de R$ 40 mil por ano em cada preso em um presídio federal, gasta uma média de R$ 15 mil anualmente com cada aluno do ensino superior — cerca de um terço do valor gasto com os detentos. Já na comparação entre detentos de presídios estaduais, onde está a maior parte da população carcerária, e alunos do ensino médio (nível de ensino a cargo dos governos estaduais), a distância é ainda maior: são gastos, em média, R$ 21 mil por ano com cada preso — nove vezes mais do que o gasto por aluno no ensino médio por ano, R$ 2,3 mil. Para pesquisadores tanto de segurança pública quanto de educação, o contraste de investimentos explicita dois problemas centrais na condução desses setores no país: o baixo valor investido na educação e a ineficiência do gasto com o sistema prisional.<br />
Apenas considerando as matrículas atuais, o chamado investimento público direto por aluno no país deveria ser hoje, no mínimo, de 40% a 50% maior, aponta a Campanha Nacional pelo Direito à Educação, que desenvolveu um cálculo, chamado custo aluno-qualidade, considerando gastos (de salário do magistério a equipamentos) para uma oferta de ensino de qualidade.<br />
— Para garantir a realização de todas as metas do Plano Nacional de Educação que está tramitando no Congresso, seriam necessários R$ 327 bilhões por ano, o que dobra o investimento em educação — afirma Daniel Cara, coordenador da campanha.<br />
　<br />
Verbas minguadas para educação<br />
　<br />
Para Cara, não seria o caso de falar em sobreinvestimento no preso, &#8220;até porque vemos como é precária a situação das penitenciárias brasileiras&#8221;, e porque, lembra ele, a prisão é uma &#8220;instituição total, o preso vive lá&#8221;:<br />
— Mas há, sem dúvida, subinvestimento em educação. O que é mais grave se considerarmos que, nos direitos sociais, a educação é o que abre as portas para os outros direitos. A violência não vem pela pobreza, vem pela desigualdade. Por isso, um investimento maior no conjunto dos direitos sociais, e aí se inclui a educação, poderia diminuir a despesa com segurança.<br />
O gasto com educação poderia melhorar com maior foco na aprendizagem, destaca Mozart Neves Ramos, do Todos pela Educação e do Conselho Nacional de Educação (CNE):<br />
— É verdade que o Brasil ainda investe pouco na educação básica, e mais dinheiro é fundamental. No entanto, é necessário que a verba chegue à escola e que seja mais bem aplicada. Melhorar a eficiência da gestão dos recursos é importantíssimo. Uma boa gestão pode criar uma escola motivadora. E um aluno que tem sucesso escolar raramente abandona a escola e está mais longe de ser preso.<br />
— Minha mãe, que está presa há três meses, estudou só até a 2 série. Eu acredito que ela está presa também por conta do pouco conhecimento que tem. Nunca soube que carreira seguir, nunca teve um ensino que a fizesse ter alguma perspectiva — diz Debora Magalhães, filha de Vitânia, presa por tráfico de drogas em Bangu.<br />
Secretário estadual de Educação do Rio, Wilson Risolia diz que o país está preferindo &#8220;gastar mais com o sinistro do que com o seguro&#8221;:<br />
— É uma irracionalidade, um passivo que o Estado precisa resolver. Nos países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o custo por aluno no nível superior é cerca de três vezes maior do que na educação básica. No Brasil, é bem maior (mais de seis vezes). Mas não é suficiente aumentar o gasto, é preciso melhorar a qualidade. No Rio, fizemos uma recontagem de alunos e vimos que havia 120 mil que, apesar de constarem na base de dados, não eram mais da rede. A verba era passada para alunos que não existiam; um número X de provas ia para o colégio, e parte era jogada no lixo, por exemplo. Corrigindo, foram R$ 111 milhões alocados em outros lugares.<br />
Apesar de a diferença entre o custo do aluno universitário e o do preso em presídios federais ser menor, ela é o que choca, diz o sociólogo Michel Misse, professor da UFRJ:<br />
— Esse é um dado impressionante, porque o custo de um universitário, pelos gastos que uma universidade deve ter com pesquisa, deveria ser bem maior. É o custo de você formar um cientista, um médico, um engenheiro — afirma Misse, para quem, porém, não se deve pensar que uma prisão custe pouco. — O preso mora lá, e um aluno não mora na escola. O problema é analisar o gasto que se tem em relação às condições dos presídios.<br />
Presidente do Conselho Nacional de Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Administração Penitenciária (Consej), Carlos Lélio Lauria Ferreira diz que quanto mais baixo o custo com o preso, piores as condições:<br />
— O preço varia de acordo com o tratamento. Se o valor é baixo, desconfie. A alimentação pode ser lavagem. No Brasil, a média de custo de um preso num presídio estadual é de R$ 1,7 mil por mês. Mas nessa conta não está incluído o custo social e previdenciário. No presídio federal, o custo é mais elevado. O aparato tecnológico é caro, os salários dos servidores são mais altos e o número de agentes por preso é maior. Graças a isso, o país não gasta menos de 7 mil por preso ao mês.<br />
— Apesar de investirmos tanto, as condições de regenerar alguém são mínimas. A pessoa é, na maioria das vezes, submetida a condições que a torna pior. É como se negássemos outra oportunidade — conclui Mozart.</p>
<p>Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/educacao/brasil-gasta-com-presos-quase-triplo-do-custo-por-aluno-3283167#ixzz1eP6sQ1nr<br />
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