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	<title>The Campus Experience - Marketing Educacional &#187; Homepage</title>
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	<description>Marketing Educacional. A arte de captar, reter e fidelizar alunos. Desde 2007, a referência em conhecimento para o gestor de marketing de instituições de ensino superior.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 09 Feb 2012 14:39:13 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Belo Infográfico sobre Marketing Educacional em inglês.</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2012/02/09/marketing-educacional-91/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 14:36:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/02/Infografico_Marketing_Educacional.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-4689" title="Infografico_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/02/Infografico_Marketing_Educacional-78x300.png" alt="" width="78" height="300" /></a></p>
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		<title>As três gestões do Marketing Educacional.</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2012/01/23/marketing-educacional-90/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 21:15:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[CRM]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[É possível sistematizar o marketing para instituições de ensino, segmentando-o em três grandes gestões, sinérgicas e complementares, mas independentes e sujeitas a indicadores individuais. Seriam a “Gestão da Comunicação”, a “Gestão Comercial” e a “Gestão do Relacionamento” e seu fluxo funcionaria segundo o diagrama abaixo: Do lado esquerdo, temos as principais ferramentas de gestão de... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2012/01/23/marketing-educacional-90/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É possível sistematizar o marketing para instituições de ensino, segmentando-o em três grandes gestões, sinérgicas e complementares, mas independentes e sujeitas a indicadores individuais.</p>
<p>Seriam a “Gestão da Comunicação”, a “Gestão Comercial” e a “Gestão do Relacionamento” e seu fluxo funcionaria segundo o diagrama abaixo:</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/3_gestões_marketing_educacional.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4669" title="3_gestões_marketing_educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/3_gestões_marketing_educacional-300x181.jpg" alt="marketing_educacional" width="300" height="181" /></a></p>
<p>Do lado esquerdo, temos as principais ferramentas de gestão de marketing disponíveis para escolas e instituições de ensino e o seu grau de incidência, indo do vermelho para o amarelo de acordo com a importância. Do lado direito às três gestões e seus “funis” de conversão. Toda <strong>“gestão” </strong>é orientada para um objetivo comum. A conquista desses objetivos vem da administração de pessoas e ferramentas por meio de processos.</p>
<p>Todo o processo de gestão de marketing inicia-se com o posicionamento de uma organização ou de um produto ou serviço (curso) para um determinado segmento. A esse trabalho chamamos de priorização. O posicionamento (e a segmentação) pode ser regional, pode ser econômico, demográfico ou sócio cultural. O fato é que sem um posicionamento claro, é impossível segmentar um publico alvo e assim agir com precisão.</p>
<p><strong>Posicionamento e Segmentação seriam as duas faces de uma mesma moeda.</strong></p>
<p>No caso de instituições de ensino (com foco naquelas de Ensino Superior) em uma ponta das três gestões temos a <strong>“sociedade”</strong> e no estremo contrário os <strong>“formandos”</strong>.</p>
<p>As três gestões de marketing objetivam, portanto captar na sociedade os futuros alunos da organização e processá-los até que se tornem egressos.</p>
<p>Fragmentando o processo por gestão, a Gestão da Comunicação objetiva, por meio de “Campanhas de Captação” recrutar clientes na sociedade, início, e transformá-los em cadastros (leads), fim.</p>
<p>Essa gestão tem, portanto, como principais elementos o Mix Promocional e o Marketing Digital e deve ser orientada pela segmentação de clientes potenciais – por meio do posicionamento da organização. O Mix Promocional utilizado para atender o publico de um curso posicionado para a Classe A, será diferente do Mix para a Classe C, em uma segmentação por Classe Econômica. Da mesma forma, em outro exemplo – uma segmentação geográfica, com um campus (ou escola) localizado em uma determinada região – não central &#8211; de uma grande cidade demandará um Mix de Veículos que permita esse corte espacial.</p>
<p><strong><em>Lembrando que veículos de comunicação de massa permitem a segmentação por meio de sua grade de seus canais e sua grade de programação.</em></strong></p>
<p>O Marketing Digital, por sua vez, permite uma série de composições de estratégias que vão da propaganda em grandes portais ao marketing em mecanismos de busca.</p>
<p>Ilustrando, conseguimos posicionar o melhor Mix de Veículos de acordo com a necessidade de segmentação oriunda do posicionamento de nossos cursos:</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/Segmentação_Marketing_Educacional1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4671" title="Segmentação_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/Segmentação_Marketing_Educacional1-300x300.jpg" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="300" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As pesquisas mais recentes de Marketing Educacional, apontam que as ações da Gestão da Comunicação off line, levam os futuros alunos para uma pesquisa on line. Essa pesquisa envolve uma série de buscas (no Google, especificamente) além da troca de referências e indicações em Redes Sociais. As “indicações”, que sempre figuraram como resposta a pergunta “Como ficou sabendo de nossa escola?” hoje ocorrem majoritariamente nessas interfaces.</p>
<p>Cabe ressaltar que o papel das agências de propaganda, não acompanhou a necessidade do Marketing Educacional e – hoje – restringe-se a Gestão da Comunicação, apenas. São poucas aquelas que ampliam seu papel e assumem a responsabilidade sobre a continuidade do processo e o resultado final de uma Campanha.</p>
<p><strong>Gestão Comercial</strong></p>
<p>O cadastro e a geração de leads qualificados, objetivo e principal indicador de desempenho da Gestão da Comunicação mudou nos últimos anos, com a consolidação desse novo <em>“fluxo de decisão por soluções educacionais”</em>.</p>
<p>A <em>“geração de cadastros em visitas”</em>, de outrora, deu lugar à <em>“geração de cadastros em visitas ao portal”</em>. <strong>A geração desses “leads”, contudo, é um meio e não um fim</strong>. Os cadastros precisam ser administrados até tornarem-se novas matrículas, e essa administração é chamada “Gestão Comercial”.</p>
<p>Em uma engenharia reversa para cada nova matrícula (Ingresso), em média no Brasil, segundo o Censo do INEP, no Ensino Superior Privado, existiu 2,1 inscritos. Em muitos casos, esses números são ainda mais elevados, com relações acima de 10 Inscritos para cada Ingresso.</p>
<p>A Inscrição (na maioria das vezes, sujeita a confirmação mediante pagamento), resulta de um processo de Gestão Comercial sobre os cadastros (leads). Uma Instituição que possua uma relação de conversão de leads, de 33% terá – portanto – uma matricula para cada seis cadastros.</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/Matricula_Lead_Marketing_Educacional.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4672" title="Matricula_Lead_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/Matricula_Lead_Marketing_Educacional-300x181.jpg" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="181" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assim como (no primeiro diagrama) as ferramentas do Mix de Veículos (Feiras de Estudantes, Televisão, Radio Outdoor e Google – Links Patrocinados) incidem na “Gestão da Comunicação”, a gestão comercial só é possível com a implantação de políticas de CRM (acrônimo em inglês para a Gestão do Relacionamento com o Cliente).</p>
<p>Uma vez matriculado o novo alunos e finalizada a campanha de captação, entra em cena a terceira gestão do Marketing Educacional.</p>
<p><strong>Gestão do Relacionamento</strong></p>
<p>No caso de serviços educacionais, a matrícula é apenas o início de uma venda. A “primeira parcela”. A “venda”, lançando mão dessa palavra na ausência de um sinônimo mais adequado, somente será finalizada, no serviço educacional, na conclusão do curso. Em escolas de educação básica, esse ciclo é anual. Em cursos superiores, ou outros livres, não.</p>
<p>E aqui reside um ponto critico das instituições de ensino (especificamente daquelas de privadas ensino superior). <strong>As vendas não concluídas são enormes. </strong></p>
<p>Da relação entre Ingressos e Concluintes, chegamos a uma Taxa de Titulação. Em algumas Universidades apenas 1 em cada 4 novos alunos irão graduar-se. Na média 50% (um em cada 2), conclui o curso.</p>
<p><strong>Abaixo as relações das seis maiores IES privadas do país:</strong></p>
<p><strong></strong><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/Taxa_Titulação_Marketing_Educacional.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4673" title="Taxa_Titulação_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/Taxa_Titulação_Marketing_Educacional-300x95.jpg" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="95" /></a></p>
<p>Em uma visão sistêmica, ainda, esse egresso pode retornar a gestão comercial como um cadastro para compra de Pós Graduação. Quantos mais alunos, depois de formados, adquirirem uma nova matrícula, maior será a fidelização.</p>
<p>A fidelização é vital e é o Indicador de Desempenho mais importante de marketing. As ferramentas da Gestão do Relacionamento irão garantir um incremento na Taxa de Titulação por um lado, garantindo – ainda – a melhoria da satisfação desses estudantes.</p>
<p>Não basta apenas criar conveniência no processo educativo. O papel da gestão do relacionamento deve gerar – também – o encantamento nesse processo. A retenção e a melhoria dos indicadores são a consequência direta dessa satisfação.</p>
<p>Entender a gestão de marketing educacional como resultado dessas três gestões específicas, é ver o todo por suas partes e trazer mais eficiência e sustentabilidade ao crescimento da escola.</p>
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		<title>Os Ciclo de Vida dos Cursos Superiores</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2012/01/20/marketing-educacional-80/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 21:34:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inteligência de Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2009 existiam em funcionamento no Brasil 64.023 cursos superiores em todas as modalidades desse nível de ensino. Desse total, 86% (54778) foram criados nos anos 2000, 7% (4233) nos anos 90, 2% (1085) nos anos 80 e os demais antes de 1979. Criamos mais cursos nos 24 meses entre 2008 e 2009, que a... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2012/01/20/marketing-educacional-80/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2009 existiam em funcionamento no Brasil 64.023 cursos superiores em todas as modalidades desse nível de ensino. Desse total, 86% (54778) foram criados</p>
<p>nos anos 2000, 7% (4233) nos anos 90, 2% (1085) nos anos 80 e os demais antes de 1979.</p>
<p><strong>Criamos mais cursos nos 24 meses entre 2008 e 2009, que a soma de todos os cursos (ainda em funcionamento) criados até 1999.</strong></p>
<p>Apenas nos 48 meses, entre 2006 e 2009 foram criados 33.985 cursos no país (53% do total).</p>
<p>O primeiro curso superior brasileiro cadastrado no MEC e ainda em funcionamento em 2009 é o curso de direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul</p>
<p>criado em 1/3/1900. O mais antigo curso do Brasil, ainda em operação, portanto. De todos os cursos criados naquela primeira década do século passado, apenas</p>
<p>13 ainda funcionam.</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/Cursos_Brasil_Marketing_Educacional21.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4657" title="Cursos_Brasil_Marketing_Educacional2" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/Cursos_Brasil_Marketing_Educacional21-300x167.jpg" alt="Marketing_Educacional2" width="300" height="167" /></a></p>
<p>- Dos 3995 cursos criados em 2009, 1829 (46%) não lançaram vagas em processos seletivos. Os 2167 restantes tiveram uma relação candidatos vaga média, de 3,27.</p>
<p>- Dos 6566 cursos, criados em 2008, ainda em funcionamento em 2009, 4549 (69%) não lançaram vagas naquele processo seletivo. Os 2017 demais tiveram uma relação candidatos vaga proxima a 1,96.</p>
<p>- Dos 9273 cursos, criados em 2007, ainda em funcionamento em 2009, 7127 (77%) não lançaram vagas naquele processo seletivo. Os 2148 demais tiveram uma relação candidatos vaga proxima a 2,12.</p>
<p>- Dos 14151 cursos, criados em 2006, ainda em funcionamento em 2009, 11888 (84%) não lançaram vagas naquele processo seletivo. Os 2263 demais tiveram uma relação candidatos vaga proxima a 2,63.</p>
<p>- Dos 9828 cursos, criados em 2005, ainda em funcionamento em 2009, 8061 (82%) não lançaram vagas naquele processo seletivo. Os 1767 demais tiveram uma relação candidatos vaga proxima a 1,81.</p>
<p>- Dos 3373 cursos, criados em 2004, ainda em funcionamento em 2009, 1805 (54%) não lançaram vagas naquele processo seletivo. Os 1591 demais tiveram uma relação candidatos vaga proxima a 2,1.</p>
<p>- Dos 2483 cursos, criados em 2003, ainda em funcionamento em 2009, 1072 (43%) não lançaram vagas naquele processo seletivo. Os 1072 demais tiveram uma relação candidatos vaga proxima a 2,1.</p>
<p>- Dos 1874 cursos, criados em 2002, ainda em funcionamento em 2009, 367 (19%) não lançaram vagas naquele processo seletivo. Os 1507 demais tiveram uma relação candidatos vaga proxima a 2,2.</p>
<p>- Dos 1710 cursos, criados em 2001, ainda em funcionamento em 2009, 317 (19%) não lançaram vagas naquele processo seletivo. Os 1393 demais tiveram uma relação candidatos vaga proxima a 1,9.</p>
<p>Graficamente, como apresentado abaixo, fica claro que a procura por Cursos Superiores é muito elevada &#8211; em nosso país &#8211; em anos de lançamento. Ainda, nesses anos os gestores realizam processos seletivos e vão descontinuando os programas a medida em que a procura cai.</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/Cursos_Brasil_Marketing_Educacional_3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4659" title="Cursos_Brasil_Marketing_Educacional_3" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/Cursos_Brasil_Marketing_Educacional_3-300x167.jpg" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="167" /></a></p>
<p>A medida em que a demanda se retrai, os gestores tendem a tirá-los do mercado, tornando o Ciclo de Vida de Cursos Superiores no Brasil bastante curto.</p>
<p><strong>A procura cai &#8211; na média 40% do primeiro para o segundo processo seletivo.</strong></p>
<p>Depois de alguns anos, no entanto, os cursos tornam-se projetos mais robustos, testados pelo mercado.</p>
<p>Apenas 17% dos cursos lançados em 1999, não abriram vagas em 2009.</p>
<p><strong>Dos 315 cursos, criados em 1990, ainda em funcionamento em 2009, 43 (14%) não lançaram vagas naquele processo seletivo. Os 272 demais tiveram uma relação candidatos vaga próxima a 3,2.</strong></p>
<p><em><strong>Dos 1929 cursos, criados durante toda a década de 1970, ainda em funcionamento em 2009, 327 (17%) não lançaram vagas naquele processo seletivo. Os 1597 demais tiveram uma relação candidatos vaga próxima a 4,18.</strong></em></p>
<p>Acima daquela relação alcançada em anos de lançamento.</p>
<p>O ciclo de vida, então, pode ser longo caso o curso atravesse a insegurança inicial do mercado.</p>
<p><strong>Cabe ler o artigo abaixo, sobre o tema publicado na Wikipédia. E em breve pretendo tratar do Ciclo de Vida das Profissões, assunto fundamental para Gestores de Marketing Educacional.</strong></p>
<p><em>O Ciclo de Vida é a história completa do produto através de suas fases de concepção, definição, produção, operação e obsolescência.</em><br />
<em> O modelo de ciclo de vida do produto pode auxiliar na análise do estágio de maturidade de um produto (ou de uma indústria).</em><br />
<em> Ele também é utilizado para a avaliação de uma forma de produto ou até mesmo uma marca de uma empresa em conjunto com a matriz BCG, o que não é considerado adequado dentro da teoria de marketing.</em><br />
<em> Quando se fala do ciclo de vida de um produto fala-se tanto, por exemplo, de aparelhos de fax, carruagens, fornos de microondas e discos de vinil quanto do sucesso ou fracasso de uma versão específica de um produto (por ex.: uma linha de aparelhos de fax da Panasonic).</em><br />
<em> O ciclo de vida de um produto visa a olhar além das fronteiras da empresa, não se preocupando, necessariamente, com as competências da empresa avaliada. A questão seria (com um exemplo actual): quanto vale a pena investir (em pesquisas tecnológicas e em esforços de mercado) em fitas VHS? Através da análise do ciclo de vida do produto pode-se ter um forte auxílio para esta resposta.</em><br />
<em> Todo o negócio busca modos de aumentar suas receitas futuras, maximizando o lucro das vendas de produtos e serviços. O fluxo de caixa permite à empresa manter-se viável, investir em desenvolvimento de novos produtos e aumentar a sua equipa de colaboradores. Tudo para buscar adquirir participação de mercado adicional e tornar-se líder em sua indústria.</em><br />
<em> Um fluxo de caixa (receita) consistente e sustentável vindo das vendas dos produtos é crucial para qualquer investimento de longo prazo. A melhor forma de obter um fluxo de caixa contínuo e estável é com um produto &#8220;vaca leiteira&#8221; (ver Matriz BCG), um produto líder que tem uma grande participação de mercado em mercados maduros.</em><br />
<em> Os produtos têm ciclos de vida cada vez mais curtos e muitos produtos em indústrias maduras são revitalizados através da diferenciação e da segmentação do mercado.</em></p>
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		<title>Recall para Instituições de Ensino Superior.</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 16:02:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produto]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Conhecimento tem prazo de validade? Na sociedade da informação responder a essa pergunta (nem um pouco obvia) pode colocar em xeque muitas verdades que temos como dogmáticas e guardamos na cristaleira! Se parte do conhecimento é perecível, as matrizes curriculares de cursos superiores deveriam ser flexíveis e dinâmicas para incorporar as mudanças de determinadas áreas... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2012/01/13/recall-para-instituicoes-de-ensino-superior/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Conhecimento tem prazo de validade?</strong></p>
<p>Na sociedade da informação responder a essa pergunta (nem um pouco obvia) pode colocar em xeque muitas verdades que temos como dogmáticas e guardamos na cristaleira!</p>
<p>Se parte do conhecimento é perecível, as matrizes curriculares de cursos superiores deveriam ser flexíveis e dinâmicas para incorporar as mudanças de determinadas áreas do saber.</p>
<p>Mas o mundo não orbita dessa forma e &#8211; até onde sabemos &#8211; os cursos mudam em marcha lenta em um universo onde os alunos (e eles sabem disso!), matriculam-se em uma universidade para trabalhar (em muitos casos) em profissões que ainda não foram criadas.</p>
<p>Ainda que a instituição possuam um programa de Up Dates Acadêmicos, rígido e &#8211; de fato &#8211; forme o aluno nos conceitos mais quentes de sua profissão, inserindo no mercado um ator completo &#8211; ainda assim &#8211; em poucos anos, caso esse egresso não se atualize, sua curva de CONHECIMENTO estará defasada em relação ao mais novo recem formado daquela escola.</p>
<p>Falamos de conhecimento absorvido em sala de aula, teórico, e não de Competências e Habilidades que o mercado forma.</p>
<p>Nesse cenário, não caberia as Instituições pensarem programas de longa vida, com ciclos de atualização e Recall de estudantes? Parte dessa convocação, gratuita, parte cobrada?</p>
<p><strong>Dessa forma a escola poderia:</strong></p>
<p>- Relacionar-se com ex-alunos;</p>
<p>- Construir junto ao mercado a imagem de diferenciada, inovadora e preocupada com a qualidade de seus egressos;</p>
<p>- Criar programas de degustação de produtos de formação continuada.</p>
<p>O conceito de Recall está relacionado a produtos ou serviços defeituosos. Segundo a Fundação Procon<em>, &#8220;o recall visa a retirada do mercado, reparação do defeito ou a recompra de produtos ou serviços defeituosos pelo fornecedor.<a title="Marketing Educacional" href="http://www.procon.sp.gov.br/recall.asp" target="_blank"> O recall deve ser gratuito, efetivo e sua comunicação deve alcançar todos os consumidores expostos aos riscos.</a> Por isso a legislação exige que o fornecedor faça o comunicado de forma mais ampla possível, divulgando o recall em jornal, rádio e TV&#8221;.</em></p>
<p><strong>Não é o caso. <strong>Não é o caso.<strong>Não é o caso.<strong>Não é o caso.</strong></strong></strong></strong></p>
<p>Mas lançamos mão de nossa liberdade para chamar sua atenção. Talvez devêssemos ter usado <strong>Reciclagem</strong>. Mas o impacto não teria sido tão forte. E você? Qual expressão utilizará para seu? PRIA &#8211; Programa de Recapeamento Intelectual de Alunos?</p>
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		<title>Cursos on-line Grátis. Estimulando a aprendizagem lateral na WEB</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2012/01/13/marketing-educacional-77/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 15:26:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produto]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente o Valor Econômico ecoou um tema que frequentemente tratamos no TCEXP, que são os conteúdos disponíveis na internet, em forma de seminários on line, cursos de EAD, palestras etc. Esse tema é bem conhecido fora do Brasil (onde é chamado de Self Learning), e é tratado como uma as Mega Tendências em educação para... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2012/01/13/marketing-educacional-77/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente o Valor Econômico <a title="Marketing Educacional" href="http://www.tcexp.com.br/novo/2010/09/29/self_learning_marketing_educacional/" target="_blank">ecoou um tema que frequentemente tratamos no TCEXP</a>, que são os conteúdos disponíveis na internet, em forma de seminários on line, cursos de EAD, palestras etc.<br />
Esse tema é bem conhecido fora do Brasil (onde é chamado de Self Learning), e é tratado como uma as Mega Tendências em educação para o futuro.<br />
O cardápio de opções de cursos (podemos chamar de Extensões) é bastante amplo, com ofertas em todas as áreas do conhecimento.</p>
<p><strong>Daí, um alerta.</strong></p>
<p>A internet em língua portuguesa representa um pequeno pedaço da World Wide Web.</p>
<p>Em número de usuários representa 3,9% do total, frente a 7,8% de usuários que falam Espanhol e 26,8% de usuários que falam Inglês.</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/Linguas_Marketing_Educacional.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4641" title="Linguas_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/Linguas_Marketing_Educacional-300x192.jpg" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="192" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nesse contexto, é fundamental que as Universidades formem seus estudantes em Línguas. Esse é um pré-requisito para que possam absorver uma gama muito maior de conhecimentos, ampliando o seu universo de pesquisa acadêmica em quase 10x.</p>
<p>As ferramentas de tradução, irão compensar, no curto prazo, esse abismo.</p>
<p>Na verdade muitas já funcionam relativamente bem.</p>
<p><strong>Na primeira aula de seus alunos, portanto, é importante que seja repassado o domínio desses instrumentos.</strong></p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/Lingua_marketing_educacional_2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4642" title="Lingua_marketing_educacional_2" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2012/01/Lingua_marketing_educacional_2-300x222.jpg" alt="marketing_educacional" width="300" height="222" /></a></p>
<p>Se de um lado a internet fala a língua de Shakespeare, nossos alunos leem apenas Camões.</p>
<p>Ainda assim as ofertas para self learning vêm crescendo em nosso país o que representa uma enorme oportunidade para as Instituições de Ensino interessadas em ampliar o conhecimento de seus discentes.</p>
<p>Esses cursos podem:</p>
<p>- Ser incorporados aos programas de Atividades Complementares, valendo créditos para os alunos (nesse caso a Instituição poderia comunicá-los);</p>
<p>- Virar links em sua página na Internet.</p>
<p>- Ser traduzidos (legendados) e promovidos em Seminários, ou como parte do conteúdo de determinadas disciplinas.</p>
<p>Existem diversas ferramentas (muitas gratuitas) que permitem a edição simplificada de videos, tal como a inserção de legendas.</p>
<p>Entre os cursos em português, destacamos:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>FGV Online</p>
<p><a title="Marketing Educacional" href="http://www5.fgv.br/fgvonline/CursosGratuitos.aspx" target="_blank">A Fundação Getulio Vargas </a>oferece cursos pela internet com carga horária entre 5 e 30 horas sobre finanças pessoais, empreendedorismo, direito e sustentabilidade.<br />
Unicamp</p>
<p><a title="Marketing Educacional" href="http://www.ocw.unicamp.br/index.php" target="_blank">A Universidade Estadual de Campinas </a>disponibiliza todo o material de algumas disciplinas no portal Opencourseware. O centro de computação da instituição também oferece minicursos <a title="Marketing Educacional" href="http://www.ggte.unicamp.br/minicurso/" target="_blank">relacionados à tecnologia da informação</a>.</p>
<p>BMF&amp;Bovespa</p>
<p><a title="Marketing Educacional" href="http://www.bmfbovespa.com.br/pt-br/educacional/cursos/cursos.aspx?idioma=pt-br" target="_blank">A bolsa de valores de São Paulo</a> possui cursos on-line sobre finanças pessoais e mercado de ações.</p>
<p>Sebrae</p>
<p><a title="Marketing Educacional" href="http://www.ead.sebrae.com.br/hotsite/" target="_blank">O Sebrae</a>, instituição de apoio aos pequenos negócios oferece cursos a distância voltados a empreendedores individuais e micro e pequenos empresários.<br />
Receita Federal</p>
<p>Com a intenção de esclarecer dúvidas comuns a empresários, <a title="Marketing Educacional" href="http://www.receita.fazenda.gov.br/atendvirtual/CentroAtendVirtual/ead.htm" target="_blank">a Receita Federal </a>disponibiliza cursos sobre o funcionamento do CNPJ, Simples Nacional e Pedido Eletrônico de Restituição, Ressarcimento ou Reembolso e Declaração de Compensação.<br />
No mundo (sites e aulas em inglês):</p>
<p>Harvard</p>
<p>Por meio da <a title="Marketing Educacional" href="http://www.extension.harvard.edu/open-learning-initiative" target="_blank">iniciativa Open Learning</a>, uma das universidades mais conceituadas do mundo oferece algumas disciplinas inteiras em vídeo.</p>
<p>Berkeley</p>
<p>O campus virtual da <a title="Marketing Educacional" href="http://webcast.berkeley.edu/series.html#c,s%20" target="_blank">Universidade da Califórnia</a> tem vídeos e áudios de disciplinas de 20 departamentos disponíveis para streaming ou download, gravadas ao longo dos últimos seis anos.</p>
<p>Yale</p>
<p><a title="Marketing Educacional" href="http://oyc.yale.edu/" target="_blank">A universidade disponibiliza</a> vídeos de disciplinas introdutórias de diversos departamentos, entre eles economia, ciência política e engenharia biomédica.<br />
MIT</p>
<p>Com um dos acervos mais completos, <a title="Marketing Educacional" href="http://ocw.mit.edu/index.htm" target="_blank">o Massachussetts Institute of Technology</a> disponibiliza recursos de mais de duas mil disciplinas nesse canal, com vídeos das aulas, notas e material didático. As áreas variam entre as mais esperadas quando se pensa no instituto, como tecnologia, engenharia e computação e cursos da área de humanas, como antropologia, artes e estudos de gênero.</p>
<p>Stanford</p>
<p><a title="Marketing Educacional" href="http://itunes.stanford.edu/" target="_blank">Com uma conta no iTunes</a>, é possível baixar vídeo e áudio de várias aulas de Stanford.</p>
<p>UCLA</p>
<p>O <a title="Marketing Educacional" href="http://www.youtube.com/user/UCLACourses#g/p" target="_blank">campus de Los Angeles da Universidade da Califórnia</a> possui um canal no YouTube em que disponibiliza aulas de diversos temas.</p>
<p>NYU</p>
<p>A <a title="Marketing Educacional" href="http://www.nyu.edu/academics/open-education.html" target="_blank">Universidade de Nova York</a> começou em 2009 um programa piloto de educação aberta e hoje disponibiliza material para seis disciplinas, além de um ambiente on-line onde os alunos ao redor do mundo podem discutir os assuntos das aulas.</p>
<p>Google Code University</p>
<p>O <a title="Marketing Educacional" href="http://code.google.com/intl/pt-BR/edu/" target="_blank">Google oferece tutoriais</a> e aulas gratuitas de universidades de várias partes do mundo sobre linguagens de programação como Java e HTML5.</p>
<p><strong>Saiba onde procurar mais:</strong></p>
<p>iTunes U</p>
<p><a title="Marketing Educacional" href="http://www.apple.com/education/itunes-u/" target="_blank">A iTunes Store, loja da Apple recém-chegada ao Brasil</a> mais conhecida por disponibilizar downloads de músicas e filmes, possui um braço acadêmico. Nele, cerca de 400 universidades disponibilizam material de graça (Stanford, Yale e Berkeley são alguns exemplos). Para ter acesso aos vídeos e áudios no computador, iPad ou iPhone é preciso ter cadastro na loja e baixar o aplicativo.</p>
<p>Academic Earth</p>
<p><a title="Marketing Educacional" href="http://www.academicearth.org/" target="_blank">Site que reúne palestras e aulas</a> disponibilizadas por universidades ao redor do globo. Possui ranking das mais assistidas e mais votadas pelos usuários.</p>
<p>Open Culture</p>
<p><a title="Marketing Educacional" href="http://www.openculture.com/%20" target="_blank">Portal que reúne oportunidades</a> de cursos por área profissional e também de idiomas.</p>
<p>Opencourseware Consortium</p>
<p><a title="Marketing Educacional" href="http://www.ocwconsortium.org/" target="_blank">Comunidade que reúne centenas de universidades</a> e instituições de ensino do mundo todo comprometidas com a disseminação do conhecimento, incluindo a maioria das citadas aqui. No site, é possível buscar cursos por país, tema, língua e instituição de ensino.</p>
<p>Pesquise, ainda em: <a title="Marketing Educacional" href="http://www.ted.com" target="_blank">TED</a>, <a title="Marketing Educacional" href="http://pt.wikiversity.org" target="_blank">Wikiversidade</a> e <a title="Marketing Educacional" href="http://www.khanacademy.org" target="_blank">Khan Academy</a>.</p>
<p>Ou acesse nosso blog e encontre posts incríveis sobre o tema como aqueles sobre<a title="Marketing Educacional" href="http://www.tcexp.com.br/novo/2010/07/17/marketing-educacional_internet/" target="_blank"> os domínios underground.edu</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Formamos alunos para a Felicidade?</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/12/31/marketing-educacional-76/</link>
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		<pubDate>Sat, 31 Dec 2011 16:15:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produto]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[O século XXI, tratará como nunca, da busca pela felicidade. Se o século XX foi sobre o capitalismo selvagem, as próximas décadas serão marcadas por uma crescente inversão de valores. Nesse sentido, o site da revista Forbes divulgou uma lista das dez profissões que mais contam com pessoas felizes e das dez carreiras que tornam os seus profissionais... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2011/12/31/marketing-educacional-76/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O século XXI, tratará como nunca, da busca pela felicidade. Se o século XX foi sobre o capitalismo selvagem, as próximas décadas serão marcadas por uma crescente inversão de valores. Nesse sentido, o site da revista <em>Forbes</em> divulgou uma lista das dez profissões que mais contam com pessoas felizes e das dez carreiras que tornam os seus profissionais pessoas infelizes. O ranking é resultado de uma pesquisa realizada pela Universidade de Chicago, nos Estados Unidos.</p>
<p>Um dado que surpreende é que a lista das carreiras que proporcionam menos alegrias está recheada de cargos de grande reconhecimento e bons salários; diferentemente da lista dos mais felizes, cuja remuneração não atinge patamares tão altos.</p>
<p>Os clérigos, por exemplo, ocupam o primeiro posto da lista dos mais felizes.</p>
<p>Profissionais de marketing, por sua vez, ocupam 20% da lista daqueles mais infelizes.</p>
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		<item>
		<title>Excelente e Ousado: Ads do &#8220;College for Creative Studies&#8221;</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/12/05/marketing_educacional-34/</link>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 18:58:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Publicidade & Propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing_Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Fazer propaganda ironizando as características de seus atributos requer coragem. Somente centros de excelência, com posicionamento segmentado são capazes de descer do salto e montar peças criativas e geniais. No passado publicamos os Acordes da Subversão no Marketing Educacional Hoje trazemos a incrível campanha do &#8220;College for Creative Studies&#8220;, surreal (ou real em algumas famílias)?... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2011/12/05/marketing_educacional-34/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fazer propaganda ironizando as características de seus atributos requer coragem. Somente centros de excelência, com posicionamento segmentado são capazes de descer do salto e montar peças criativas e geniais. No passado publicamos os <a title="Marketing Educacional" href="http://www.tcexp.com.br/novo/2010/11/02/marketing-educacional-marketing-universitario_subversao/" target="_blank">Acordes da Subversão no Marketing Educacional</a></p>
<p>Hoje trazemos a incrível campanha do &#8220;<a title="Marketing Educacional" href="http://www.collegeforcreativestudies.edu/" target="_blank">College for Creative Studies</a>&#8220;, surreal (ou real em algumas famílias)?</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/12/college-for-creative-studies-marketing_educacional.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4610" title="college-for-creative-studies-marketing_educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/12/college-for-creative-studies-marketing_educacional-300x194.jpg" alt="marketing_educacional" width="300" height="194" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/12/college-for-creative-studies-marketing_educacional2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4611" title="college-for-creative-studies-marketing_educacional2" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/12/college-for-creative-studies-marketing_educacional2-300x194.jpg" alt="marketing_educacional" width="300" height="194" /></a></p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/12/college-for-creative-studies-marketing_educacional3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4612" title="college-for-creative-studies-marketing_educacional3" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/12/college-for-creative-studies-marketing_educacional3-300x194.jpg" alt="marketing_educacional" width="300" height="194" /></a></p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/12/college-for-creative-studies-marketing_educacional4.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4613" title="college-for-creative-studies-marketing_educacional4" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/12/college-for-creative-studies-marketing_educacional4-300x194.jpg" alt="marketing_educacional" width="300" height="194" /></a></p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/12/college-for-creative-studies-marketing_educacional5.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4614" title="college-for-creative-studies-marketing_educacional5" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/12/college-for-creative-studies-marketing_educacional5-300x194.jpg" alt="marketing_educacional" width="300" height="194" /></a></p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/12/college-for-creative-studies-marketing_educacional6.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4615" title="college-for-creative-studies-marketing_educacional6" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/12/college-for-creative-studies-marketing_educacional6-300x194.jpg" alt="marketing_educacional" width="300" height="194" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O CONAR e o fim da &#8220;Louca Festa dos Indicadores&#8221; no Marketing Educacional</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/11/30/marketing-educacional-75/</link>
		<comments>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/11/30/marketing-educacional-75/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 19:08:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Publicidade & Propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Nós adoramos Rankings. De fato em um setor regulamentado (como o Ensino Superior no Brasil), os indicadores governamentais servem de fiel na balança do processo decisório de muitos alunos. Outros privados como o Guia do Estudante da Editora Abril, e alguns Rankings Globais de melhores universidades do mundo, que monitoram e estratificam todas as universidades... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2011/11/30/marketing-educacional-75/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nós adoramos Rankings. De fato em um setor regulamentado (como o Ensino Superior no Brasil), os indicadores governamentais servem de fiel na balança do processo decisório de muitos alunos.</p>
<p>Outros privados como o Guia do Estudante da Editora Abril, e alguns Rankings Globais de melhores universidades do mundo, que monitoram e estratificam todas as universidades brasileiras, servem de apoio e munição a mensagem de muitas IES em busca de qualificadores, posicionadores e diferenciais.</p>
<p><a title="Marketing Educacional" href="http://www.tcexp.com.br/novo/contato/" target="_blank">Se você quiser saber o posicionamento de sua IES em um dos mais respeitados Rankings de Melhores Universidades do Mundo, clique aqui e peça um estudo.</a></p>
<p>O fato é que em um período de publicação de indicadores oficiais do INEP (IGC) e da OAB, algumas IES estão manipulando a exaustão os números em seus processos de comunicação.</p>
<p>Ser &#8220;O Melhor Centro Universitário da Região&#8221;, pode ser uma afirmação válida perante o jurídico de sua IES, mas caso sua região restrinja-se ao quadrilátero de quarteirões onde você atua, certamente essa afirmação poderá ser objeto de contestação no CONAR.</p>
<p>O exemplo acima, é bastante icônico, mas condensa o sentimento de uma série de Gestores de Marketing Educacional que vêem seus concorrentes manipulando as estatísticas a exaustão em suas propagandas. Processar as estatísticas e números é uma arte tão antiga quanto a algebra e a aritmética objeto de reflexões históricas:</p>
<p>&#8220;Os números não mentem, mas os mentirosos fabricam números&#8221;. Itamar Franco<br />
&#8220;Pode-se provar qualquer coisa com os números&#8221;. Thomas Carlyle<br />
&#8220;Fatos são teimosos, mas estatísticas são mais flexíveis&#8221;. Mark Twain<br />
&#8220;Há três tipos de mentiras — mentiras, mentiras deslavadas e estatísticas&#8221;. Benjamin Disraeli</p>
<p>Para corrigir, contudo, malabarismos mais arriscados com os Rankings na propaganda, setores de concorrência mais amadurecida (como o Marketing Industrial) lançam mão recorrentemente ao CONAR &#8211; Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária.</p>
<p>Funciona assim:</p>
<p><strong>1. O anúncio foi veiculado.<br />
</strong>Se alguém (consumidor, concorrente, autoridade pública) sentir-se prejudicado ou ofendido por essa publicidade, poderá apresentar queixa ao CONAR. Falhas poderão também ser detectadas pelo serviço de monitoria do CONAR. Essas hipóteses darão início a um processo que determinará o exame do anúncio pelo Conselho de Ética, composto por representantes das agências de publicidade, dos anunciantes, dos veículos e dos consumidores.<br />
O resultado final, a recomendação do Conselho, poderá determinar a alteração do anúncio ou impedir que ele venha a ser veiculado novamente. A decisão poderá, ainda, propor a Advertência do Anunciante e ou sua Agência e, excepcionalmente, a Divulgação Pública da reprovação do CONAR.<br />
- Se resultar que o anúncio não fere qualquer dispositivo do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, a denúncia será arquivada.</p>
<p><strong>2. O processo. </strong><br />
Quando o anúncio for denunciado pelo CONAR, o anunciante e a agência terão prazo formal para defenderem-se ou oferecerem esclarecimentos. Essa defesa será anexada ao processo e um membro do Conselho de Ética, designado como relator, estudará o caso e emitirá sua opinião. Em sessão de julgamento da respectiva Câmara, o assunto será debatido e levado a votos. Dessa decisão, sempre cabe recurso.</p>
<p><strong>3. As decisões.</strong><br />
As decisões do CONAR são rigorosamente respeitadas pelos veículos de comunicação, que não voltarão a veicular o anúncio reprovado.</p>
<p>Então, está sentindo alguma distorção na mensagem de algum concorrente? <a title="Marketing Educacional" href="http://www.tcexp.com.br/novo/contato/" target="_blank">Saiba como entrar com um processo no CONAR clicando aqui.</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Salvem as Políticas Afirmativas!</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/11/24/marketing-educacional-74/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 01:05:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inteligência de Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Mar]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Primeiro veio a feminilização do Ensino Superior com a predominância das mulheres nas universidades brasileiras. Uma tendência que veio para acabar com a injustiça histórica de uma sociedade dominada (desde sempre) por homens.  Ainda ha muito a ser feito, mas as mulheres eram, em 2009, segundo dados do Censo do Ensino Superior 55% das matriculas... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2011/11/24/marketing-educacional-74/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiro veio a feminilização do Ensino Superior com a predominância das mulheres nas universidades brasileiras. Uma tendência que veio para acabar com a injustiça histórica de uma sociedade dominada (desde sempre) por homens.  Ainda ha muito a ser feito, mas as mulheres eram, em 2009, segundo dados do Censo do Ensino Superior 55% das matriculas &#8211; mais importante &#8211; 59% dos concluintes!</p>
<p>O Ministério da Educação por meio do fomento as polêmicas &#8220;cotas&#8221;, vêm fazendo uso do Ensino Superior como ferramenta de correção de uma outra aberração histórica: a assustadora predominância de brancos, em uma sociedade com uma enorme participação de negros.</p>
<p>E pensar que ainda persiste o pensamento contrario as cotas. O fato concreto é que as Politicas Afirmativas foram algumas das mais importantes ações provenientes do MEC nos últimos anos. Ainda que a reserva de vagas tenha sido um fator importante, o principal motor do acesso aos negros a acadêmica, veio por meio de seu acesso as vagas das IES Privadas, reforçando seu papel na democratização do Ensino Superior no país.</p>
<p>A matéria abaixo, foi publicada hoje na <a title="Marketing Educacional" href="http://www.folha.uol.com.br/" target="_blank">Folha de São Paulo</a>.</p>
<p>Dez anos após a implantação das primeiras leis de cotas no país –no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul–, ao menos ou 23% das vagas em universidades públicas são reservadas para políticas de ação afirmativa.</p>
<p>O dado é de um estudo do Grupo de Estudos Multidisciplinares de Ações Afirmativas (da Universidade do Estado do Rio de Janeiro).</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Politicas_Afirmativas_Marketing_Educacional.jpg"><img title="Politicas_Afirmativas_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Politicas_Afirmativas_Marketing_Educacional-300x157.jpg" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="157" /></a></p>
<p>Isso representa cerca de 54 mil vagas. Porém, foram as instituições privadas as principais responsáveis pelo aumento da proporção de pretos e pardos no ensino superior.</p>
<p>Dados tabulados pela <strong>Folha</strong> a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE mostram que, no ensino superior, a proporção de autodeclarados pretos e pardos cresceu de 21% para 35% de 2001 a 2009.</p>
<p>No ensino superior público, o aumento foi de 314 mil para 530 mil, uma variação de 69%. No privado, o crescimento foi de 264%, de 447 mil para 1,6 milhão.<br />
No total da população, a proporção desses grupos variou de 46% para 51%.</p>
<p>O sociólogo Simon Schwartzman, presidente do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade, lembra que o aumento da proporção de pretos e pardos já havia acontecido no ensino médio por causa da expansão das matrículas nesse setor.</p>
<p>“No caso do ensino superior, como foi o setor privado que mais cresceu, foi nele também que ocorreu o maior aumento de pretos e pardos”, afirma.</p>
<p><strong>PÚBLICAS</strong></p>
<p><strong><br />
</strong>Entre as 98 universidades públicas do país, 70 adotam alguma ação afirmativa, segundo o estudo da Uerj.</p>
<p>Uma dessas vagas foi ocupada pela médica recém-formada Mariana Ribeiro, 27, na Uerj. “Na minha turma, não vi grandes disparidades entre os que passaram via cotas e os demais”, afirma ela.</p>
<p>“É um processo que leva tempo. Corrigir tudo pela política de cotas é difícil, mas ela é melhor do que o que tínhamos antes, que era nada”, afirma João Feres, um dos autores do estudo.</p>
<p>Hoje, ao menos 18 universidades públicas já formaram cotistas. Sete delas fizeram avaliações.</p>
<p>Na UnB e nas universidades do Estado do Rio de Janeiro, da Bahia e Estadual de Londrina os alunos cotistas tiveram resultados quase iguais aos dos não cotistas.</p>
<p>Na Federal de Juiz de Fora (na área de ciência e tecnologia) e estadual de Montes Claros o desempenho dos não cotistas foi superior.</p>
<p>Já na Universidade Federal da Bahia, eles tiveram avanço superior aos demais durante os cursos.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Em busca do formulário perfeito!</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/11/24/marketing-educacional-73/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 22:16:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[CRM]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando um usuário, seu futuro aluno, dedica tempo suficiente em seu site para se interessar por um de seus cursos, a ponto de decidir saber mais informações ou – até mesmo – se inscrever em um Processo Seletivo, nada gera uma fuga (turn-off) maior do que um formulário, inacessível, inutilizável ou longo demais. Um formulário... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2011/11/24/marketing-educacional-73/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando um usuário, seu futuro aluno, dedica tempo suficiente em seu site para se interessar por um de seus cursos, a ponto de decidir saber mais informações ou – até mesmo – se inscrever em um Processo Seletivo, nada gera uma fuga (turn-off) maior do que um formulário, inacessível, inutilizável ou longo demais.</p>
<p>Um formulário pode ser desenvolvido com diversas funções e consideramos “um formulário” qualquer campo no qual um usuário, seja ele um futuro aluno, um aluno atual ou um influenciador qualquer, interaja com seu site.</p>
<p>Pode ser desde uma “check box”, aqueles campos únicos que marcamos ao “acordar com um termo de uso”, ou “concordar em receber um e-mail da Instituição”, até um cadastro para o recebimento de mais informações, uma ficha de inscrição em um processo seletivo, ou uma ficha de matrícula em uma hierarquia de concessão de dados ascendente.</p>
<p>E para cada um desses níveis no relacionamento, existem algumas regras lapidares.</p>
<p>O Gestor de Marketing Educacional precisa ter certeza, entre outros, que esses formulários são convenientes, fáceis de usar e, claro, bem apresentáveis, para qualquer usuário (ou futuro aluno) preenchê-los seja qual for a sua finalidade.</p>
<p>Entre as regras mais recentes, oriundas de modernos testes de usabilidade e arquitetura de informação, por exemplo, concluímos que o “cadastro perfeito”, os primeiros dados que um futuro aluno submete a uma IES deve ser composto por:</p>
<p>- Nome;</p>
<p>- E-Mail;</p>
<p>- Telefone</p>
<p>O preenchimento correto desses campos passa a configurar um Lead (um Prospect na linguagem técnica). Esse usuário está solicitando um feedback por meio de dois canais: E-Mail e Telefone.</p>
<p>As análises avançadas em CRM apontam, ainda, que cada campo adicionado em um Formulário representa uma perda percentual de acessos. Adicionar um campo CEP, por exemplo, no “cadastro perfeito”, representaria um número menor de LEADS gerados. Inserir o campo “Endereço”, ainda, representaria uma quebra muito maior. <a title="Marketing Educacional" href="http://www.tcexp.com.br/novo/contato/" target="_blank">Para saber mais sobre como desenvolver formulários com foco em alta performance de conversão clique aqui.</a></p>
<p>Abaixo vamos explorar as inúmeras ferramentas e recursos para a concepção de formulários para sites (analisando os mais importantes cases da internet) e mostraremos como utilizar essas ferramentas para o benefício da sua IES e para criar o “Formulário Perfeito”, que vai ajudar sua Instituição a maximizar as conversões, matrículas, preenchimentos, ou qualquer outro uso para o qual você esteja planejando para esses formulários e, ainda, captar os dados fundamentais para a conclusão do processo de matrícula.</p>
<p>O TEMPO DE RESPOSTA PERFEITO</p>
<p>Existem ainda algumas analises mais avançadas que falam do tempo (timing) de resposta. O tempo ideal, segundo essas análises, seria o Real Time. Com uma tolerância de poucos minutos esse usuário, ou futuro aluno, receberia um contato qualificado que aprofundaria o relacionamento. Empresas com avançados sistemas de atendimento e relacionamento com clientes (CRM, acrônimo da expressão em inglês Costumer Relationship Management), vêm mapeando a curva de perda de clientes a partir do Marco Zero do preenchimento de um Formulário. Minutos, tornam-se horas, que se tornam dias e os clientes – ao serem segmentados nesses grupos de atendimento (dos que foram atendidos próximos ao Marco Zero, até os que receberam um contato dias depois) – tendem a evadir-se em progressão geométrica da base de uma organização.</p>
<p>O conceito é obvio. No Marco Zero o cliente abriu canais de venda e declarou, dessa forma, o interesse em receber informações. A demanda está quente, assim como seu interesse em receber as informações complementares que fundamentarão seu processo de decisão.</p>
<p>Sabemos que no segmento educacional os estudantes consultam em média seis portais de Instituições (diversas vezes) até decidirem-se por duas para a Inscrição no Processo Seletivo e – também – por duas para sua matrícula (o índice de reprovação nas universidades privadas brasileiras é estatisticamente irrelevante). Podemos admitir com bastante precisão, portanto, que parte substancial de seus cadastros entra simultaneamente na lista do Software de CRM de seus concorrentes.</p>
<p>E a partir de então, parte importante de sua decisão será baseada na velocidade do retorno e na qualidade desse contato.</p>
<p>O QUE CONSIDERAR AO PROJETAR O “FORMULÁRIO PERFEITO”, PORTANTO?</p>
<p>As seções a seguir são destinadas a inspirá-lo com novas ideias para criar o formulário perfeito para o site de sua IES.</p>
<p>Lembre-se, cada site – assim como cada formulário – tem seu próprio propósito e necessidades quando se trata de formas, por isso ao ler este documento, é importante manter o seu público, gênero site, e propósito do formulário em mente.</p>
<p>Uma das “regras de ouro” na confecção de “Formulários”, que precisa ser enfatizada é a simplicidade. Formulários são, antes de tudo, sobre como fazer da forma mais fácil, dinâmica e tranquila, possível as pessoas lhe darem seu “tempo”, seu “dinheiro”, ou seus declararem seus “interesses”.</p>
<p>CUSTOS VERSUS VALOR</p>
<p>Sabemos que entre os custos percebidos, além do financeiro, estão outros relacionados a conveniência e status. No exemplo do box acima, quanto maior o tempo de resposta maior o custo de espera de um futuro aluno. Por outro lado cada novo campo em um formulário ou cada novo formulário em um processo de inscrição aumentam os custos de espera e de concessão de dados. Instituições com compostos de valor bem definidos, diferenciadas e bem posicionadas, podem cobrar mais “dados” de seus usuários / futuros alunos. Por outro lado IES com orientações e necessidades comerciais imperativas, precisam ser proporcionalmente convenientes nos processos de cadastro, inscrição etc.</p>
<p>MENOS É MAIS.</p>
<p>Se você tem um formulário complicado, difícil de usar, você vai perder a atenção dos seus leitores. Em formulários “Menos é Mais”.</p>
<p>Ao criar o seu formulário, lembre-se que “menos é mais”. Quanto menos campos os seus visitantes / futuros alunos tiverem que preencher mais eles irão – realmente &#8211; completar o processo de submissão. Vamos dar uma olhada em alguns formulários on-line para explorar o que faz Flutuar ou Afundar empresas nesse oceano de sites.<br />
Vamos, antes de tudo, analisar duas empresas que predominaram em gerações distintas da Internet.</p>
<p>O formulário de cadastro do Facebook possui apenas três campos principais. Possui, ainda duas informações adicionais (data de nascimento e sexo), claramente secundárias.</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Facebook_Marketing_Educacional.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4574" title="Facebook_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Facebook_Marketing_Educacional-300x164.jpg" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="164" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esta simplicidade tornou fácil para 800 milhões de pessoas (11% da raça humana, na verdade) se inscreverem em seu serviço em poucos meses.</p>
<p>Por outro lado o formulário de abertura do MySpace, rede social que predominou até meados dos anos 2000, possuía, no momento da virada do Facebook (uma das razões – incluídas no rol de razões – dessa “virada”) diversos campos.</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Myspace_Marketing_Educacional.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4575" title="Myspace_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Myspace_Marketing_Educacional-242x300.jpg" alt="Marketing_Educacional" width="242" height="300" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em primeiro lugar, o formulário do My Space era uma “página interior”. Diferentemente do Facebook, os usuários tinham que, primeiramente, visitar a página inicial da Rede Social, clicar em &#8220;sign up&#8221;, para ter acesso ao formulário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em segundo lugar, esse formulário era composto de quatorze áreas de informação para os usuários preencherem (incluindo o CAPTCHA – um recurso de validação de acessos absolutamente desnecessário para Instituições de Ensino). Quatorze!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não admira Facebook ter ultrapassado – em muito MySpace – (de acordo com Alexa), já em 2009 (quando das impressões de páginas acima).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Alexa_Marketing_Educacional.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4576" title="Alexa_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Alexa_Marketing_Educacional-300x246.jpg" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="246" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E consolidado sua prevalência, sobre a obsolescência do My Space, como o relatório mais recente do Alexa (dados do mercado Norte Americano).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Alexa_Marketing_Educacional21.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4578" title="Alexa_Marketing_Educacional2" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Alexa_Marketing_Educacional21-300x190.jpg" alt="Marketing_Educacional2" width="300" height="190" /></a></p>
<p>Outro modelo – contemporâneo – de “Mais é Menos” é o Twitter.</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Twitter_Marketing_Educacional.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4579" title="Twitter_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Twitter_Marketing_Educacional-300x225.jpg" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Ainda que o “Cadastro” do Twitter seja uma página interna e ele possua o mecanismo de CAPTCHA (o Facebook possui esse mecanismo, importante para portais objetos de hacker de todas as naturezas), são apenas 4 campos de preenchimento.</p>
<p>DESTAQUE NA PÁGINA</p>
<p>Mesmo que o seu formulário seja simples e fácil de usar, uma vez que a arquitetura da informação de seu site e seus objetivos de Usabilidade não seja o “cadastro como fim” (como é o caso do Facebook) ele não surtirá efeito nenhum caso seus usuários não o encontrem com facilidade em seu site.<br />
Ter um formulário em destaque, ou um link para esse formulário, é essencial para a racionalização do fluxo de acesso de seus visitantes.</p>
<p>Abaixo, exemplos de sites que têm encontrado lugares para formulários &#8211; na arquitetura da informação de seus portais – mais amigáveis para os usuários.</p>
<p>WordPress.com.</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/wordpress_marketing_educacional.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4580" title="wordpress_marketing_educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/wordpress_marketing_educacional-300x282.jpg" alt="marketing_educacional" width="300" height="282" /></a></p>
<p>O WordPress coloca um grande botão para acesso ao seu formulário no topo do seu site, , ao lado direito, dando-lhe mais destaque, cor e atenção.</p>
<p>Uma vez que um usuário clica nesse botão, o formulário aparece ocupando a tela inteira.</p>
<p>Abaixo, a Netflix coloca formulário de inscrição inserido na página inicial. Com apenas quatro campos para preencher, Netflix tornou extremamente rápido e fácil para os novos visitantes realizarem uma degustação gratuita e imediata. Isto tem contribuído para o sucesso fenomenal da empresa.</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Netflix_Marketing_Educacional.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4581" title="Netflix_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Netflix_Marketing_Educacional-300x225.jpg" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="225" /></a></p>
<p>A Blockbuster, tentou, por meio da oferta de um serviço muito similar, salvar-se da falência. Abaixo seu portal, na ocasião:</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Blockbuster_Marketing_Educacional.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4582" title="Blockbuster_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Blockbuster_Marketing_Educacional-274x300.jpg" alt="Marketing_Educacional" width="274" height="300" /></a></p>
<p>Na ocasião a comparação do Design da Informação dos dois sites, comparados a performance das duas empresas (que possuíam o mesmo modelo de negócios, ainda que a Blockbuster possuísse a enorme vantagem do reconhecimento da marca), tornou-se um hit de teses em todo o mundo.<br />
O conteúdo do portal da Blockbuster era claramente mais poluído e pesado, com homepage sobrecarregada de imagens.<br />
Os links para inscrição eram dois na ocasião: um pequeno link abaixo da navegação, e uma imagem colocada entre os anúncios do lado direito.<br />
Abaixo a realidade atual das duas companhias nos dias de hoje.</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/A_lexa_Marketing_Educacional.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4583" title="A_lexa_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/A_lexa_Marketing_Educacional-300x190.jpg" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="190" /></a></p>
<p>MAS PREENCHENDO TRÊS CAMPOS EU ASSINO O FACEBOOK?</p>
<p>A resposta a pergunta acima é: “de forma nenhuma”. Assim como preenchendo 4 Campos do Cadastro Inicial de uma IES, ninguém está inscrito em seu Processo Seletivo.<br />
Por questões diversas, assinar o Facebook demanda a inserções de uma série de dados adicionais. Em alguns países o cadastro precisa atender a realidades regionais e pré-requisitos de dados impostos pelos Comitês Gestores da Internet daquelas nações.<br />
No Brasil, são três Etapas. Todas elas mercadológicas e certamente importantes para o modelo de negócios da organização. Todos os passos são, ainda, optativos e podem ser preenchidos posteriormente.</p>
<p>Passo 1.</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Facebook_2_Marketing_Educacional.jpg.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-4584" title="Facebook_2_Marketing_Educacional.jpg" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Facebook_2_Marketing_Educacional.jpg-300x204.gif" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="204" /></a></p>
<p>Passo 2.</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Facebook_3_Marketing_Educacional.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-4585" title="Facebook_3_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Facebook_3_Marketing_Educacional-300x159.gif" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="159" /></a></p>
<p>Passo 3.</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Facebook_4_Marketing_Educacional.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-4586" title="Facebook_4_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Facebook_4_Marketing_Educacional-300x154.gif" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="154" /></a></p>
<p>CONCLUSÕES.</p>
<p>- É importante distinguir Cadastros, Formulários, e Fichas de Inscrição ou Processos de Matrículas, no Processo Seletivo da Instituição.</p>
<p>- É fundamental que a Instituição analise friamente as REAIS NECESSIDADES de captação de dados em cada uma das ETAPAS supracitadas.</p>
<p>- É importante desenhar a arquitetura da informação dessas ETAPAS criando uma hierarquia ascendente de custos para seus usuários / futuros alunos, demandando menos informações na página inicial.</p>
<p>- Se possível o Link para o formulário deve ter grande destaque em sua home page, que deve ter menos elementos de desvio do acesso.</p>
<p>- A resposta deve ser imediata a entrada do Lead. Quanto mais tempo se passa do Marco Inicial do contato, menor a chance de conversão.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>A expansão da tecnologia e a pesquisa.</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2001/01/28/marketing_educacional-20/</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Jan 2001 15:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Cefet PR começa a construir novo campus e a planejar novos programas. O aumento do número de vagas em seus cursos de graduação  em particular os Cursos Superiores de Tecnologia  e a expansão dos programas de Pós-Graduação intensificaram o crescimento do Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná (Cefet-PR) Os novos projetos e... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2001/01/28/marketing_educacional-20/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"><strong>Cefet PR começa a construir novo campus e a planejar novos programas. </strong>O aumento do número de vagas em seus cursos de graduação  em particular os Cursos Superiores de Tecnologia  e a expansão dos programas de Pós-Graduação intensificaram o crescimento do Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná (Cefet-PR) Os novos projetos e áreas de pesquisa exigiram a busca por um espaço maior.</span></p>
<p><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"><a title="Ler &amp; Aprender 10" href="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/11/edicao_10.pdf">Ler &amp; Aprender 10</a></span></span></p>
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		<title>Anhanguera adota Google Apps</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/02/23/anhanguera_google_apps_marketing_educacional/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 20:11:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cases]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Em Agosto de 2010 apresentamos no The Campus Experience o Google Apps for Education. Um kit de ferramentas gratuitas e incríveis para gestores de marketing educacional. Para acessar o artigo Clique Aqui. Alguém aí adotou? A Anhenguera Educacional (cujo CEO é ex-CEO do Google &#8211; por acaso, adotou). E hoje (21/2) o Google soltou uma nota... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2011/02/23/anhanguera_google_apps_marketing_educacional/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em Agosto de 2010 apresentamos no The Campus Experience o Google Apps for Education. Um kit de ferramentas gratuitas e incríveis para gestores de marketing educacional.</p>
<p><a title="Anhanguera_Google_Apps_Marketing_Educacional" href="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/anhanguera_google_apps_marketing_educacional.jpg"><img style="width: 446px; height: 308px;" src="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/imagescaler/960cc45fdafb4a9bc5bdf7d7f30aa25e.jpg" alt="Anhanguera_Google_Apps_Marketing_Educacional" width="400" height="251" /></a></p>
<p><a title="Marketing Educacional" href="http://www.tcexp.com.br/blog/2010/08/18/freeconomics_marketing-educacional/">Para acessar o artigo Clique Aqui. </a></p>
<p>Alguém aí adotou? A Anhenguera Educacional (cujo CEO é ex-CEO do Google &#8211; por acaso, adotou).</p>
<p>E hoje (21/2) o Google soltou uma nota em seu blog comemorando a parceria.</p>
<p><em>&#8220;Quando se é estudante, é muito importante se comunicar o mais rápido possível com nossos professores e colegas. É útil entrar no chat ou mandar mensagens instantâneas para pedir anotações de aula. Também se precisa dividir uma apresentação com o grupo de trabalho sem enviar múltiplos anexos. Quando usamos Gmail, Google Docs ou Google Agenda, é possível fazer tudo isso. Agora, a Anhanguera Educacional, o maior grupo educacional da América Latina, vai tornar tudo isso possível para mais de 300 mil alunos, professores e funcionários por meio doGoogle Apps (Gmail, Google Agenda, Google Docs, Grupos do Google, Google Sites). Essas ferramentas vão permitir a colaboração entre todos e tornar o aprendizado mais rápido e eficiente. Com o Google Apps, alunos, professores e funcionários vão possuir uma conta de e-mail exclusiva, para criar, hospedar e compartilhar conteúdos, como trabalhos, provas, textos, vídeos e audiocasts. Também vão poder acessar ferramentas de comunicação instantânea, criar grupos e comunidades de interesses, bem como ministrarem ou assistirem aulas via Web e até por smartphones e tablets. Além disso, todos poderão ter acesso ao calendário de eventos da instituição, datas de provas, divulgação de notas e boletos de mensalidade, dentre outros serviços.&#8221;</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>White Paper TCExp &#8211; A Indústria das Monografias Fantasmas</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/02/24/monografias_fantasmas_marketing_educacional/</link>
		<comments>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/02/24/monografias_fantasmas_marketing_educacional/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Feb 2011 02:23:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Produto]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tcexp.com.br/blog/2011/02/24/monografias_fantasmas_marketing_educacional/</guid>
		<description><![CDATA[A busca por Venda de Monografias, no principal mecanismo de busca da Internet (Google) resulta em aproximadamente 234.000 resultados. Comparativamente, a busca por Venda de Livros gera aproximadamente 2.090.000 e a Venda de Livros Universitários, 1.440.000 respostas. A Venda de Monografias equivale a 16% do conteúdo de Venda de Livros Universitários nesse buscador. Esse é... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2011/02/24/monografias_fantasmas_marketing_educacional/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A busca por Venda de Monografias, no principal mecanismo de busca da Internet (Google) resulta em aproximadamente 234.000 resultados.</p>
<p><a title="Irmãos_Metralhas_Marketing_Educacional" href="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/irmaos_metralhas_marketing_educacional.jpg"><img style="width: 430px; height: 283px;" src="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/imagescaler/3b2f9c3c8e7333875fc94c84f2810c7a.jpg" alt="Irmãos_Metralhas_Marketing_Educacional" width="376" height="282" /></a></p>
<p>Comparativamente, a busca por Venda de Livros gera aproximadamente 2.090.000 e a Venda de Livros Universitários, 1.440.000 respostas.</p>
<p>A Venda de Monografias equivale a 16% do conteúdo de Venda de Livros Universitários nesse buscador.<br />
Esse é um mercado em expansão. Em 2002, pesquisa semelhante publicada pela Folha de São Paulo na matéria &#8220;Internet expõe e expande comércio de teses&#8221;, apontava que uma pesquisa em um site de busca da rede foram encontradas mais de 200 páginas fazendo ofertas para facilitar a vida do estudante que é muito ocupado, que trabalha muito e que não quer se estressar com um trabalho acadêmico, de acordo com os próprios anúncios das páginas. Em oito anos o crescimento foi de mais de 1000 vezes.</p>
<p>Por outro lado em 2008 formaram-se no Ensino Superior 800.318 profissionais. Em 2001 eram pouco mais de 350 mil e desde aquele ano foram 4.985.209 formandos na Graduação.</p>
<p><a title="Grafico_1_Monografias_Marketing_Educacional" href="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/grafico_1_monografias_marketing_educacional.jpg"><img src="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/imagescaler/c5e398f7cf947b2412081560062bc8f5.jpg" alt="Grafico_1_Monografias_Marketing_Educacional" width="400" height="159" /></a></p>
<p><strong>Uma monografia bem elaborada leva pelo menos 6 meses para ficar pronta, segundo especialistas.<br />
</strong></p>
<p>O mercado de venda de trabalhos escolares não está restrito as monografias de conclusão de curso superior e permeia todos os níveis de ensino (são ofertados trabalhos de diversas disciplinas, projetos, trabalhos de conclusão de curso, dissertações de mestrado e teses de doutorado). Esse white paper, contudo, foca-se nas monografias de todos os cursos superiores.</p>
<p>Muitos estudantes consideram a Monografia  meramente  uma norma burocrática. A Monografia, contudo, é pré-requisito à obtenção de titulação, ainda que questionada por muitos universitários.</p>
<p>Umberto Eco, em seu livro Como se Faz uma Tese, publicado originalmente em 1977, já considerava que a obrigatoriedade de se elaborar uma tese para a conclusão de cursos, fruto de uma legislação paradoxal, poderia levar estudantes à situações desesperadoras, como &#8220;preparar uma tese em um mês&#8221;. Com ironia ele recomendava dois caminhos: pagar para que alguém elabore o trabalho ou copiar uma tese pronta, feita em outra universidade.</p>
<p>Uma monografia é, na teoria, a expressão máxima da perícia conceitual absorvida durante os anos de aprendizado no curso universitário, posto que este curso superior espera formar profissionais que possam apresentar autonomia, senso investigativo, flexibilidade, dentre outras qualidades além de conhecimento específico.</p>
<p>A monografia, nesse sentido demanda que o universitário utilize os conhecimento acumulados ao longo de seu curso, e ainda mais &#8211; aponte uma contribuição efetiva no avanço científico e tecnológico referente a carreira e área do conhecimento que escolheu atuar.</p>
<p>Uma monografia, portanto, tem enorme importância, por representar um trabalho que explora um tema singular, procurando aprofundar o mesmo, e levantar diretrizes e resoluções para o assunto abordado, de forma a contribuir no crescimento e desenvolvimento da ciência.</p>
<p>Apesar de toda essa justificativa, muitos estudantes desconsideram esse procedimento, criando uma demanda para um serviço que explodiu com a propagação das Tecnologias da Informação e Comunicação. A venda de monografias é uma indústria  ilegal  em franca expansão.</p>
<p>Atuando na Zona Cinzenta entre o plágio e a falsidade ideológica, convivem sites e portais que socializam teses, monografias e trabalhos acadêmicos.</p>
<p><strong>O maior, no Brasil, é o Zé Moleza.</strong></p>
<p>O portal, segundo seu texto institucional, tem como objetivo colocar o pensamento acadêmico para fora da universidade, incentivando as pessoas a mostrar seus melhores trabalhos, não apenas apresentá-lo na faculdade e depois guardá-lo em estantes apenas retendo poeira, mas dando a todos a possibilidade de conhecê-lo, podendo assim gerar mais conhecimento.</p>
<p><strong>Uma missão nobre, no papel.</strong></p>
<p>A continuidade do texto institucional tira um pouco do brilho da sua missão e explicita um pouco da real finalidade do portal (explicita em seu nome): No mundo moderno o tempo é curto, nos obrigando a multiplicarmos. Nosso site visa trazer praticidade e comodidade para sua vida, agilizando assim suas pesquisas.<br />
São milhares de trabalhos escolares, dispostos em um cardápio para Zés Molezas copiarem e multiplicarem pela rede:</p>
<p><strong>CIÊNCIAS BIOLÓGICAS</strong></p>
<p>Biologia (470)<br />
Bioquímica (13)<br />
Educação Física (359)<br />
Enfermagem (387)<br />
Farmácia (269)<br />
Fisioterapia (353)<br />
Fonoaudiologia (38)<br />
Medicina (207)<br />
Nutrição (124)<br />
Odontologia (78)<br />
Terapia Ocupacional (8)<br />
Veterinária (119)<br />
Zootecnia (8)</p>
<p><strong>CIÊNCIAS EXATAS</strong></p>
<p>Agronomia (67)<br />
Astronomia (8)<br />
Engenharia (528)<br />
Estatística (36)<br />
Informática (731)<br />
Química (188)</p>
<p><strong>CIÊNCIAS HUMANAS</strong></p>
<p>Administração (4835)<br />
Arquitetura (65)<br />
Cinema (17)<br />
Contabilidade (1027)<br />
Desenho Industrial (9)<br />
Direito (5350)<br />
Economia (518)<br />
Hotelaria (38)<br />
Marketing (169)<br />
Produção Cultural (73)<br />
Rel. Internacionais (168)<br />
Secretariado Executivo (59)<br />
Turismo (428)</p>
<p><strong>CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS</strong></p>
<p>Arquivologia (7)<br />
Arte (80)<br />
Biblioteconomia (18)<br />
Ciências Sociais (394)<br />
Comunicação (665)<br />
Filosofia (330)<br />
Geografia (355)<br />
História (689)<br />
Letras (684)<br />
Pedagogia (1306)<br />
Psicologia (905)<br />
Serviço Social (167)</p>
<p><strong>OUTRAS</strong></p>
<p>Colegial (728)<br />
Diversos (1040)</p>
<p>Segundo seu usuário Luciano Espindola, Bahia, viva o Zé Moleza!!! Se alguém quer monografias, TCCs, resenhas, resumos e dissertações, é só buscar no Zé Moleza. Sempre acho o que eu quero!!!</p>
<p>Para Fabrício Tuma, de Belém do Pará, os trabalhos prontos que tem no site sempre me ajudaram muito. Minha monografia ficou ótima. Hoje sou responsável por um importante setor de uma multinacional e indico para todos de lá.<br />
As portas das faculdades são inundadas com propagandas desse tipo de serviço, prestado pelo Zé Moleza e descrito em sua nobre missão. São cartazes colados em postes na frente dessas instituições, promotores panfletando em seus horários de entrada e saída.</p>
<p>As redes sociais são outro canal. É categoricamente impossível encontrar uma comunidade de uma faculdade no orkut  maior rede social do Brasil com mais de 29.411.000 usuários brasileiros cadastrados  sem um anuncio, informal publicado na forma de um scrap, já na pagina inicial de comentários vendendo esse tipo de auxilio.</p>
<p><a title="Grafico_2_Monografias_Marketing_Educacional" href="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/grafico_2_monografias_marketing_educacional.jpg"><img style="width: 425px; height: 251px;" src="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/imagescaler/d67b3936d1b43b4eb5464d9bcf1c4d89.jpg" alt="Grafico_2_Monografias_Marketing_Educacional" width="400" height="221" /></a></p>
<p>Auxílio, este, criminoso.</p>
<p>No caso as Monografias explicitamente plagiadas, violam os direitos autorais. Configuram um crime, portando. Trabalhos Originais, feitos por outros, são enquadrados, ainda, em crime de Falsidade Ideológica (tanto para quem compra quanto quem vende). A pena nesse caso vai de um a três anos de reclusão e multa.</p>
<p>O caso de compra de monografias originais parece menos doloso, aos usuários que o Plágio. E são raros os casos onde essa infração é descoberta.</p>
<p>Os vendedores de monografias tentam enobrecer seu produto posicionando-se no mercado consumidor como Escritores Fantasmas.</p>
<p>A prática de Ghost Writing (de &#8220;Escritor Fantasma&#8221;, em inglês), denomina o profissional que, não recebe os créditos de autoria, tendo escrito uma obra ou texto, ficando este crédito com aquele que o contrata seu serviço ou compra seu trabalho. Essa é uma pratica comercial relativamente comum no meio jornalístico e editorial (algumas editoras  inclusive  disponibilizam o serviço de autoria oculta, como incentivo para a publicação de novas obras). Em outras situações corriqueiras ao setor editorial o escritos se oferece para dar corpo a um livro, colocando palavras na boca  ou na mão  de celebridades, políticos etc, quando percebe que nelas existe uma boa história.</p>
<p>O trabalho de redação fantasma de livros chega a ser oferecido publicamente voltado ao público que &#8220;não tem tempo ou qualificação&#8221; para escrever um livro. Nesses casos &#8220;ghostwriter faz as vezes do autor redigindo uma autobiografia, romances e  até mesmo  livros técnicos.</p>
<p>Em alguns lugares o serviço de ghost-writer é reconhecido e apoiado por entidades como a The Writers&#8217; Union do Canadá.<br />
No resto do mundo há uma variação para os escritores de discursos. Nos Estados Unidos eles são chamados de speechwriters (escritores de discursos, em Inglês).</p>
<p>Dentre os escritores de discursos um dos mais célebres foi o assessor do Presidente Kennedy, e autor da célebre frase do discurso de posse, onde dizia &#8220;Não pergunte o que seu país pode fazer por você, mas o que você pode fazer pelo seu país&#8221;, Ted Sorensen. No Brasil, a ex-prostituta Bruna Surfistinha serviu-se da escrita do jornalista Jorge Tarquino para a redação do campeão de vendas &#8220;O Doce Veneno do Escorpião, filmado com Debora Secco no papel da protagonista, com data de lançamento prevista para breve.</p>
<p>Recentemente a profissão de Escritor Fantasma foi posta em cheque quando o Wall Street Journal (USA) publicou um artigo sobre médicos-escritores, pagos para elaborar artigos científicos para publicação com o nome de pesquisadores proeminentes pela indústria farmacêutica.</p>
<p>Esta prática de comércio autoral é uma realidade e pode interferir negativamente na formação ética, científica e profissional de graduandos e pós-graduandos, bem como na produção científica, falseando dados e informações da literatura.<br />
O tipo de ghostwriting mais em voga, atualmente (se essa fosse uma Indústria legitima esse seria seu segmento mais promissor) é a venda de trabalhos científicos, desde projetos de pesquisa até teses, passando por artigos científicos, monografias e dissertações. A oferta  feita abertamente pela internet e nos campi universitários  prometem originalidade, rapidez e sigilo.</p>
<p>O acesso às páginas eletrônicas é muito fácil: basta digitar em sites de busca as palavras-chave: venda e monografia ou tese, ou dissertação. Os resultados vem aos milhares como supracitado.</p>
<p><strong>Indústria Milionária</strong></p>
<p>O Jornal Hoje mostrou na edição do dia 10/09 o comércio ilegal de monografias.</p>
<p>O modus operandi desse comércio foi amplamente apresentado pela reportagem. O prestador de serviços desenvolve tudo, sem utilizar dados da internet, consultando livros e fazendo pesquisas em bibliotecas. Como um estudante deveria proceder.<br />
Para evitar que o orientador perceba o golpe o aluno intercede junto ao orientador, levando as versões preliminares do material, anotando os ajustes e correções sugeridas, e os encaminhando para a empresa que da continuidade a produção baseada nas orientações.</p>
<p>Alguns fatores podem encarecer o serviço. Por um valor mais alto aceitam-se encomendas de trabalhos que, comprovadamente, demandariam um prazo maior para entrega ou com pouca ou nenhuma solicitação de esclarecimentos sobre detalhes técnicos, éticos ou científicos da pesquisa encomendada. Com mais participação do estudante / cliente (que eventualmente já tenha um ou dois capítulos de ponto de partida) o investimento tende a ser menor.</p>
<p>Uma professora universitária, com 28 anos de experiência, segundo a reportagem, se especializou em detectar fraudes nas monografias e afirma que é preciso redobrar a atenção pra evitar este tipo de golpe. Um dos professores entrevistados pela matéria afirmou que no semestre passado 16 alunos dele cometeram plágio, que é quando se copia o trabalho de outra pessoa. Oito alunos compraram suas monografias. Portanto, praticaram crime. Essa é uma média bastante aceitável por professor.<br />
Se considerarmos que existem no Brasil 132.382 professores com dedicação integral e os 69.187 com dedicação parcial (sem considerarmos os 137.321 professores horistas pois muitos desses dedicam-se a mais de três faculdades o que inviabilizaria o resultado), temos uma relação de 25 alunos por professor no país.</p>
<p>Essa relação de 8 monografias compradas por professor permitiria projetar que 30% das monografias daquele decente foram compradas.</p>
<p>Projetando esse valor sobre os 800 mil alunos que se formaram em 2008 teríamos um total de 240.000 monografias compradas naquele ano.</p>
<p>Os números são alarmistas. Especialistas, com larga experiência acadêmica contudo o corroboram e projetam em 25% esse mercado (200.079 monografias em 2008, portanto).</p>
<p><strong>Pesquisa Científica.</strong></p>
<p>Uma recente pesquisa em sites que o valor desses trabalhos (de graduação) oscila entre R$ 200,00 e R$ 1.200,00. A elaboração de uma tese de doutorado, com 250 páginas varia para cima até R$ 4.000,00.</p>
<p>A média de preços para a confecção da monografia é de R$ 600,00 e o sistema adotado pela maioria das empresas foi o de pagamento antecipado de 50% do valor, devendo o restante ser pago após a entrega da monografia. Uma das empresas oferece, ainda, mediante pagamento de taxa R$ 150,00, o registro em cartório do direito autoral.</p>
<p><strong>Ao preço médio de mercado, esse comércio mobiliza anualmente R$ 120.047.700,00.</strong></p>
<p>Não são grandes operadores que serão caçados pela polícia federal. O problema é descentralizado e um colega de sala mais estudioso pode ser o produtor de monografias para seus pares (esse é um segmento desse serviço). Ainda assim um braço mais organizado é composto por empresários, que se identificam como advogados experientes e ex-professores universitários.</p>
<p><strong>Como proteger-se.</strong></p>
<p>Os regimentos das faculdades devem prever ações disciplinares para essas ocorrências que devem ir da suspensão a expulsão.<br />
Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) recentemente (19/10), por unanimidade, uma série de recomendações que visam a coibir o comércio ilegal de trabalhos acadêmicos e o plágio de monografias nas universidades brasileiras.<br />
A partir do conjunto de medidas aprovadas, a OAB enviará ofício a todas as instituições de ensino superior brasileiras para que invistam na adoção de softwares de busca de similaridades na Internet e em bancos de dados de forma a identificar plágio de obras jurídicas e monografias disponíveis na rede mundial de computadores.</p>
<p>A OAB irá requerer, ainda, a adoção de políticas rigorosas de conscientização dos estudantes acerca da propriedade intelectual, visando coibir o plágio nas atividades acadêmicas.</p>
<p><em>As conclusões jurídicas de João Paulo Rodrigues de Castro, Analista judiciário do Superior Tribunal de Justiça, seguem abaixo:</em><em><strong>CONCLUSÃO</strong></em><em>I- Nem todo negócio jurídico envolvendo monografias é lícito. A cessão do direito ao nome por quem não é o criador da monografia é sem dúvida nulo e crime. A nulidade não se configura, no caso, pela cessão direito de terceiro  o que caracterizaria ineficácia  mas pela impossibilidade de algum dia o cedente adquirir o direito de por o nome em obra criada por outrem. Trata-se de negócio jurídico com objeto impossível, e, por isso, nulo (art. 166, II, do CC). Além do ilícito civil, a cessão de obra de terceiro é crime previsto no artigo 184 do Código Penal, já que se trata de utilização de direito autoral sem autorização do autor (violação). Já a cessão do direito de nominação feita pelo autor da obra é válida. Nesse caso, a transmissão é feita na modalidade de licença, a qual produz efeitos somente entre as partes, não implicando direito de renúncia do autor, que poderá declarar todo tempo a paternidade da obra (que produz efeitos contra todos). Sem contrariedade, portanto, a lei 9610/98, que veda a renúncia dos direitos morais do autor. Além disso, não há como nulificar o negócio por ofensa aos bons costumes. Primeiro, porque a opinião majoritária é, por prova histórica, maleável e fonte de injustiças, não tendo força para restringir o direito fundamental à liberdade. Segundo, porque o negócio não pode ser censurado segundo a moral racional mais severa já pensada, a Kantiana, já que isso implicaria ofensa à igualdade, por conta da impossibilidade jurídica de punir quem fez a monografia por conta própria por mero cumprimento do dever legal ou medo de ser descoberto.</em><em>II- Caso o estudante seja aprovado com a utilização da monografia feita por outra pessoa, o que ocorre se, depois da colação de grau, o verdadeiro autor da obra declara a paternidade da obra? Nesse caso, há, em tese, abuso de direito. O aparente exercício do direito pode mascarar uma cobrança de dívida ou até um rancor por um improvável sucesso alcançado pela obra acadêmica negociada. Nesse caso, nem se haveria de investigar a existência de culpa no exercício do direito subjetivo do autor da obra, pois é prescindível para a caracterização do abuso de direito. Desse modo, caberá ao autor da obra indenizar o estudante, custeando-lhe todos os danos decorrentes da conduta abusiva do direito, entre as quais se incluiria o pagamento de nova orientação e a matrícula em novas disciplinas necessárias à conclusão do curso.</em></p>
<p>III- Contudo, não se pode negar a possibilidade de nulificar, por ofensa aos bons costumes, a cessão do direito de por o nome em obra monográfica. Embora tenha posição pessoal contrária à nulificação desse negócio jurídico por ofensa aos &#8220;bons costumes&#8221;, não há como negar a possibilidade. É que a norma civil permissiva da nulificação é norma aberta. Nesse caso, qualquer opinião é apenas a apresentação de uma possibilidade dentro das várias interpretações que a norma oferece. Há nesses casos, como afirmou Kelsen: &#8220;[...] uma moldura dentro do qual existem várias possibilidades de aplicação, dentro do qual existem várias possibilidades de aplicação, pelo que é conforme ao Direito todo ato que se mantenha dentro desse quadro ou moldura[...]&#8221; [54]</p>
<p>IV- Caso o negócio seja anulado, não há como desconstituir os efeitos negócios ao status quo acarreta, já que isso acarretaria, em regra, enriquecimento sem causa. Isso ocorre porque o autor da obra intelectual ficaria com o trabalho engavetado  sem a possibilidade, por absoluta falta de identificação com a obra criada, de exercer o direito de paternidade de obra aquém de sua intelectualidade , enquanto aquele que apresentou a monografia ficaria com o dinheiro de volta, mesmo já tendo usufruído o direito de licença.</p>
<p>V- No que se refere à existência de crime nos negócios envolvendo monografias, é preciso distinguir. A cessão do direito de nominação por quem não fez a monografia é indiscutivelmente crime. Nesse caso, ocorre violação  desde que não haja consentimento do autor da obra intelectual  do direito moral do autor (direito de nominação), crime previsto no art. 184 do Código Penal. Já no caso de o próprio autor da monografia ceder o direito ao nome não há crime, pois não haverá uso de direito autoral sem o consentimento de autor. Por outro lado, a conduta de colocar o nome em monografia de terceiro e a de apresentar-se falsamente como o autor da obra também são atípicas. Não há estelionato, pois, embora haja fraude no ludibrio aos membros da banca, não ocorre prejuízo patrimonial para a Instituição Financeira que aprovou aluno nessas condições. Também não há falar-se em falsidade ideológica na hipótese. Há duas possibilidades subsidiárias para essa conclusão: Ou monografia não é documento, segundo a acepção restrita de Von Liszt, ou o meio fraudulento utilizado para declarar a vontade é irrelevante para o tipo penal.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>White Paper TCExp &#8211; Impactos Econômicos e Geração de Empregos nos Grandes Jogos do Brasil  2014 e 2016.</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/02/28/white_paper_profissoes_do_futuro_marketing_educacional/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Mar 2011 02:25:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inteligência de Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[A questão do impacto social e econômico residual da Copa do Mundo FIFA em 2010 e dos Jogos Olímpicos de Beijing é discutida ainda hoje. Antes dos jogos muita previsão é feita, mas os resultados  na posteridade  são poucas vezes mensurado com seriedade. Para fazer o download do White Paper em PDF, clique no link... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2011/02/28/white_paper_profissoes_do_futuro_marketing_educacional/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A questão do impacto social e econômico residual da Copa do Mundo FIFA em 2010 e dos Jogos Olímpicos de Beijing é discutida ainda hoje.</p>
<p><a title="White_Paper_Profissões_do_Futuro_Marketing_Educacional_1" href="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/white_paper_profissoes_do_futuro_marketing_educacional_1.jpg"><img src="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/imagescaler/753b9453326967c43abd782c1ede1071.jpg" alt="White_Paper_Profissões_do_Futuro_Marketing_Educacional_1" width="400" height="268" /></a></p>
<p>Antes dos jogos muita previsão é feita, mas os resultados  na posteridade  são poucas vezes mensurado com seriedade.</p>
<p>Para fazer o download do White Paper em PDF, clique no link abaixo (ou siga lendo no Blog TCExp).</p>
<p><a title="Profissoes_COPA_Marketing_Educacional" href="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/profissoes_copa_marketing_educacional.pdf">Profissoes_COPA_Marketing_Educacional</a></p>
<p>Não existe, por exemplo, dados sobre o percentual de visitantes (por nacionalidade) na Copa do Mundo 2010 da Africa do Sul. Para os jogos do Brasil, ja contamos com alguns estudos bem interessantes que prevêm algumas linhas mestras para os jogos. Com base nesses estudos e na análise de reports pós Copa do Mundo 2010, e Olimpíadas de Beijing, 2008, foi construido o presente Paper.</p>
<p><strong>Impactos Politicos de Longo Prazo.</strong></p>
<p><a title="White_Paper_Profissões_do_Futuro_Marketing_Educacional_2" href="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/white_paper_profissoes_do_futuro_marketing_educacional_2.jpg"><img style="width: 395px; height: 234px;" src="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/imagescaler/220b6601430ddfaee66cd87dab296168.jpg" alt="White_Paper_Profissões_do_Futuro_Marketing_Educacional_2" width="400" height="357" /></a></p>
<p>Dados oficiais apontam que a Copa do Mundo na Africa do Sul possuiu um impacto no posicionamento do país como destino turistico, efeito semelhante ao gerado pelos Jogos Olimpicos de Beijing, para a China. A Imagem do país melhorou e os benefícios tendem a ser tangibilizados pelo incremento do turismo e do comércio exterior.</p>
<p>No caso da África, discussões mais profundas sobre a exclusão social foram trazidas a tona, e o Apartheid revisitado na mesma proporção que o campeonato mundial de Rugby de 1995 (muito bem filmado por Clint Eastwood em Invictus). A realidade brasileira é diferente da Chinesa e da Sul Africana. Somos uma democracia estabelecida e estável, sem grandes polemicas acerca dos direitos humanos. Os impactos políticos tendem a ser menores aqui, portanto.</p>
<p><strong>Impacto Econômicos.</strong></p>
<p><strong><a title="White_Paper_Profissões_do_Futuro_Marketing_Educacional_3" href="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/white_paper_profissoes_do_futuro_marketing_educacional_3.jpg"><img src="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/imagescaler/c336cc0b68204f860dcc5a5c066537e2.jpg" alt="White_Paper_Profissões_do_Futuro_Marketing_Educacional_3" width="374" height="305" /></a></strong></p>
<p>A Copa do Mundo da África do Sul foi a mais bem-sucedida da história: de acordo com a Federação Internacional de Futebol (Fifa), US$ 3,2 bilhões (R$ 5,6 bilhões) haviam sido arrecadados pelo Mundial antes mesmo do primeiro jogo. O valor recorde superou em 50% o montante arrecadado quatro anos antes, na Copa realizada na Alemanha em 2006. É referente ao pagamento de direitos de transmissão dos jogos e de uso de marca e a contratos de propaganda e publicidade.</p>
<p>Todo esse dinheiro foi direto para a Fifa, entidade organizadora do Mundial. Apesar de a África do Sul ser a sede de um dos eventos mais lucrativos do mundo, o efeito da Copa na economia do país é limitado, de acordo economistas e empresários.</p>
<p>Uma projeção conservadora aponta que a realização do Mundial deve contribuir com um aumento de, no máximo, 0,2% no Produto Interno Bruto (PIB) sul-africano.</p>
<p>Os analistas apontam que um evento como a Copa do Mundo , em geral, não traz muitos benefícios ao país que o sedia no que se refere à geração de riquezas.</p>
<p>Um ponto positivo do Mundial sobre os países sede é a aceleração de investimentos necessários, principalmente, na área de infraestrutura. A Copa é, portanto, uma catalizador de investimentos. Faz que com o governo realmente aplique dinheiro em obras. Porém, o torneio em si faz muito pouco para a geração de riquezas.</p>
<p><a title="White_Paper_Profissões_do_Futuro_Marketing_Educacional_4" href="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/white_paper_profissoes_do_futuro_marketing_educacional_4.jpg"><img src="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/imagescaler/794f08f05f6e467f523ece216edfd741.jpg" alt="White_Paper_Profissões_do_Futuro_Marketing_Educacional_4" width="400" height="175" /></a></p>
<p><strong>Oportunidade para IES</strong><br />
No caso dos setores de Infra Estrutura, os investimentos ja estão ocorrendo e os resultados colhidos. Uma IES que deseje explorar em profundidade as Oportunidades oriundas dos Grandes Jogos 2014 e 2016, poderá desenvolver parcerias de curto prazo com as empresas que ja estão atuando nessa questão. Especificamente indústria da construção, transporte aéreo e infraestrutura aeroportuária e turismo, hotelaria e lazer, no sentido de desenvolver cursos de capacitação e treinamento para as necessidades de curto prazo dessas organizações.</p>
<p>Outros impacto existem. Na Africa houve um registro de uma elevação repentina nos índices de transações comerciais durante os meses do Mundial. Esse aumento, porém, tende a se transformar em retração logo após o torneio, colocando a África do Sul novamente no seu ritmo normal de crescimento.</p>
<p>Isso porque o país não fez da Copa uma oportunidade para os negócios sul-africanos garantindo que pequenas empresas também se beneficiassem do campeonato. Até os produtos licenciados vieram de fora do país. <strong>O Brasil pode, contudo, aprender com os erros da Africa do Sul.</strong></p>
<p><a title="White_Paper_Profissões_do_Futuro_Marketing_Educacional_5" href="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/white_paper_profissoes_do_futuro_marketing_educacional_5.jpg"><img src="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/imagescaler/894c129b1579c4c9c3a1973cfff748fc.jpg" alt="White_Paper_Profissões_do_Futuro_Marketing_Educacional_5" width="400" height="244" /></a></p>
<p><strong>Impactos Econômicos em outros países .</strong></p>
<p>As estimativas sobre número de turistas, geração de empregos e impacto do evento sobre o PIB em geral são exageradas (na Africa esperáva-se um aumento de 0,5% no PIB). Levantamentos dão conta de que em 1994 os EUA aumentaram em 1,4% o PIB; em 1998, na França, o PIB cresceu 1,3% a mais; em 2002, a Coréia o elevou em 3,1% enquanto o Japão teve decréscimo de 0,3%; e a Alemanha teve 1,7% a mais no PIB em 2006. Mas antes do Mundial da Alemanha, falou-se na criação de 100.000 empregos. Um estudo feito depois do evento contabilizou apenas metade desse total. A Coréia do Sul esperava 500.000 turistas a mais em 2002. Só apareceram 50% deles.</p>
<p><strong>Impactos da Olimpíada de Beijing.</strong></p>
<p>Segundo previsões de especialistas, de 2004 a 2008, os Jogos Olímpicos de Pequim contribuiram em USD 13,4 bilhões para o PIB da cidade. A partir de 2001, quando Pequim ganhou o direito de sediar os Jogos Olímpicos de 2008, até 2006, a taxa de crescimento econômico de Pequim atingiu 12,2%. Durante o mesmo período, PIB per capita da cidade mais do que dobrou, chegando a 6.300 dólares. O salário per-capita dos trabalhadores urbanos em Pequim aumentou de 3.050 dólares em 2001 para 5.840 dólares em 2006, um aumento de quase 110%.</p>
<p>Os Jogos Olímpicos de Pequim também promoveu o desenvolvimento da indústria de serviços em Pequim e em todo o país. A vindústria de serviço de Pequim (que representa 80% da economia de outras cidades em países desenvolvidos do mundo), antes dos jogos, ficava muito atrás e cresceu rapidamente, chegando perto de 70% na vespera dos jogos olimpicos de 2008.<br />
Os Jogos Olímpicos de Pequim deram origem à onda de estudos da linguas entre os moradores de Pequim. Segundo estatísticas oficiais, cerca de cinco milhões de habitantes de Pequim (35 por cento da população de Pequim) tinham um certo nível de Inglês falado, na vespera dos jogos, e cerca de 30 milhões de estrangeiros aprenderam chinês em função dos jogos. Os Jogos Olímpicos de Pequim ajudaram a quebrar a barreira do idioma no mundo. O mesmo pode ser esperado no Brasil nos proximos anos.</p>
<p><strong>Oportunidade para IES</strong></p>
<p>Existirá um incremento no ensino de Português para Estrangeiros. Uma IES que deseje explorar em profundidade as Oportunidades oriundas dos Grandes Jogos 2014 e 2016, poderá desenvolver uma Plataforma de Ensino de Português a Distância para estrangeiros e promovê-la internacionalmente  com relativa facilidade  por meio de Advertising WEB e compra de Links patrocinados.</p>
<p><strong>Impacto Econômico no Brasil</strong></p>
<p><a title="White_Paper_Profissões_do_Futuro_Marketing_Educacional_6" href="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/white_paper_profissoes_do_futuro_marketing_educacional_6.jpg"><img src="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/imagescaler/2a6b3be81a17873d5d349cf0551b7373.jpg" alt="White_Paper_Profissões_do_Futuro_Marketing_Educacional_6" width="400" height="272" /></a></p>
<p>O governo projeta que os impactos econômicos produzidos pela concentração de quase R$ 30 bilhões em investimentos no ápice do calendário esportivo da próxima década  a Olimpíada  se multiplicarão por quatro vezes em 2027, gerando mais de R$ 100 bilhões em riquezas no País, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).</p>
<p>As três atividades com maior potencial para recebimento de investimentos em decorrência dos eventos esportivos são indústria da construção, transporte aéreo e infraestrutura aeroportuária e turismo, hotelaria e lazer. Tais atividades, diretamente relacionadas com os megaeventos, já contam com uma participação expressiva do setor privado e devem passar a receber maiores estímulos dos governos federal e local.</p>
<p>A Deloitte desenvolveu uma importante pesquisa sobre os Jogos, com Ris de empresas de todos os segmentos da economia, e dados oficiais. Segundo a pesquisa:</p>
<p><a title="White_Paper_Profissões_do_Futuro_Marketing_Educacional_7" href="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/white_paper_profissoes_do_futuro_marketing_educacional_7.jpg"><img src="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/imagescaler/864faca50bf69780cb17d6aa0f81de29.jpg" alt="White_Paper_Profissões_do_Futuro_Marketing_Educacional_7" width="400" height="238" /></a></p>
<p>Adicionalmente, o comércio será a atividade que terá o impacto econômico mais expressivo, o que é importante, pois as atividades comerciais representam 10% do PIB, sendo um grande elemento multiplicador para as demais atividades. Portanto, o impacto dos eventos atinge todas as cadeias produtivas, desde a indústria de transformação até as extrativas, além, é claro, das diretamente relacionadas à produção de bens de consumo duráveis.</p>
<p><a title="White_Paper_Profissões_do_Futuro_Marketing_Educacional_8" href="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/white_paper_profissoes_do_futuro_marketing_educacional_8.jpg"><img style="width: 421px; height: 222px;" src="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/imagescaler/eb593687afcb6ee2b021571e11c721b6.jpg" alt="White_Paper_Profissões_do_Futuro_Marketing_Educacional_8" width="400" height="195" /></a></p>
<p>De forma geral as cidades sede da copa do mundo e das olimpíadas são aquelas que se beneficiarão diretamente dos jogos.</p>
<p>Em função do aumento do investimento governamental em infra-estrutura, pré-jogos, outras cidades e industrias irão beneficiar-se indiretamente. Mas a concentração dar-se-á em:</p>
<p><a title="White_Paper_Profissões_do_Futuro_Marketing_Educacional_9" href="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/white_paper_profissoes_do_futuro_marketing_educacional_9.jpg"><img style="width: 347px; height: 440px;" src="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/imagescaler/debe3a55b38ec22b945f54359ffdcbac.jpg" alt="White_Paper_Profissões_do_Futuro_Marketing_Educacional_9" width="332" height="400" /></a></p>
<p>Outras cidades, contudo se beneficiarão como apresentado na sequencia.</p>
<p><strong>Impacto sobre o Mercado de Trabalho.</strong></p>
<p>O aumento do turismo orinudo de campeonatos mundiais além de criar milhares de empregos em hotéis, restaurantes e outras áreas ligadas diretamente ao receptivo de estrangeiros, criou, na África do Sul, em 2010  segundo a FIFA  até 80 mil empregos adicionais relacionados diretamente a Copa de 2010. A maioria desses empregos foram dadas a moradores locais em áreas como construção cicil, meios de comunicação social, transporte, arbitragem, tecnologia, e uma grande variedade de outros trabalhos.<br />
Contudo inicialmente, a previsão era de que a África do Sul iria receber 450 mil visitantes durante o evento, gerando mais de 400 mil empregos diretos e indiretos.</p>
<p><strong>Empregos Temporários e Qualificados</strong></p>
<p>Não são somente os membros da comissão técnica, juízes e os jogadores que terão a oportunidade de impulsionar suas carreiras durante os Grandes Jogos 2014. Longe dos gramados, a estimativa é de que vagas de emprego sejam criadas, e não são somente nas cidades que sediarão o campeonato mundial.</p>
<p>No Brasil espara-se a abertura de 400 mil vagas temporárias serão abertas &#8211; apenas &#8211; em bares de todo o país, ja ha dois meses do início dos jogos, segundo previsão da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes). De acordo com estimativa da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), a oferta de apartamentos de hotel deverá subir até 2016 das atuais 28,2 mil unidades para 48 mil. Tomando por base a produtividade média da mão de obra mais básica, que é de 16 apartamentos por camareira, o brasil precisará ter três mil camareiras atuando no mercado. Somente para a função de camareira, sem contar os outros tipos de serviços prestados em um hotel, deveria haver em 2014 um incremento de mais 1,5 mil profissionais formados para atender a essa nova demanda.</p>
<p>Para se ter uma ideia da grandiosidade do evento para o mercado de trabalho nacional, uma pesquisa realizada pela FGV Projetos, a pedido da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), revelou que<strong> &#8211; apenas a Copa do Mundo de 2014 &#8211; </strong>deverá gerar 3,6 milhões de empregos no Brasil.</p>
<p>Esses empregos &#8220;pontuais e temporários&#8221;, assim como em outros Picos de Contratação de Freelancers tendem a se tornar empregos de longo prazo dependendo do desempenho mostrado durante o campeonato.</p>
<p>E esses empregos não devem ser gerados somente no ano da Copa. De acordo com a Catho Consultoria em RH, agora, cinco anos antes do evento, o mercado de recrutamento já está se movimentando, estimulado pelas empresas brasileiras.</p>
<p>Um exemplo são as vagas abertas para altos executivos pelo Comitê Olimpico Brasileiro (link abaixo em Fontes):</p>
<p><a title="White_Paper_Profissões_do_Futuro_Marketing_Educacional_10" href="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/white_paper_profissoes_do_futuro_marketing_educacional_10.jpg"><img style="width: 409px; height: 250px;" src="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/imagescaler/cef62df06eb3eb455cda750bc8a984eb.jpg" alt="White_Paper_Profissões_do_Futuro_Marketing_Educacional_10" width="400" height="265" /></a></p>
<p>A expectativa é que venham ao país &#8211; em apenas um mês 500 000 turistas  10% do total que o país recebe em um ano inteiro  nas cidades onde acontecerão os jogos. Em 1994, os EUA receberam 400.000 turistas; a França, em 1998, 500.000; o Japão, em 2002, 400.000; e a Alemanha, por conta da sua localização geográfica, bem no centro da Europa, recebeu 2 milhões de turistas. A previsão para 2010 é que 250.000 turistas foram à África do Sul.</p>
<p>O campeonato atrairá ainda 15.000 jornalistas, 15.000 voluntários para tarefas diversas e 300 funcionários e convidados da Fifa, cuja lista de exigências ao país organizador inclui jatinhos, limusines e 400 automóveis.</p>
<p><strong>Para cada uma dessas áreas será necessário desenvolver pessoal de apoio.</strong></p>
<p>Especificamente cabe destacar que a FIFA, abre campos para Volutários interessados em trabalhar na Copa do Mundo de 2014.</p>
<p>Pela análise dos Job Profile desses voluntários podemos projetar áreas mais quentes em Grandes Eventos como os Grandes Jogos de 2014 e 2016, e quais são as competências necessárias para a formulação dos Cursos Especificos sugeridos na sequencia.</p>
<p>Em 2010, as vagas estavam centradas em 3 grandes grupos:</p>
<p>- 2010 FIFA World Cup South Africa Organising Committee Volunteer Functional Areas<br />
- Host City Volunteer Functional Areas<br />
- Football For Hope Festival 2010 Volunteer Functional Areas</p>
<p>Em cada um desses grupos, os voluntários podiam escolher 14 grandes funções nas quais poderiam se inscrever para os jogos.</p>
<p><strong>Jobs Descriptions Principais:</strong></p>
<p><em>Accreditation (Credenciamento)</em></p>
<p>O Credenciamento é um elemento crucial do evento e é a espinha dorsal da segurança que controla o acesso a qualquer área. O credenciamento é importante pois é um método ideal para controlar o acesso aos locais específicos nas respectivas cidades-sede. Suas tarefas incluem, mas não estão limitadas ao credenciamento de apoio; distribuição de cartões de credenciamento; gestão das questões decorrentes de pessoas que buscam credenciamento. A capacidade de comunicar em mais de uma língua é um diferencial para essas vagas.</p>
<p><em>Administration (Administração)</em></p>
<p>O voluntário assiste com o apoio administrativo geral nos Centros Receptivos das Cidades Sede ou em qualquer área onde o apoio administrativo seja necessário. O voluntário deve, idealmente, ter um forte interesse em administração ou estar estudando em tal campo. Seu foco pode ser também um assistente pessoal e / ou Gerente de Administração ou Secretariado Executivo. Uma outra vantagem pode também ser o seu interesse na Administração do Desporto e / ou afins. As funções incluem, mas não estão limitadas a fotocópia, fax, depósito e recolha de documentos. Conhecimento de informática é vantajoso.</p>
<p><em>Outros:</em></p>
<p>- Environmental Services<br />
- Welcome and Information Services<br />
- Information Technology and Telecommunication<br />
- Language Support<br />
- Rights Protection Programme<br />
- Logistic Services<br />
- Marketing<br />
- Media<br />
- Protocol Services<br />
- Fan Services<br />
- Transportation<br />
- Volunteer Management</p>
<p><strong>Oportunidade para IES</strong></p>
<p>Uma IES que deseje explorar em profundidade as Oportunidades oriundas dos Grandes Jogos 2014 e 2016, poderá desenvolver junto com o COI e com a FIFA, cursos oficiais de preparação de voluntários para os Jogos, devendo formalizar o contato, em primeira mão e com urgência, com os Comites Organizadores para a criação de projeto específico.</p>
<p><strong>Áreas de formação que deverão ser incrementadas em função dos jogos mundiais de 2014 e 2016 no Brasil.</strong></p>
<p>Uma importante questão acerca dos impactos econômicos é que a concentração dos investimentos deverá ocorrer em 2012 e 2013. As demandas de mão de obra criadas, portanto, serão de curto prazo. O foco no desenvolvimento de cursos deverá se dar em soluções dinâmicas de Especialização e Treinamento, mais que na abertura de cursos de graduação.</p>
<p>Abaixo o time line da projeção de investimentos de grandes corporações nos jogos (que deverá se concentrar em 2011 e 2012).</p>
<p><a title="White_Paper_Profissões_do_Futuro_Marketing_Educacional_11" href="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/white_paper_profissoes_do_futuro_marketing_educacional_11.jpg"><img style="width: 429px; height: 170px;" src="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/imagescaler/1aa066f946b48dfdcb28174a81fcb53e.jpg" alt="White_Paper_Profissões_do_Futuro_Marketing_Educacional_11" width="400" height="151" /></a></p>
<p>A movimentação tem sido mais forte, portanto em duas áreas: construção civil e marketing. No primeiro caso, os motivos são óbvios, já que o Brasil não quer fazer feio durante o evento, apresentando estádios em condições precárias e existe um grande movimento em construção civil, em infraestrutura, que tem de estar pronta o quanto antes. O movimento não é só de contratação de mão-de-obra menos qualificada, mas de executivos, como gestores de obra, que são cargos mais estratégicos</p>
<p>O setor de infraestrutura vai alem dos estádios, corindo a ampliação do parque de hotéis e restaurantes.</p>
<p>Outra área que já está agitada para a Copa é a de marketing com foco em esportes. Essa era uma área que já estava aquecida, mas que teve um &#8220;agito&#8221; fora do comum por conta do campeonato mundial.<br />
Muitas empresas já estão procurando eventos e jogadores para patrocinar, com o objetivo de estreitar relacionamentos e, no momento da Copa, ganhar mais visibilidade. A concorrência para conseguir tudo isso vai ser grande e já é preciso escolher no mercado os profissionais mais preparados da área de marketing.</p>
<p><strong>Cursos de Idiomas</strong></p>
<p>Apesar do foco em inglês, o ensino de outras linguas deve ser incrementado até 2014.</p>
<p>Durante a Copa de 2010 a FGV desenvolveu uma pesquisa com o publico do campeonato. A amostra foi calculada em função do número estimado de participantes de cada país, de forma a garantir um número mínimo de entrevistas em cada um dos segmentos a estudar. Se projetarmos esse universo nos Grandes Jogos do Brasil, podemos estimar a criação de cursos de idiomas para cada nacionalidade.</p>
<p><a title="White_Paper_Profissões_do_Futuro_Marketing_Educacional_12" href="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/white_paper_profissoes_do_futuro_marketing_educacional_12.jpg"><img src="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/imagescaler/23b60ce022846155bdf28ae5fa8c7bb4.jpg" alt="White_Paper_Profissões_do_Futuro_Marketing_Educacional_12" width="400" height="300" /></a></p>
<p><strong>Além de cursos livres, outros mais técnicos deverão ser impulsionados tais como :</strong></p>
<p>- Traduação e Interpretação (Ingles / Português; Alemão / Português; Mandarin / Português; Espanhol / Português).</p>
<p>- Cursos Especificos (Inglês para Gastronomia, Inglês para profissionais de Turismo, Inglês para Negociações Comerciais).<br />
- Curso inédito Geral de Idiomas para os Grandes Jogos. Mix de Noções Básicas nos principais Idiomas e Uso de Ferramentas de tradução para o Atendimento ao Turista.</p>
<p><strong>Especializações:</strong></p>
<p>Jornalismo Esportivo;</p>
<p>Segurança em Eventos Esportivos;</p>
<p>Organização de Eventos Esportivos;</p>
<p>Educação Fisica;</p>
<p>Receptivo para Grandes Eventos;</p>
<p>Marketing Esportivo;</p>
<p>Gestão do Desporto;</p>
<p>Marketing de Patrocínio;</p>
<p>Desenvolvimento e Captação de Recursos para Projetos com Foco em Esportes</p>
<p><strong>Graduações:</strong></p>
<p>Alguns cursos de graduação, poderão ter sua procura acentuada em função dos Grandes Jogos 2014 e 2016.<br />
Entre eles destacamos:</p>
<p>Educação Fisica;</p>
<p>Turismo;</p>
<p>Eventos;</p>
<p>Comércio Exterior;</p>
<p>Relações Internacionais.</p>
<p>Engenharias</p>
<p><strong>Algumas sub-áreas especificas do setor do turismo que deverão apresentar crescimento com os jogos:</strong></p>
<p>- Formação de sommeliers (na Africa do Sul foram mais de 2 mil contratações de especialistas nessa area).</p>
<p><strong>Algumas áreas diretamente ligadas aos jogos que deverão sofrer impactos positivos da copa:</strong></p>
<p>- Segurança. Segundo dados da Deloitte a segurança (fisica e virtual) foi uma grande preocupação nos jogos olímpicos de 2010. Essa perocupação deverá ocorrer nos jogos de 2014.</p>
<p><strong>O gargalo da Qualificação</strong></p>
<p>A qualificação profissional é responsável pelo aprimoramento da parte intangível do turismo. Esta diretriz tem grande importância na impressão que o turista leva do país. A imagem já consagrada do brasileiro como povo hospitaleiro e simpático não deve ser motivo para a negligência da qualificação e aperfeiçoamento dos serviços, pelo contrário, deve ser um objetivo compartilhado por todos: a busca permanente pela excelência em serviços. É este o maior gargalo da operação turística no Brasil hoje e, consequentemente, o maior desafio para a Copa do Mundo de 2014. A existência de programas regulares de qualificação profissional na cidade-sede é o primeiro passo nesta direção, que deve ser complementado com ações constantes de aperfeiçoamento e requalificação dos profissionais já formados e daqueles que ainda não passaram por qualquer formação.</p>
<p><strong>Problema: Segurança para o turismo</strong></p>
<p>O papel das forças de segurança pública em eventos de grande aglomeração popular, como um dia de jogo da Copa, é importante e indispensável. Os agentes policiais e de ordem acabam por ter interface com o público e com turistas e, por isso, merecem também receber treinamento sobre atendimento, noções de idiomas e sensibilização quanto ao turismo.</p>
<p>Da mesma forma, bombeiros e agentes de defesa civil necessitam de treinamento para relacionamento com turistas. Os procedimentos de emergência são prioridade para grandes eventos. Culturas diferentes podem ter percepções variadas sobre os procedimentos adotados no Brasil.</p>
<p>O correto treinamento das forças de segurança pode ajudar no comando de situações de pânico ou aglomerações. Parte dos destinos-sede de jogos da Copa do Mundo não conta com uma delegacia especializada para o turismo, mas todos têm oficiais ou soldados de Polícia Militar especializados em turismo. Dada sua característica indutora de turismo regional, os núcleos de segurança são tão importantes quanto os batalhões.</p>
<p>Em geral, há carência de programas de qualificação do efetivo da Polícia Militar, visando à sensibilização para a atividade turística e instrumental de idiomas. Em média, estima-se que 5% do contingente possui conhecimento em uma segunda língua.<br />
As Secretarias de Segurança Pública e os órgãos de gestão em turismo mantêm uma boa relação, mas, na grande maioria das cidades-sede, ainda não há um programa formal de cooperação para o turismo</p>
<p><strong>Oportunidade para IES</strong></p>
<p>As Instituições de Ensino Superior privadas podem, portanto, atender a essa demanda do setor publico desenvolvendo programas de Capacitação em Agentes de Segurança para os Grandes Jogos 2014 e 2016, com foco em:</p>
<p>- Idiomas (Mix de Noções Básicas para o Atendimento ao Turista).</p>
<p>- Curso de Especialização em Segurança para Grandes Eventos Esportivos (com foco na capacitação de profissionais dos setores publico e privado).</p>
<p><strong>Problema: Hotelaria</strong></p>
<p>A qualificação dos serviços em hotelaria deve ser uma constante. Todos os funcionários dos meios de hospedagem e os aspirantes a tal função devem receber treinamento para exercer sua função com tranquilidade e competência adequadas. O treinamento deve incluir também noções de reação em situações de pânico e conhecimentos sobre os atrativos da cidade. A sensibilização sobre exploração sexual infanto-juvenil também deve ser promovida, como canal auxiliar de políticas já existentes. Existem oportunidades de qualificação profissional nas áreas relativas à hospedagem em todo o Brasil, por meio de associações de classe ou Sistema S. A hotelaria em geral não tem conseguido suprir a carência de profissionais habilitados em outros idiomas, necessitando, portanto, de melhor preparo para o relacionamento com grande número de turistas estrangeiros.</p>
<p>Os dois principais pontos de carência são atendimento ao cliente e proficiência em idiomas. Porém, há também a necessidade de integração dos sistemas de segurança, como brigadas de incêndio e segurança particular, para lidarem com situações de emergência que envolvam turistas estrangeiros. Diante do crescimento do setor hoteleiro, principalmente na categoria econômica, há necessidade de qualificação dos empresários quanto às estratégias de negócios para o futuro das cidades e os novos processos de cooperação empresarial. Em geral, há boa relação entre os gestores, administração pública turística e associações de classe.</p>
<p><strong>Oportunidade para IES</strong></p>
<p>Existe oportunidades de cursos para Receptivos, e para Executivos dos Setores de Hospedagem.<br />
Além de Cursos Regionais, de Abordagem e Venda das Cidades Sede, cursos de Prevenção a Conflitos e Choques Culturais e de Mix de Idiomas para Profissionais do Turismo, podem ser oportunos para as IES<br />
Além disso cursos de Gestão de Oportunidades para Empresários do Setor de Turismo, podem preparar melhor esses profissionais para aumentar o Ticket Count e o Ticket Médio antes, durante e depois dos Grandes Jogos 2014 e 2016.</p>
<p><strong>Problema: Alimentação</strong></p>
<p>Por considerar a alimentação um item diretamente relacionado ao cotidiano do turista, os prestadores deste serviço devem estar cientes sobre os procedimentos de manipulação segura de alimentos e adotá-los, garantindo ao visitante uma experiência positiva. Independentemente do porte, da localização, ou mesmo do seu grau de formalização, é fundamental que o alimento servido esteja em condições apropriadas para o consumo. Este é um item que carece de maior atenção da gestão pública cidades-sede dos Grandes Jogos.</p>
<p>A qualidade no atendimento também é outro item de especial importância no setor de alimentação das cidades-sede. O posicionamento definitivo de um destino na rota do turismo internacional, pressupõe a existência de um canal de comunicação entre clientes e atendentes. A proficiência mínima em idiomas estrangeiros, especialmente o inglês e o espanhol, pelos atendentes de bares e restaurantes, deve ser um objetivo a se alcançar numa perspectiva de cinco anos. Além disso, a adoção de medidas auxiliares, como a oferta de cardápios multilíngues, pode ser altamente efetiva para o atendimento de turistas estrangeiros. Esta medida pode ter baixo custo e possibilitar a familiarização, por parte dos funcionários, com expressões da língua alvo e com a própria experiência de utilização.</p>
<p>Na maioria das cidades há oferta regular de cursos de qualificação na área de alimentos e bebidas, por meio de parcerias entre Sistema S e associações de classe. Há mão-de-obra especializada, aproveitada nos restaurantes, mas há grande demanda por aperfeiçoamento para crescimento nas funções, principalmente no que diz respeito ao atendimento ao cliente. Os cursos atuais não são suficientes para suprir a demanda estratégica de maximização da capacitação para a Copa do Mundo de 2014. Para atender à demanda turística almejada pelas cidades, há necessidade de aumento/ criação do número de cursos de capacitação e aperfeiçoamento.</p>
<p><strong>Oportunidade para IES</strong></p>
<p>O percentual de empresários de pequeno e médio porte é alto em todo o Brasil, e há forte demanda para treinamento mais integrado de todo o pessoal de atendimento, principalmente no que diz respeito à sensibilização para a necessidade de receber o turista com encantamento. Os pequenos e médios empresários de bares e restaurantes ainda não estão preparados, em sua maioria, para atender turistas estrangeiros. Identifica-se, portanto, que, para o turismo, as ações de capacitação e sensibilização devem ser direcionadas não apenas aos empregados, mas também aos empresários. A disseminação das boas práticas na manipulação de alimentos  é promovida em parcerias com as instituições do Sistema S e associações de classe, que possuem uma atuação constante no aperfeiçoamento dos profissionais de alimentação.</p>
<p>Cursos especificos como Mix de idiomas, e outros como Marketing para Industria de Alimentos com Foco nos Grandes Jogos, podem ter uma grande aceitação por empresarios e podem inclusive ser disponibilizados In Company (para grandes redes de Franquias).</p>
<p>Tomemos o Mac Donalds como exemplo. Certamente  em função de sua grande capilarização e presença  seu departamento de Recursos Humanos deverá pensar em programas de capacitação Operacional e Gerencial para os Grandes Jogos. Uma IES com visão estratégica poderá desenvolver cursos Custom Made com foco em Redes de Franquias, ou na venda para o Varejo.</p>
<p><strong>Problema: Receptivo.</strong></p>
<p>Para alcançar resultados competitivos, é necessária, além da infraestrutura básica, a existência de serviços que viabilizem a circulação dos turistas pelo destino. A estruturação do turismo receptivo de forma profissional, com oferta de produtos e serviços com qualidade e segurança, é um dos fatores que confere ao turista a satisfação de suas expectativas. Os guias de turismo desempenham um papel importante nesse contexto, pois atuam como interlocutores locais. Um destino competitivo deve ser capaz de oferecer guias bem preparados, devidamente credenciados e fluentes em idiomas.</p>
<p>Com exceção das grandes capitais turísticas, há um número limitado de guias de turismo multilíngues e carência de estruturação e planejamento de longo prazo. A correta articulação com as lideranças públicas pode proporcionar melhor escalonamento de visitas, principalmente para os destinos que ainda têm seu potencial de visitação em estudo.</p>
<p>Considerando a necessidade de expansão do receptivo para atendimento das demandas internacionais, verifica-se que há carência de investimento privado em tecnologia de informação e redes de integração, para auxílio na distribuição do volume de turistas pelos atrativos locais e do entorno.</p>
<p><strong>Oportunidade para IES</strong></p>
<p>As Instituções devem oferecer para toda a cadeia de serviços (com foco no Comércio e Transportes) cursos para o receptivo nos Grandes Jogos.</p>
<p>Em todos os casos apresentados, cabe analisar os Destinos Periféricos as Cidades Sede. No Campeonato Mundial de Futebol de 2010, o estudo da FGV apontou que 83% dos visitantes da Africa do Sul pretendiam fazer o Turismo Adicional.</p>
<p><a title="White_Paper_Profissões_do_Futuro_Marketing_Educacional_13" href="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/white_paper_profissoes_do_futuro_marketing_educacional_13.jpg"><img style="width: 416px; height: 277px;" src="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/imagescaler/2a2ba183ce3de2cde09bdf1a4839bdeb.jpg" alt="White_Paper_Profissões_do_Futuro_Marketing_Educacional_13" width="400" height="292" /></a></p>
<p>O foco desses cursos, portando, deve incluir Cidades Periféricas com Potencial Turistico, as Cidades Sede, que enfrentarão problemas semelhantes de capacitação para recepção de turistas em todas as áreas.</p>
<p><strong>Problema: Serviços em Geral.</strong></p>
<p>Além dos serviços tradicionais, normalmente utilizados em viagem, como hospedagem, alimentação e receptivo, existem outros que são igualmente importantes durante a estadia em destinos turísticos. No Brasil, há diversos projetos para incentivo à produção associada ao turismo e conscientização da importância do tratamento diferenciado ao visitante. Há, porém, carência de cursos de capacitação aos empresários sobre a operação associada ao turismo e a necessidade de entendimento da importância de uma cadeia produtiva. A perspectiva do negócio aliada à governança global também são áreas carentes de capacitação. Há forte associação com o meio ambiente, principalmente pelo apelo do ecoturismo, mas poucas operações correlatas como, por exemplo, a coleta seletiva de lixo. Na maioria das cidades, há frota de táxis equivalente à sua necessidade atual, com poucos casos de aceitação de cartões de crédito. Ainda há necessidade de treinamento para atendimento ao cliente. Não foram identificadas iniciativas significativas de qualificação em idiomas, que devem ser ampliadas e incentivadas. Esta área, no contexto brasileiro, é importante para o transporte de turistas, mas fora do escopo de gestão do Ministério do Turismo. Assim, incentiva-se a formação de projetos de cooperação com entidades de classe para a melhor preparação dos motoristas de táxis. Em ações isoladas, há bons resultados no que diz respeito à participação dos motoristas.</p>
<p><strong>Oportunidade para IES</strong></p>
<p>Em todas as cidades, as IES interessadas em explorar em profundidade a oportunidade do Grandes Jogos 2014 e 2016, poderão desenvolver cursos em parceria com as Cooperativas de Taxistas para capacitação e recepção de turistas. Esses mesmos cursos podem ser comercializados no varejo,</p>
<p>Em cidades com São Paulo, poderão desenvolver cursos Tailor Made para departamentos de recursos humanos de grandes empresas de transporte (especificamente o Metrô) para capacitação de seus profissionais.</p>
<p><strong>Fontes:</strong></p>
<p><strong>Ministério do Turismo</strong></p>
<p>http://www.copa2014.turismo.gov.br/copa/copa_cabeca</p>
<p><strong>Fifa</strong></p>
<p>http://www.fifa.com/worldcup/organisation/volunteers/index.html</p>
<p><strong>COI</strong></p>
<p>http://www.olympic.org/</p>
<p><strong>COB</strong></p>
<p>http://www.cob.org.br/home/home.asp</p>
<p><strong>Rio 2016</strong></p>
<p>http://www.rio2016.org.br/pt/Default.aspx</p>
<p>http://www.rio2016.org.br/popups/empregos/index.asp?siglaIdioma=pt</p>
<p><strong>Delloite</strong></p>
<p>www.deloitte.com</p>
<p><strong>Price Waterhouse Coopers</strong></p>
<p>www.pwc.com</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/02/28/white_paper_profissoes_do_futuro_marketing_educacional/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Pesquisa Google sobre Ensino Superior e Marketing Educacional</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/03/13/google_marketing_educacional/</link>
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		<pubDate>Sun, 13 Mar 2011 23:50:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inteligência de Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Dentro da lista de documentos essenciais para o Gestor de Marketing Educacional, abaixo segue pesquisa desenvolvida pelo Google para Agencias On Line. O Papel da Internet na Pesquisa por Instituições de Ensino, Cursos de Graduação e Pós-Graduação1 Resumo  Internet é um canal importante para a pesquisa de nformações sobre instituições de ensino superior, cursos... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2011/03/13/google_marketing_educacional/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dentro da lista de documentos essenciais para o Gestor de Marketing Educacional, abaixo segue pesquisa desenvolvida pelo Google para Agencias On Line.</p>
<p><a title="Search_Marketing_Educaciona" href="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/search_marketing_educacional.jpg"><img src="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/imagescaler/f27e9da5fa33f2af823c054b3178f92f.jpg" alt="Search_Marketing_Educaciona" width="400" height="327" /></a></p>
<p><em><strong>O Papel da Internet na Pesquisa por Instituições de Ensino, Cursos de Graduação e Pós-Graduação1</strong></em></p>
<p><strong>Resumo</strong></p>
<p> Internet é um canal importante para a pesquisa de nformações sobre instituições de ensino superior, cursos processos seletivos</p>
<p> O Google é usado por 96% dos usuários que pesquisam por educação superior</p>
<p> Ferramentas de busca são amplamente usadas para conhecer, aprofundar, comparar e decidir sobre instituições de ensino</p>
<p><strong>1. A internet é usada ativamente na pesquisa por educação e a disponibilidade online de informações de qualidade é um fator essencial na atração dos consumidores</strong></p>
<p> Entrevistamos 603 pessoas com idade entre 17 e 34 anos que estavam pesquisando ou se candidatando a uma instituição de ensino superior ou já haviam se candidatado no ano anterior.</p>
<p> 55% dos entrevistados são do sexo masculino; 72% estavam interessados em graduação e 28% em pós-graduação.</p>
<p> 93% acessam sites de Redes Sociais e 95% acessam sites de compartilhamento de vídeo.</p>
<p> 88% passam mais de 2 horas por dia navegando na Internet.</p>
<p> 50% de todo o tempo empregado na pesquisa por instituições de ensino superior é passado online e 22% nas mídias offline.</p>
<p> 67% dizem que pesquisam informações sobre educação superior diretamente nos sites das instituições de ensino.</p>
<p> Mais de 80% dos entrevistados afirmam que a qualidade do curso, dos professores e a excelência acadêmica na área de especialização são muito importantes quando consideram uma instituição de ensino superior.</p>
<p> 74% dizem que o custo da mensalidade é muito importante quando se escolhe onde se candidatar.</p>
<p> 70% são mais propensos a considerar uma instituição que forneça mais informações sobre ajuda financeira aos alunos.</p>
<p> 52% dos entrevistados revisaram seus planos e expectativas. originais de educação e formação no final do processo de pesquisa.</p>
<p> 37% completaram a inscrição para o processo seletivo.</p>
<p><a title="Tempo_Marketing_Educacional" href="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/tempo_marketing_educacional.jpg"><img style="width: 395px; height: 371px;" src="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/imagescaler/744df181969af629b2500cd13f425d7b.jpg" alt="Tempo_Marketing_Educacional" width="386" height="400" /></a></p>
<p><strong>2. O processo de pesquisa por um curso de graduação ou pós-graduação é longo e demanda muita análise por parte dos consumidores</strong></p>
<p> 54% dos entrevistados que procuram por educação superior estão no processo de pesquisa há mais de 6 meses.</p>
<p> As buscas pela palavra vestibular acontecem o ano todo e o patamar mínimo do volume de buscas é aproximadamente 40% do volume máximo.</p>
<p>3. Os anúncios online aumentam o nível de consciência em relação a instituição de ensino e aos serviços oferecidos, além de ajudar no processo de decisão</p>
<p> Entre os anúncios online, 71% prestam mais atenção nos anúncios animados, 68% nos anúncios de vídeo e 68% nos links patrocinados.</p>
<p> Os anúncios online entretêm, ajudam a gostar e conhecer mais os serviços educacionais oferecidos pelas instituições de ensino superior.</p>
<p> 63% afirmam que os anúncios online ajudam a conhecer novidades sobre a instituição de ensino superior.</p>
<p> 67% dos entrevistados dizem que estão mais inclinados a clicar em anúncios online quando estão fazendo uma pesquisa genérica.</p>
<p> Apenas 5% afirmam que nunca clicam em anúncios online.</p>
<p><a title="Tempo_Marketing_Educacional_Google" href="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/tempo_marketing_educacional_google.jpg"><img style="width: 373px; height: 420px;" src="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/imagescaler/eeffd63fd2d29bea914c41202aa09397.jpg" alt="Tempo_Marketing_Educacional_Google" width="342" height="399" /></a></p>
<p><strong>4. Os anúncios em mídia online e em mídia offline se complementam, aumentando o interesse pela instituição, curso ou processo seletivo</strong></p>
<p><a title="Motivacao_Marketing_Educacional" href="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/motivacao_marketing_educacional.jpg"><img style="width: 381px; height: 553px;" src="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/imagescaler/52a63e425b680886f044a7c09b323af9.jpg" alt="Motivacao_Marketing_Educacional" width="302" height="400" /></a></p>
<p> 29% dos entrevistados consideram as feiras universitárias a fonte offline mais valiosa na pesquisa por processos seletivos.</p>
<p> Anúncios em jornais, externos e em revistas são considerados muito valiosos por cerca de 10% dos entrevistados.</p>
<p> Após usar uma mídia tradicional, 86% dos entrevistados dizem que ficaram mais conscientes dos anúncios online ou foram online para procurar por mais informações.</p>
<p> Após usar uma mídia online, 90% dizem que estão motivados para aprender mais online, 85% a conversar mais com uma amigo ou familiar e 81% afirmam que estão mais atentos aos anúncios sobre o processo seletivo na mídia tradicional.</p>
<p> Após usar uma mídia tradicional, 52% usam os sites das instituições e 51% as ferramentas de busca para saber mais sobre o processo seletivo.</p>
<p> 31% afirmam que os sites das instituições de ensino são as fontes online mais valiosas quando pesquisam por educação superior.</p>
<p><strong>5. As ferramentas de busca são as principais fontes para a pesquisa sobre educação superior na Internet</strong></p>
<p><strong><a title="Fontes_Marketing_Educacional" href="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/fontes_marketing_educacional.jpg"><img style="width: 376px; height: 476px;" src="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/imagescaler/1b255729d41bc2bab1bcce5057ea52b1.jpg" alt="Fontes_Marketing_Educacional" width="301" height="400" /></a></strong></p>
<p> 84% dos entrevistados usam ferramentas de busca quando pesquisam online por universidades, faculdades ou instituições de ensino superior.</p>
<p> As ferramentas de busca são muito importante em todas as etapas do processo de pesquisa-decisão por uma instituição de ensino superior.</p>
<p> 82% consideram as ferramentas de busca muito importante durante a pesquisa geral, e 73% consideram as ferramentas de busca muito importante durante a decisão sobre qual instituição de ensino se candidatar.</p>
<p> 54% dos entrevistados acessam os sites das instituições de ensino por meio de uma ferramenta de busca, e 38% digitam diretamente o endereço.</p>
<p> 96% dos entrevistados que utilizam ferramentas de busca usam o Google; 77% afirmam que o Google é muito importante.</p>
<p><strong>5. As ferramentas de busca são as principais fontes para a pesquisa sobre educação superior na Internet</strong></p>
<p> Google é o mecanismo de busca mais popular do Brasil, atingindo mais de 83% dos usuários de Internet no país, com mais de 760 milhões de visitas e 28 milhões de páginas vistas por mês2.</p>
<p> As soluções de marketing do Google permitem a veiculação de links patrocinados no site de busca do Google e em sites parceiros de busca, além de oferecer alternativas de anúncios online como texto, banners estáticos e animados, imagens, vídeo e gadgets que podem ser veiculados na Rede de Conteúdo do Google, composta de milhares de sites parceiros.</p>
<p>Para fazer o download do estudo completo clique no link abaixo:</p>
<p><a title="educacao_superior" href="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/educacao_superior.pdf">educacao_superior</a></p>
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		<item>
		<title>Editor TCExp é Consultor Convidado do Projeto 10 Milhões de Estudantes.</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/09/30/10milhoes_marketing_educacional/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 03:24:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Segue em anexo (para baixar o documento clique na imagem abaixo) o White Paper (na verdade um E-Book) mais importantedos ultimos anos acerca do Ensino Superior Privado Brasileiro.O Estudo foi desenvolvido pela CM Consultoria a pedido do Fórum Nacional das Entidades Representativas do Ensino Superior Privado Brasileiro. O documento final tem sabor de dever cívico... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2011/09/30/10milhoes_marketing_educacional/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segue em anexo (para baixar o documento clique na imagem abaixo) o White Paper</p>
<p><a title="Marketing Educacional" href="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/10milhoes_marketing_educacional.pdf" target="_blank"><img style="width: 196px; height: 290px;" src="http://www.tcexp.com.br/blog/wp-content/imagescaler/e4121047646b20cacdfc3df657b17e47.jpg" alt="10Milhões_Marketing_Educacional" width="192" height="218" /></a></p>
<p>(na verdade um E-Book) mais importantedos ultimos anos acerca do Ensino Superior Privado Brasileiro.O Estudo foi desenvolvido pela CM Consultoria a pedido do Fórum Nacional das Entidades Representativas do Ensino Superior Privado Brasileiro. O documento final tem sabor de dever cívico cumprido.  Parabéns ao Prof. Carlos Monteiro por dirigir o mais completo estudo jamais produzido no país.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mais da metade dos paulistanos faz compras pela internet</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/10/10/mais-da-metade-dos-paulistanos-faz-compras-pela-internet/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 18:25:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[O e-commerce já atinge pouco mais da metade dos paulistanos. Segundo a III Pesquisa sobre hábitos dos paulistanos na internet, realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP),  51,5% dos paulistanos têm o hábito de realizar compras pela internet. De acordo com o estudo, que será divulgado... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2011/10/10/mais-da-metade-dos-paulistanos-faz-compras-pela-internet/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2></h2>
<div>O e-commerce já atinge pouco mais da metade dos paulistanos. Segundo a III Pesquisa sobre hábitos dos paulistanos na internet, realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP),  51,5% dos paulistanos têm o hábito de realizar compras pela internet.</div>
<p>De acordo com o estudo, que será divulgado durante o “III Congresso de Crimes Eletrônicos e Formas de Proteção”, que acontece nos dias 10 e 11 de outubro, na sede da FecomercioSP, a praticidade é o motivo que atrai a maior parte dos paulistanos, 54,46%, para o e-commerce. O número é 8,84 pontos porcentuais superior ao registrado em 2010, indicando que esta é uma característica cada vez mais valorizada na capital do Estado.</p>
<p>Preço e confiança na empresa são o segundo e terceiro motivos que mais atraem consumidores para os sites de compras. Sendo que o preço, frequentemente menor do que em lojas físicas, é apontado por 27,52% como a motivação para este tipo de compras dos paulistanos e a confiança por 16,47%. Entretanto, a importância desses fatores tornou-se, respectivamente, 2,76 e 6,84 pontos porcentuais menor do que no mesmo período do ano anterior.</p>
<p>Entre as razões para não aderir ao e-commerce, o receio de fraudes é o que influencia a maior parte da população, 52,69%. Medo que vem sendo reduzido, já que, em 2010, ele atingia 63,74% dos paulistanos. A necessidade de ver pessoalmente o produto antes da compra é apontada com um fator impeditivo por 23,15% das pessoas e o custo final da compra, após somar o frete ao preço do produto, por 17,66%.</p>
<p><strong>A Assessoria Técnica da FecomercioSP pondera, entretanto, que a falta de informações claras e objetivas a respeito dos produtos e serviços que são oferecidos na internet ainda é um  grande problema, sendo que 43,51% dos paulistanos não se sentem satisfeitos com as dados fornecidos sobre as mercadorias nos sites de compra.</strong></p>
<p>O número é 8,35 pontos porcentuais maior do que o registrado em 2010, demonstrando uma crescente insatisfação com relação à essas informações.</p>
<p>Segurança</p>
<p>Mais de 300 mil famílias paulistanas têm ao menos um membro que já foi vítima de algum crime eletrônico. Segundo a pesquisa, os homens são mais suscetíveis a essas práticas do que as mulheres, sendo que 9,72% da população masculina dizem já ter sido vítima de um crime eletrônico enquanto 7,28% das mulheres afirmam o mesmo.</p>
<p>O desvio de dinheiro da conta bancária é o crime mais comum, atingindo 24,71% dos que afirmam já terem sido vítimas de um crime eletrônico.  Em seguida, empatados com 15,29%, estão a clonagem de páginas pessoais em sites de relacionamento e a não entrega de produtos comprados. As compras indevidas creditadas em cartões de crédito já atormentaram 14,12% dessa faixa da população. Uso indevido de dados pessoais (12,94%), clonagem de cartão (7,06%) e as compras em lojas que não existem (2,35%) são outros crimes relatados com frequência.</p>
<p>O Boletim de Ocorrência (BO) foi feito por 37,65% das vítimas de crimes eletrônicos. Com relação à clonagem de páginas pessoais, em 20% das vezes a solução foi encerrar a conta no site. Os cartões de crédito ou débito são cancelados em 15,29% das ocorrências. O banco fez o reembolso em 9,41% dos casos, a operação foi cancelada com a operadora do cartão de crédito em 4,71% das vezes.</p>
<p>Após ter sido vítima de um crime eletrônico, 29,41% das vítimas não voltam a realizar compras pela internet. O número é 5,01 pontos menor do que o registrado no ano passado e demonstra que os paulistanos estão aprendendo com os erros e procurando se proteger ao invés de simplesmente abandonar as vantagens oferecidas pela internet. Apesar disso, o total de pessoas que usa algum software de proteção, como os antivírus, caiu de 79,45% para 76,85%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Redes Sociais</p>
<p>Quase todos os paulistanos estão nas redes sociais. São 82,73% ou pouco mais de 9,35 milhões que fazem parte de ao menos uma das redes. Entre as pessoas com mais de 18 anos e menos de 35, o total é ainda maior, 89,54%. Já entre o público que tem entre 35 e 70 anos, o total saltou de 61,05% em 2010 para 73,27%, uma diferença de 12,22 pontos porcentuais.</p>
<p>A rede social mais utilizada continua sendo o Orkut, com 74,91% de penetração. O número, contudo, tem diminuído ano após ano e, na comparação com 2010, é 7,17 pontos porcentuais menor. Em caminho inverso, o Facebook tem conquistado cada vez mais frequentadores. Somente este ano, o site de relacionamentos criado por Mark Zuckerberg registrou um aumento de 30,06 pontos porcentuais na capital paulista, e agora atinge 54,04% de sua população. O Twitter é usado por 19,06% dos paulistanos e o comunicador MSN, por 66,10%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nota Metodológica</p>
<p>A Pesquisa sobre Hábitos dos Paulistanos na Internet foi realizada no mês de maio de 2011 com 1.000 entrevistados no município de São Paulo com o objetivo de identificar os hábitos de consumo pela internet e questões relacionadas aos crimes eletrônicos.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Seminário sobre ações digitais na Educação Brasileira</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/10/10/seminario-sobre-acoes-digitais-na-educacao-brasileira-reune-cases-das-principais-entidades-de-ensino-superior-do-brasil/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Oct 2011 00:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sobre TCExp]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Evento, realizado pela CADSOFT em parceria com a Microsoft, acontece entre 27 e 28 de outubro e contará com a participação da PUC, FGV, FMU, Anhembi-Morumbi e SENAC Entre os dias 27 e 28 de outubro, São Paulo sediará um encontro que contará com a presença de algumas das principais Instituições de Ensino do Brasil.... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2011/10/10/seminario-sobre-acoes-digitais-na-educacao-brasileira-reune-cases-das-principais-entidades-de-ensino-superior-do-brasil/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Evento, realizado pela CADSOFT em parceria com a Microsoft, acontece entre 27 e 28 de outubro e contará com a participação da PUC, FGV, FMU, Anhembi-Morumbi e SENAC<br />
Entre os dias 27 e 28 de outubro, São Paulo sediará um encontro que contará com a presença de algumas das principais Instituições de Ensino do Brasil. Em sua terceira edição, o Seminário de Ações Digitais na Educação Brasileira (SADE-BR) é uma realização da CADSOFT, empresa especializada em soluções de gestão para IES, em parceria com a Microsoft. As inscrições são gratuitas e as vagas limitadas são destinadas a profissionais que atuam em Instituições de ensino.<br />
No primeiro dia do evento, representantes instituições como Pontifícia Universidade Católica (PUC), Fundação Getúlio Vargas (FGV), FMU, Anhembi-Morumbi e SENAC apresentarão cases que demonstram de que forma estas instituições estão atuando no mundo digital. São temas como: retorno de investimento e métricas em redes sociais, SAC 2.0, como engajar o púbico interno para ações de mídias sociais, entre outros.</p>
<div id="attachment_4281" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/10/SadeBR_Marketing_Educacional.jpg"><img class="size-medium wp-image-4281" title="SadeBR_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/10/SadeBR_Marketing_Educacional-300x168.jpg" alt="SadeBR_Marketing_Educacional" width="300" height="168" /></a>
<p class="wp-caption-text">SadeBR_Marketing_Educacional</p>
</div>
<p>Além da apresentação dos case, o educador e presidente da CADSOFT, Glauson Mendes apresentará os resultados da pesquisa “Panorama das Redes Sociais no Ensino Superior Brasileiro. (programação completa anexada).</p>
<p>Já no dia 8 de outubro, os profissionais participarão de oito oficinas sobre monitoramento próprio e da concorrência, desenvolvimento de campanhas em redes sociais, criação de perfis institucionais, entre outras (programação completa anexada)<br />
Segundo o presidente da CADSODFT , Glausom Mendes, “O SADE-BR tem como principal objetivo, auxiliar as instituições de ensino a entender como os alunos da Geração Y, que estão cada vez mais ativos nas redes sociais, pensam, e assim compartilhar maneiras de captar, reter e fidelizar este público alvo”.<br />
As inscrições para o seminário são gratuitas, as vagas são limitadas e restritas a profissionais da educação. Mais informações: http://sadebr.com.br/</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Abordagem de marketing em instituições educacionais</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/10/13/marketing-educacional-12/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 22:09:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Este artigo, de autoria de Ivan Ferreira de Campos, busca demonstrar os aspectos conceituais relacionados à implantação de uma administração de marketing em organizações educacionais, explicitando as particularidades que envolvem o desenvolvimento da visão de mercado e o processo de mudança cultural necessária à adoção estratégica dessa orientação. O estudo orientou-se pela análise de obras... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2011/10/13/marketing-educacional-12/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este artigo, de autoria de Ivan Ferreira de Campos, busca demonstrar os aspectos conceituais relacionados à implantação de uma administração de marketing em organizações educacionais, explicitando as particularidades que envolvem o desenvolvimento da visão de mercado e o processo de mudança cultural necessária à adoção estratégica dessa orientação. O estudo orientou-se pela análise de obras relacionadas ao tema, em específico abordagens propostas for Kotler e Fox, que em seus estudos apontam as necessidades, vantagens e processos relacionados à visão de marketing nas instituições de educacionais, de forma que fosse possível contemplar os processos práticos envolvidos na formação de um conceito ou uma estrutura base para que esta cultura seja inserida nas mais variadas situações organizacionais. Por tratar-se de um estudo teórico, o resultado deste é uma proposta de roteiro, que demonstra os desafios envolvidos na adoção das práticas relacionadas, em especial na mudança de cultura, passando à uma visão estratégica de mercado e das ações que cercam a aplicação do marketing na prática, concluindo com a apresentação de um modelo base para auxílio no trabalho de conscientização e aplicação do ferramental envolvido, auxiliando gestores desse tipo de organização frente os desafios do mercado competitivo.</p>
<p>Para fazer o download clique no link abaixo:</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/10/Abordagem-de-marketing-em-instituições-educacionais.pdf">Abordagem de marketing em instituições educacionais</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O marketing no ensino superior: comparativo Brasil-Portugal</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/10/14/marketing-educacional-25/</link>
		<comments>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/10/14/marketing-educacional-25/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 13:34:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao abordar o marketing aplicado ao ensino superior, este estudo tem como objetivos discutir os conceitos teóricos do marketing educacional e aplicá-los aos contextos brasileiro e português. Tendo em consideração que o marketing educacional tem a sua maior expressão nos E.U.A., a sua aplicação a diferentes realidades e culturas requer adaptações. Inicialmente, fez-se uma revisão dos conceitos... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2011/10/14/marketing-educacional-25/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao abordar o marketing aplicado ao ensino superior, este estudo tem como objetivos discutir os conceitos teóricos do marketing educacional e aplicá-los aos contextos brasileiro e português. Tendo em consideração que o marketing educacional tem a sua maior expressão nos E.U.A., a sua aplicação a diferentes realidades e culturas requer adaptações. Inicialmente, fez-se uma revisão dos conceitos tradicionais de marketing educacional, com ênfase nas vantagens, desvantagens e no marketing-mix aplicado à educação. Posteriormente realizou-se uma caraterização dos contextos atuais do ensino superior no Brasil e em Portugal, e fez-se uma comparação da aplicação do marketing educacional nas realidades brasileira e portuguesa, focando as análises no marketing-mix educacional. Percebeu-se que o ensino superior no Brasil tem caraterísticas muito diversas do ensino superior em Portugal e ambos divergem na aplicação dos conceitos mais tradicionais do marketing à educação. Desta forma, faz-se necessária a construção de abordagens teóricas específicas para a aplicação do marketing educacional a diferentes nações.</p>
<p>Artigo de Helena Alves, Mario Raposo e Emerson Wagner Mainardes.</p>
<p>Para fazer o download desse PDF de Marketing Educacional, clique no link abaixo:</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/10/O-marketing-no-ensino-superior-comparativo-Brasil-Portugal.pdf">O marketing no ensino superior comparativo Brasil-Portugal</a></p>
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		<item>
		<title>INSEAD &#8211; Por dentro da Escola de Negócios do Mundo</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/10/17/marketing-educacional-44/</link>
		<comments>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/10/17/marketing-educacional-44/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 22:42:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cases]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Reportagem do programa Mundo S/A com um dossier sobre uma das melhores escolas de negócios do mundo. A francesa ISEAD. Matéria essencial para gestores de Marketing Educacional em um mundo onde o ensino está, a cada dia mais internacionalizado. Parte 1 Parte 2]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reportagem do programa Mundo S/A com um dossier sobre uma das melhores escolas de negócios do mundo. A francesa ISEAD. Matéria essencial para gestores de Marketing Educacional em um mundo onde o ensino está, a cada dia mais internacionalizado.</p>
<p>Parte 1</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/byRxF27M7Do" frameborder="0" width="480" height="360"></iframe></p>
<p>Parte 2</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/w2VetS_K-GU" frameborder="0" width="480" height="360"></iframe></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>A inadimplência nas instituições de ensino superior</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 19:57:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[O crescimento do setor da educação superior privada no Brasil e o espaço ocupado por ela atualmente são fatores inquestionáveis como pode ser percebido por meio do número de alunos, de cursos, de ofertas de vagas, etc., pelos quais esta modalidade de ensino responde. Nessas instituições, o processo de gestão esbarra em problemas específicos, entre... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2011/10/21/a-inadimplencia-nas-instituicoes-de-ensino-superior/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O crescimento do setor da educação superior privada no Brasil e o espaço ocupado por ela atualmente são fatores inquestionáveis como pode ser percebido por meio do número de alunos, de cursos, de ofertas de vagas, etc., pelos quais esta modalidade de ensino responde. Nessas instituições, o processo de gestão esbarra em problemas específicos, entre eles, a possibilidade de inadimplência por parte dos alunos. Com o excesso de ofertas no mercado e a necessidade de recursos para manter a instituição, como encontrar o equilíbrio entre esta busca incontrolável na captação de alunos sem analise de crédito e, ao mesmo tempo, ter índices aceitáveis de inadimplência? A busca pelas causas que levam à inadimplência revela-se como um dos caminhos possiveis para lidar com esse cenário.</p>
<p>Trabalho de Rogério Dalcin de Andrade.</p>
<p>Para fazer o download do trabalho, clique no link abaixo:</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/10/Inadimplencia_Marketing_Educacional.pdf">Inadimplencia_Marketing_Educacional</a></p>
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		<item>
		<title>Apresentação de Marketing Educacional no SADE BR 2011 / 02.</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/11/01/marketing-educacional-48/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Nov 2011 03:02:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Apresentação sobre Marketing Educacional realizada no Seminário de Ações Digitais na Educação Brasileira (SADEBR) em outubro de 2011, em evento organizado pela Cadsoft em parceria com a Microsoft. SADE_BR_2011_02 on Prezi]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="prezi-player">Apresentação sobre Marketing Educacional realizada no Seminário de Ações Digitais na Educação Brasileira (SADEBR) em outubro de 2011, em evento organizado pela Cadsoft em parceria com a Microsoft.</div>
<div class="prezi-player"><object id="prezi_ppoxhwdngxan" width="550" height="400" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="flashvars" value="prezi_id=ppoxhwdngxan&amp;lock_to_path=0&amp;color=ffffff&amp;autoplay=no&amp;autohide_ctrls=0" /><param name="src" value="http://prezi.com/bin/preziloader.swf" /><embed id="prezi_ppoxhwdngxan" width="550" height="400" type="application/x-shockwave-flash" src="http://prezi.com/bin/preziloader.swf" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" flashvars="prezi_id=ppoxhwdngxan&amp;lock_to_path=0&amp;color=ffffff&amp;autoplay=no&amp;autohide_ctrls=0" /></object></p>
<div class="prezi-player-links">
<p><a title="                                                          No description                                                      " href="http://prezi.com/ppoxhwdngxan/sade_br_2011_02/">SADE_BR_2011_02</a> on <a href="http://prezi.com">Prezi</a></p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Separados no Nascimento: Versão 2.0 / 2!</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/11/02/marketing-educacional-54/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 16:17:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 1980, Michael Porter lançou o livro &#8220;Competitive Strategy&#8221; (Estratégia Competitiva). Porter descreveu a estratégia competitiva como ações ofensivas e defensivas de uma empresa, em nosso caso uma IES, para criar uma posição sustentável dentro da indústria, do segmento do ensino superior. Seriam essas ações, uma resposta às cinco forças competitivas que o autor indicou... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2011/11/02/marketing-educacional-54/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1980, Michael Porter lançou o livro &#8220;Competitive Strategy&#8221; (Estratégia Competitiva). Porter descreveu a estratégia competitiva como ações ofensivas e defensivas de uma empresa, em nosso caso uma IES, para criar uma posição sustentável dentro da indústria, do segmento do ensino superior. Seriam essas ações, uma resposta às cinco forças competitivas que o autor indicou como determinantes da natureza e grau de competição que cerca uma empresa.</p>
<p>Para saber mais sobre essas forças (a Matriz de Porter), vale a pena a leitura do PDF: <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2007/12/mai_jun_2005.pdf">Marketing Educacional</a></p>
<p>Porter identificou três estratégias genéricas que podem ser usadas individualmente ou em conjunto para criar uma posição sustentável a longo prazo.</p>
<div id="attachment_4479" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Estrategias_genericas_marketing_educacional.png"><img class="size-medium wp-image-4479" title="Estrategias_genericas_marketing_educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Estrategias_genericas_marketing_educacional-300x204.png" alt="marketing_educacional" width="300" height="204" /></a>
<p class="wp-caption-text">marketing_educacional</p>
</div>
<p>A primeira é a estratégia competitiva de custo, na qual a empresa centra seus esforços na busca de eficiência produtiva, na ampliação do volume de produção e na minimização de gastos com propaganda, assistência técnica, distribuição, pesquisa e desenvolvimento, e tem no preço um dos principais atrativos para o consumidor. <strong>Vale destacar PREÇO.</strong></p>
<p>A opção pela estratégia competitiva de diferenciação faz com que a empresa invista mais pesado em imagem, tecnologia, assistência técnica, distribuição, pesquisa e desenvolvimento, recursos humanos, pesquisa de mercado e qualidade, com a finalidade de criar diferenciais para o consumidor. <strong>Vale destacar: Diferenciais ao Consumidor.</strong></p>
<p>A estratégia competitiva de foco significa escolher um alvo restrito, no qual, por meio da diferenciação ou do custo, a empresa se especializará atendendo a segmentos ou nichos específicos.</p>
<p>Ocorre no Ensino Superior uma miopia estratégica generalizada que draga as instituições para uma competição por Preço. Todas acham-se diferenciadas, mas não comunicam esses diferenciais ao mercado.</p>
<p>Ao analisar a comunicação dos cursos de Administração de 4 grandes universidades em São Paulo, por meio de uma ferramenta de Cloud (que lê um texto, e produz um mosaico baseado em palavras mais repetidas ao longo deste), notamos &#8211; graficamente &#8211; a semelhança na oferta.</p>
<div id="attachment_4481" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Cloud_Cursos_Marketing_Educacional.gif"><img class="size-medium wp-image-4481" title="Cloud_Cursos_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Cloud_Cursos_Marketing_Educacional-300x191.gif" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="191" /></a>
<p class="wp-caption-text">Marketing_Educacional</p>
</div>
<p>Quando seu futuro aluno depara-se com uma oferta igual, sua decisão torna-se baseada em conveniência.</p>
<p><strong>No caso das IES privadas, em Preço e Localização.</strong></p>
<p>É importante buscar diferenciação na comunicação e no posicionamento da oferta. E é &#8211; relativamente &#8211; simples, produzir e comunicar esses diferenciais, destacando-se na percepção de seu publico alvo.</p>
<p>Experimente colar o texto de seu curso de administração na <a title="Marketing Educacional" href="http://www.wordle.net/" target="_blank">Nuvem de Tags para Marketing Educacional</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se o resultado ficar semelhante ao desse Post, preocupe-se. Ou oriente-se para para seus custos para oferecer um preço &#8211; de fato &#8211; diferenciado ao seu mercado.</p>
<p><a title="Contato_Marketing_Educacional" href="http://www.tcexp.com.br/novo/contato/" target="_blank">Se quiser saber mais sobre o assunto, entre em contato conosco!</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Redes sociais ajudam a localizar 72% de devedores &#8211; porque não &#8220;alunos&#8221; &#8211; considerados &#8220;perdidos&#8221;.</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/11/07/marketing-educacional-59/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 12:51:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[As áreas de cobrança dos departamentos financeiros das IES A Lei n.º 9.870/1999 que trata das mensalidades escolares tanto para o ensino básico quanto para o ensino superior, permite que os alunos inadimplentes permaneçam estudando até o final do contrato, causando sérios prejuízos para as instituições de ensino. A referida lei criou forte estímulo à... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2011/11/07/marketing-educacional-59/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As áreas de cobrança dos departamentos financeiros das IES A Lei n.º 9.870/1999 que trata das mensalidades escolares tanto para o ensino básico quanto para o ensino superior, permite que os alunos inadimplentes permaneçam estudando até o final do contrato, causando sérios prejuízos para as instituições de ensino. A referida lei criou forte estímulo à inadimplência, tanto que por muitos recebeu a alcunha de &#8220;Lei do Calote&#8221;.<br />
Segundo dados da “PESQUISA INADIMPLÊNCIA” (para fazer o download clique no link abaixo), publicada pelo SEMESP em 2009, no ano anterior, a taxa de inadimplência atingiu o nível mais alto desde 1999, primeiro ano de realização da pesquisa: 24,5%. A Região Metropolitana de São Paulo foi a que teve a maior taxa em 2008: 34,5%.</p>
<p>Pesquisa Inadimplência:</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/pesquisa_inadimplencia_semesp_marketing_educacional.pdf">pesquisa_inadimplencia_semesp_marketing_educacional</a></p>
<p>Esse fenômeno está, em parte relacionado a legislação, que torna os gastos com Educação (Matrículas e Mensalidades) a sexta prioridade na Cidade de São Paulo, atrás de gastos com Roupas e com o Veículo Próprio, segundo o IBGE (2010).</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Gastos_SP_Marketing_Educacional.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-4497" title="Gastos_SP_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Gastos_SP_Marketing_Educacional-300x276.gif" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="276" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Toda instituição conhece esse fenômeno, que é um dos principais sinais de Evasão, um dos maiores problemas enfrentados pela gestão de Marketing Educacional das instituições de ensino, atualmente, e que leva a cada ciclo, 50% dos alunos de uma faculdade privada. Muitos desses estudantes trancam suas matriculas com condições de regresso, muitos transferem-se tornando impossível seu resgate.</p>
<p>Existe contudo aqueles que simplesmente abandonam suas faculdades, sem esclarecimentos e sem respeitar os processos e requisitos, devendo mensalidades. Desaparecem e tornam-se um crédito de difícil resgate e contabilização. Deixam de atender o telefone, não respondem os e-mails nem a correspondência de cobrança. &#8220;Como encontrar esses ex-alunos ?&#8221; era uma pergunta que ecoava nas mantenedoras.</p>
<p>Um estudo recente feito por alunos do <em>MBA executivo em Crédito e Cobrança IGEOC-IBMEC</em> comprova a eficiência das redes sociais na localização de inadimplentes. 613 clientes de um total de 852 pesquisados têm perfil no Facebook e foram identificados pela empresa de cobrança que conduziu o estudo, o que corresponde a 72% do total da amostra.</p>
<p>Em números absolutos, a região Centro-Oeste foi a campeã de localizações. Lá 83% dos clientes &#8220;deslocalizados&#8221; têm perfil no Facebook. Em seguida vêm as regiões Sul (com 80%), Sudeste (77%), Norte (60%) e Nordeste (57%). Esse resultado comprova o surgimento de um novo canal de comunicação com o cliente. A cobrança caminha a passos largos para tornar-se multicanal, dentro, é claro, das regras de ética do segmento e do próprio Código de Defesa do Consumidor, que prevê que o cliente não seja exposto a nenhum tipo de constrangimento ou ameaça.</p>
<p>No segundo trimestre de 2011, o acesso à internet atingiu 77,8 milhões de brasileiros, que passaram em média 69 horas on-line, conforme pesquisa do IBOPE Nielsen Online. Os sites de redes sociais chegaram a 39,3 milhões de pessoas, equivalente a 87% dos internautas em agosto de 2011, colocando o Brasil como o 2º pais do mundo em penetração nas redes sociais.</p>
<p>Para as Instituições de Ensino Superior privadas, as redes sociais tornam-se cada dia mais sistêmicas. A área acadêmica vem fazendo uso e criando excelentes praticas do uso dessas ferramentas, assim como os departamentos de marketing educacional. A nova fronteira, aparentemente, vem dos departamentos de cobrança. E para explorar ao máximo esse universo on line, em 2010 foi lançada uma poderosa ferramenta de monitoramento chamada<a title="Marketing Educacional" href="http://www.cadsoft.com.br/solucoes_detalhe.php?id=21"> PlanetaY</a>. Essa plataforma ajuda a IES a acompanhar, interagir e compreender tudo sobre sua imagem em Redes Sociais e sobre assuntos relacionados a Educação nessas mídias.</p>
<p><a title="Marketing Educacional" href="http://www.tcexp.com.br/novo/contato/">Para saber mais clique aqui e solicite uma apresentação.</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Anhanguera lança Hot Site e Manifesto incríveis!</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/11/07/marketing-educacional-66/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 01:32:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Publicidade & Propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[A campanha Quem Estuda vai mais longe não para de surpreender. Seguindo um conceito poderoso de cross media a Anhanguera está presente de forma contundente na Internet, fazendo uso das mais eficazes ferramentas em seu belíssimo hot site Entre as diversas possibilidades de interação, destacamos o Manifesto Anhanguera. Um texto de tirar o fôlego, em... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2011/11/07/marketing-educacional-66/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A campanha Quem Estuda vai mais longe não para de surpreender. Seguindo um conceito poderoso de cross media a Anhanguera está presente de forma contundente na Internet, fazendo uso das mais eficazes ferramentas em seu belíssimo <a title="Marketing Educacional" href="http://www.unianhanguera.edu.br/quemestudavaimaislonge/">hot site</a></p>
<p>Entre as diversas possibilidades de interação, destacamos o Manifesto Anhanguera. Um texto de tirar o fôlego, em uma animação moderna e dinâmica.</p>
<p>Lições de marketing educacional inspiradas, muitas antecipadas pelas páginas do livro The Campus Experience (2008). Lá, ha quase quatro anos, ja falávamos de Google Apps, de parcerias com a Catho e de Seguro Educacional. Nada mais óbvio, meio vanguarda naqueles anos, mas super atual como mostra o vídeo abaixo.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/TnIYH0FCSlY?rel=0" frameborder="0" width="480" height="360"></iframe></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Teaser: Nasce o Censo do Ensino Superior &#8211; Inep 2010</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/11/08/teaser-nasce-o-censo-do-ensino-superior-inep-2010/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 22:10:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inteligência de Mercado]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes de publicar os números brutos, como faz ha quase uma década, o Inep em 2011 publicou um release antecimento algumas conclusões sobre o Censo do Ensino Superior 2010. Um teaser para gerar alguma expectativa no segmento. Nós adoramos o Censo do Ensino Superior do INEP. Atuar em um mercado recenseado, é lidar com dados... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2011/11/08/teaser-nasce-o-censo-do-ensino-superior-inep-2010/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de publicar os números brutos, como faz ha quase uma década, o Inep em 2011 publicou um release antecimento algumas conclusões sobre o Censo do Ensino Superior 2010. Um teaser para gerar alguma expectativa no segmento.</p>
<p>Nós adoramos o Censo do Ensino Superior do INEP. Atuar em um mercado recenseado, é lidar com dados estatísticos robustos. O planejamento estratégico e de marketing educacional torna-se mais preciso, sem espaços para suposições.</p>
<p>Na gestão do conhecimento, no entanto Dados são Dados. Transformá-los em informações, e fazer uso dessas na administração de um empreendimento educacional&#8230; aí reside o desafio.</p>
<p>No ínterim, seguem algumas inferências sobre os dados do Ensino Superior no Brasil.</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_1_Marketing_Educacional.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-4507" title="Imagem_1_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_1_Marketing_Educacional-300x189.gif" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="189" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O número de Instituições de Ensino Superior Privadas cresceu 1%passando de 2069 para 2099. No período anterior (entre 2008 e 2009) o crescimento havia sido de 3%.</p>
<p>O INEP pela primeira vez publica os dados da pós graduação consolidados aos dados do Censo. Estudam no país (em programas de Mestrado e Doutorado), 173 mil alunos. Essas matriculas concentram-se nas instituições publicas e não referem-se aos programas Lato Sensu (a grande caixa preta do Ensino Superior brasileiro).</p>
<p>Talvez para inflacionar as estatísticas, talvez para alinhar-se ao modelo global de computação de dados de Ensino Superior, uma nova classe, consolidada agremia todas as modalidades de ensino (sem o Lato Senso que aumentaria ainda mais o quociente essa conta). Estudam nas Instituições de Ensino do país 6.552.707 alunos.</p>
<p>A relação Alunos/ Professor está acima dos níveis propostos pela OCDE nas IES publicas (13 alunos por professor) e alinhada com as melhores praticas nas IES particulares (22/1). Esse fato apresenta uma capacidade instalada de alunos no sistema publico mal explorada.</p>
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<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/OCDE_Marketing_Educacional.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-4532" title="OCDE_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/OCDE_Marketing_Educacional-300x118.gif" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="118" /></a></p>
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<p>O número de matrículas nos cursos de graduação aumentou. Em 2009 estavam matriculados, presencialmente, no ensino superior, 5.11 milhões de alunos e 838 mil no EAD. Somando-se, o crescimento foi de 7%. Entre 2008 e 2009 o crescimento havia sido de apenas 2%.</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_2_Marketing_Educacional.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-4508" title="Imagem_2_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_2_Marketing_Educacional-300x202.gif" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="202" /></a></p>
<p>Houve uma descentralização e uma maior equalização entre a distribuição da População Brasileira e das matrículas no Ensino Superior.</p>
<p>O Sudeste (43% da pop.), concentra hoje, 48% das matrículas. Em 2001 concentrava 52%! O Nordeste (28% da pop.) passou de 15% das matrículas para 19%. O sul possui 16% da pop., o Norte, 8% da pop. e o Centro Oeste 7%.</p>
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<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_3_Marketing_Educacional.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-4509" title="Imagem_3_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_3_Marketing_Educacional-300x179.gif" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="179" /></a></p>
<p>A crescente consolidação das Instituições de Ensino em nada impactou a distribuição das Organizações Acadêmicas. Aparentemente o MEC insiste em frear os pedidos de Autorização de Funcionamento de Centros Universitários e Universidades privadas, tirando autonomia e as condições necessárias para um crescimento ainda maior na oferta de cursos e vagas, na pesquisa e na extensão.</p>
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<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_4_Marketing_Educacional.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-4510" title="Imagem_4_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_4_Marketing_Educacional-300x203.gif" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="203" /></a></p>
<p>Depois da queda histórica no número de ingressantes ocorrida entre os anos de 2009 e 2010 (8%), quando o número de novos alunos baixou de 1.798 mil para 1.642 mil, esse delta voltou a aprumar (&gt; de 3%). Um número de ingressantes próximo aos dos anos 2005 / 2006. Um crescimento insignificante mas que reduz a preocupação oriunda de uma continuidade na tendência de queda.</p>
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<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_5_Marketing_Educacional.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-4511" title="Imagem_5_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_5_Marketing_Educacional-300x183.gif" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="183" /></a></p>
<p>A Graduação a Distância representa 15% das matrículas do Ensino Superior. Um salto de credibilidade e reconhecimento das TICs na Educação.</p>
<p>Grupos como Facinter, Uniasselvi, Unopar e Ulbra (todos com mais de 100 mil alunos matriculados em 2009) alavancam essa modalidade de ensino no país e criam um enorme precedente para o atendimento da demanda represada nas &#8220;cidades sem vagas&#8221; (objeto de estudo publicado no TCExp em 2010).</p>
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<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_6_Marketing_Educacional.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-4512" title="Imagem_6_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_6_Marketing_Educacional-300x213.gif" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="213" /></a></p>
<p>Esses cursos a distância começam a ser testados pelo mercado de trabalho. Ja representam 15% dos concluintes. E estabilização dos concluintes deveria preocupar a todos (muito mais do que preocupam de fato). Esses números estagnados representam uma enorme fuga e evasão. E são o principal indicador de performance dos sistemas de ensino. Nenhuma entidade avalia o número de ingressantes de um sistema educacional. Os países são avaliados (e isso é o que realmente importa) pelo percentual de sua população graduada.E ano passado aumentamos menos de 0,5% esse corte educacional em nosso país.</p>
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<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_11_Marketing_Educacional.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-4517" title="Imagem_11_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_11_Marketing_Educacional-300x203.gif" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="203" /></a></p>
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<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_12_Marketing_Educacional.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-4518" title="Imagem_12_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_12_Marketing_Educacional-300x135.gif" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="135" /></a></p>
<p>As análises dos próximos gráficos seguem nesse mesmo post nos próximos dias. Se quiser contribuir com essa discussão o Fórum é Livre!</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_13_Marketing_Educacional.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-4519" title="Imagem_13_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_13_Marketing_Educacional-300x204.gif" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="204" /></a></p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_14_Marketing_Educacional1.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-4521" title="Imagem_14_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_14_Marketing_Educacional1-300x213.gif" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="213" /></a></p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_15_Marketing_Educacional.gif.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-4522" title="Imagem_15_Marketing_Educacional.gif" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_15_Marketing_Educacional.gif-300x203.png" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="203" /></a></p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_16_Marketing_Educacional.gif.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-4524" title="Imagem_16_Marketing_Educacional.gif" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_16_Marketing_Educacional.gif-300x175.gif" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="175" /></a></p>
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<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_17_Marketing_Educacional.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-4525" title="Imagem_17_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_17_Marketing_Educacional-300x162.gif" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="162" /></a></p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_18_Marketing_Educacional.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-4526" title="Imagem_18_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_18_Marketing_Educacional-300x192.gif" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="192" /></a></p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_19_Marketing_Educacional.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-4527" title="Imagem_19_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_19_Marketing_Educacional-300x159.gif" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="159" /></a></p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_20_Marketing_Educacional.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-4528" title="Imagem_20_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_20_Marketing_Educacional-300x193.gif" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="193" /></a></p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_21_Marketing_Educacional.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-4529" title="Imagem_21_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_21_Marketing_Educacional-300x202.gif" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="202" /></a></p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_22_Marketing_Educacional.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-4530" title="Imagem_22_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_22_Marketing_Educacional-300x190.gif" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="190" /></a></p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_23_Marketing_Educacional.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-4531" title="Imagem_23_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Imagem_23_Marketing_Educacional-300x199.gif" alt="Marketing_Educacional" width="300" height="199" /></a></p>
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		<item>
		<title>A Importância da Formação Universitária em Capital Social</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/11/09/marketing-educacional-68/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 20:43:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Qual a missão de uma universidade? Qual a função de um curso superior? Se você concorda que seus alunos são sensíveis aos conceitos de “Empregabilidade” e “Carreira”, então você deveria entender como o “Sucesso” opera nos dias de hoje. Antes de deixar perguntas sem respostas, os alunos – são, sim, sensíveis a esses conceitos. Uma... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2011/11/09/marketing-educacional-68/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Qual a missão de uma universidade? Qual a função de um curso superior? Se você concorda que seus alunos são sensíveis aos conceitos de “Empregabilidade” e “Carreira”, então você deveria entender como o “Sucesso” opera nos dias de hoje.</p>
<p>Antes de deixar perguntas sem respostas, os alunos – são, sim, sensíveis a esses conceitos.</p>
<p>Uma pesquisa recente, desenvolvida pela TNS Research International para o Google afirmou que 25% dos futuros alunos dos cursos de Graduação escolhem um CURSO superior para Crescimento Profissional.  Outros 17% afirmam que sua razão é “Potencial de Emprego Futuro”; 7% “Aumentar Minha Empregabilidade”. Razões relacionadas a “Carreira” respondem por 62% do total. “Realização Pessoal”, possui 18% das respostas <strong> <a title="Marketing Educacional" href="http://www.tcexp.com.br/novo/contato" target="_blank">Para agendar uma apresentação dessa pesquisa ne sua Instituição e entender mais sobre Marketing Digital clique aqui.</a></strong></p>
<p>Nesse sentido é importante compreender que a Carreira não é construída apenas pelo capital Humano (conhecimento e quanto se sabe – foco central da atividade das Instituições de Ensino Superior), mas também pelo Capital Social (quem se conhece) e Capital Econômico (o quanto se possui de recursos financeiros). Alguns dos autores mais renomados afirmam que uma boa equalização dessas forças é fundamental para a construção do sucesso profissional. Cada vez mais não basta o foco verticalizado na formação do Capital Humano, apenas. As escolas precisam direcionar um esforço para a formação na construção do Capital Social.</p>
<p><a href="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Capitais_Marketing_Educacional.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-4542" title="Capitais_Marketing_Educacional" src="http://www.tcexp.com.br/novo/wp-content/uploads/2011/11/Capitais_Marketing_Educacional.gif" alt="Marketing_Educacional" width="162" height="116" /></a></p>
<p>Para isso existem no mercado empresas com soluções e palestras sobre o Uso Profissional de Redes Sociais, que objetivam qualificar o uso dessas ferramentas alinhando-as as atividades da sala de aula e a vida profissional dos alunos.</p>
<p>Afinal, de acordo com uma pesquisa realizada pela Reppler, uma consultoria especializada em gerenciamento de imagens nas mídias sociais, 69% dos recrutadores norte-americanos já rejeitaram um candidato devido a informações nos perfis de redes sociais como Facebook, LinkedIn e Twitter. A empresa entrevistou 300 profissionais de RH.</p>
<p>O estudo afirma que mentir sobre as qualificações é a principal razão pela qual os recrutadores desistiram de contratar o candidato, seguida de postagem de fotos e comentários inapropriados, como frases negativas a respeito do antigo chefe, por exemplo. A falta de habilidade em se comunicar nas redes sociais também faz parte do ranking.</p>
<p>Não é de se espantar, posto que as Redes Sociais são uma revolução social recente, e as pessoas não foram formadas para agir com ética e bom senso nesse ecossistema.<strong></strong></p>
<p>Segundo a empresa, o monitoramento do conteúdo compartilhado nas redes sociais deve ser constante, já que um bom perfil pode garantir uma contratação. A pesquisa aponta que 68% dos ouvidos já contrataram um profissional devido à boa imagem passada em suas contas.</p>
<p>Outras razões que levaram os recrutadores a contratar após a análise dos perfis nas mídias sociais são:</p>
<p>- criatividade;</p>
<p>- boa comunicação;</p>
<p>- boas referências;</p>
<p>- prêmios recebidos pelo candidato;</p>
<p>- qualificações profissionais;</p>
<p>- currículo incluso no perfil;</p>
<p>A maioria dos recrutadores recorre às redes sociais no começo da seleção: 47% afirmaram que, após o recebimento do currículo, realizam uma pesquisa através dos links fornecidos pelos candidatos. O Facebook é utilizado por 73% dos entrevistados, enquanto 53% preferem o Twitter e 48% o Linked In.</p>
<p>Para solicitar uma apresentação de &#8220;como organizar uma Semana de Redes Sociais&#8221; na sua Instituição <a title="Marketing Educacional" href="http://www.tcexp.com.br/novo/contato/" target="_blank">CLIQUE AQUI</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>A pesquisa definitiva do Google sobre Marketing Educacional on line</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/11/12/marketing-educacional-69/</link>
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		<pubDate>Sat, 12 Nov 2011 05:10:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[A Google Think recentemente lançou uma série de estudos sobre tendências de busca verticalizadas por países e segmentos da economia. As conclusões sobre as tendências de busca por Instituições de Ensino rompem paradigmas do Marketing Educacional. O estudo abaixo foi realizado no mercado dos Estados Unidos. Para ter acesso ao estudo sobre Instituições de Ensino... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2011/11/12/marketing-educacional-69/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Google Think recentemente lançou uma série de estudos sobre tendências de busca verticalizadas por países e segmentos da economia. As conclusões sobre as tendências de busca por Instituições de Ensino rompem paradigmas do Marketing Educacional.<br />
O estudo abaixo foi realizado no mercado dos Estados Unidos. <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/contato/" title="Marketing Educacional" target="_blank">Para ter acesso ao estudo sobre Instituições de Ensino Brasileiras clique aqui.</a></p>
<p><iframe width="700" height="600" src="http://docs.google.com/gview?url=http://www.thinkwithgoogle.com/insights/uploads/19646/&#038;embedded=true" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>CRM + SMS. A sincronização com foco na cobrança da inadimplência.</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Nov 2011 22:17:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[CRM]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil faz parte do seleto grupo de países com uma relação acima de um celular por habitante. Precisamente, dados da Anatel indicam que o país terminou Set/11 com 227 milhões de aparelhos (uma densidade de 116,51 cel/100 hab). Estatisticamente cada brasileiro possui seu dispositivo de telefonia. As médias maquiam a realidade, na qual essa... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2011/11/15/marketing-educacional-72/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil faz parte do seleto grupo de países com uma relação acima de um celular por habitante. Precisamente, dados da Anatel indicam que o país terminou Set/11 com 227 milhões de aparelhos (uma densidade de 116,51 cel/100 hab).<br />
Estatisticamente cada brasileiro possui seu dispositivo de telefonia. As médias maquiam a realidade, na qual essa tecnologia tem uma penetração menor em classes econômicas importantes do país (D e E). Por outro lado entre a comunidade do Ensino Superior (dado que qualquer gestor de marketing educacional conhece) essa penetração tende a ser absoluta. E mais: os universitários são usuários pesados dessa mídia.<br />
O celular é a primeira coisa que olham ao acordar e a última que conferem antes de dormir. No meio tempo, esses aparelhos estão ao alcance dos braços em 80% do dia; 92% dos usuários não conseguem passar 24 horas sem utilizá-lo e 84% não saem de casa sem ele.<br />
E o uso mais eficiente, direto e econômico (se comparado com a voz, postagens, e-mails e demais formas de comunicação por meio desses dispositivos móveis), são as mensagens curtas por texto (o SMS de short message service, em inglês).<br />
O SMS é uma solução com resposta imediata e eficiente. Se comparada ao e-mail, 89,1% dos e-mails são SPAM, que não chegam a serem lidos pelos usuários, (União Internacional de Telecomunicações), em contrapartida, 94% dos SMS recebidos são lidos (Fonte: Enpocket).<br />
Essa comunicação, no entanto, deve ser estratégica e deve privilegiar mensagens específicas para não estressar e desgastar o canal.<br />
Um dos usos mais indicados é para convites, recrutamentos e avisos. E a ferramenta de disparos deve – obrigatoriamente – estar sincronizada a um programa de CRM, para gerar os resultados esperados.<br />
Um estudo feito pelo Acsion em 2010 mostra que 79,1% dos entrevistados estão dispostos a receber mensagens via celular, desde que sua privacidade seja respeitada.</p>
<p>Isso comprova a eficácia da ferramenta e a aceitação por parte dos usuários que não demonstram rejeição, contribuindo para sua efetividade – especificamente – nos processos financeiros, entre eles os de cobrança.</p>
<p>Segundo dados do Instituto Geoc (Gestão de Excelência Operacional em Cobranças), no caso das cobranças, entre 2010 e 2011 houve uma queda de 166% na utilização dos correios pelas principais empresas de recuperação de créditos, por conta da popularização dos serviços de SMS, cujo uso dobrou no mesmo período.</p>
<p>Este ano, as principais empresas de cobrança do Brasil enviaram, mensalmente, mais de 6 milhões de torpedos SMS e 1,5 milhão de cartas destinadas a consumidores de todo o país, solicitando a quitação de débitos.<br />
Em 2010, no entanto, a situação era outra, com as cartas sendo o recurso mais utilizado para tal fim. Foram 4 milhões de cartas contra 3 milhões de torpedos enviados por mês.</p>
<p><a title="Marketing Educacional" href="http://www.tcexp.com.br/novo/contato/" target="_blank">Para entender como utilizar essa ferramenta de forma eficiente em sua instituição de ensino, clique aqui.<br />
</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Relatório de Webmarketing aponta tendências para o marketing digital.</title>
		<link>http://www.tcexp.com.br/novo/2011/11/17/marketing_educacional-32/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 19:43:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[CRM]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing_Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[O marketing digital compreende as áreas de Search Engine Optimization (SEO), Pay-Per-Click(PPC) e Social Media Marketing. Uma recente pesquisa realizada com executivos nos Estados Unidos apontou algumas tendências relevantes para esse campo, cada vez mais crítico do Marketing Educacional. De forma geral o uso dessas ferramentas vem aumentando naquele mercado (e no brasileiro, como pesquisas nacionais... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2011/11/17/marketing_educacional-32/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O marketing digital compreende as áreas de Search Engine Optimization (SEO), Pay-Per-Click(PPC) e Social Media Marketing. Uma recente pesquisa realizada com executivos nos Estados Unidos apontou algumas tendências relevantes para esse campo, cada vez mais crítico do Marketing Educacional. De forma geral o uso dessas ferramentas vem aumentando naquele mercado (e no brasileiro, como pesquisas nacionais sistematicamente apontam).</p>
<p>Especificamente, para as empresas de B2C (orientadas ao cliente), 25% delas afirmam que as ações em Midias Sociais são aquelas que causam maior impacto na sua geração de leads qualificados. Para saber como <a title="Marketing Educacional" href="http://www.tcexp.com.br/novo/contato/" target="_blank">captar alunos em Redes Sociais clique aqui</a> . Enquanto a Otimização de Portais para Mecanismos de Busca (o SEO da expressão em inglês acima), responde por 41% da geração de leads e os links patrocinados 34%.</p>
<p>Essas empresas entendem que os programas de Marketing Digital servem para gerar vendas (40%),  Gerar Leads (23%), gerar tráfego no site (17%) e gerar lembrança de marca (17%).</p>
<p>Os principais indicadores utilizado para mensurar os resultados dessas estratégias são tráfego no site (80%), vendas (68%),   aumento nos cliques (68%), entre outras.</p>
<p>Afirmaram, ainda, que o Facebook é a rede social onde suas marcas estão mais ativas (75%), seguido pelo Twitter (8%) e do Linked In (6%). O Facebook já gerou leads para 73% dos usuários, o Linked In para 12% e o Twitter para 40%. Na direção contrária, ainda, 23% jamais tiveram um lead gerado por meio de Redes Sociais. Essas informações apenas são levantadas por meio do uso de um software de CRM. Para saber como sincronizar um CRM com as Redes Sociais em sua Instituição de Ensino, <a title="Marketing Educacional" href="http://www.tcexp.com.br/novo/contato/" target="_blank">clique aqui!</a></p>
<p>No final do Funil de Vendas, na perspectiva de CRM, ainda, 41% fecharam a venda com os links gerados peFacebook, 21% com aqueles oriundos do Linked In e 20% com os provenientes do Twitter.</p>
<div id="__ss_10070874" style="width: 425px;"><strong style="display: block; margin: 12px 0 4px;"><a title="Webmarketing123 digital marketing-report-2011" href="http://www.slideshare.net/ecommercenews/webmarketing123-digital-marketingreport2011" target="_blank">Webmarketing123 digital marketing-report-2011</a></strong> <iframe src="http://www.slideshare.net/slideshow/embed_code/10070874" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" width="425" height="355"></iframe></div>
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		<title>&#8220;Brasil gasta o triplo com preso do que com aluno universitário&#8221; (NE: poderia ser 6x)</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 04:20:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Villas Boas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inteligência de Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing_Educacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Nota do Editor: O Globo publicou uma bela reportagem comparando o custo de um aluno universitário com presidiário. Um excelente exercício de estatística. Faltou, no entanto, as inferências necessárias sobre O CUSTO DO ALUNO UNIVERSITÁRIO no sistema publico brasileiro. Uma aberração estatística onde o CUSTO MENSAL de um estudante orbita em R$ 1.250,00, em um... <a href="http://www.tcexp.com.br/novo/2011/11/22/marketing_educacional-33/" class="readmore  small "><span></span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nota do Editor: O Globo publicou uma bela reportagem comparando o custo de um aluno universitário com presidiário. Um excelente exercício de estatística. Faltou, no entanto, as inferências necessárias sobre O CUSTO DO ALUNO UNIVERSITÁRIO no sistema publico brasileiro. Uma aberração estatística onde o CUSTO MENSAL de um estudante orbita em R$ 1.250,00, em um contexto de milhões de vagas ociosas o Ensino Superior, e um ticket médio de R$ 400,00 nessas organizações. Se o governo brasileiro terceirizasse &#8211; como faz em outras áreas da administração pública &#8211; essa gestão, COMPRANDO A OCIOSIDADE DO ENSINO SUPERIOR, um aluno universitário do sistema publico, se multiplicaria por mais de 3. Após o desabafo, segue a matéria &#8211; excelente leitura para o gestor de Marketing Educacional.</strong></p>
<p>Abaixo a reportagem:</p>
<p>Enquanto o país investe mais de R$ 40 mil por ano em cada preso em um presídio federal, gasta uma média de R$ 15 mil anualmente com cada aluno do ensino superior — cerca de um terço do valor gasto com os detentos. Já na comparação entre detentos de presídios estaduais, onde está a maior parte da população carcerária, e alunos do ensino médio (nível de ensino a cargo dos governos estaduais), a distância é ainda maior: são gastos, em média, R$ 21 mil por ano com cada preso — nove vezes mais do que o gasto por aluno no ensino médio por ano, R$ 2,3 mil. Para pesquisadores tanto de segurança pública quanto de educação, o contraste de investimentos explicita dois problemas centrais na condução desses setores no país: o baixo valor investido na educação e a ineficiência do gasto com o sistema prisional.<br />
Apenas considerando as matrículas atuais, o chamado investimento público direto por aluno no país deveria ser hoje, no mínimo, de 40% a 50% maior, aponta a Campanha Nacional pelo Direito à Educação, que desenvolveu um cálculo, chamado custo aluno-qualidade, considerando gastos (de salário do magistério a equipamentos) para uma oferta de ensino de qualidade.<br />
— Para garantir a realização de todas as metas do Plano Nacional de Educação que está tramitando no Congresso, seriam necessários R$ 327 bilhões por ano, o que dobra o investimento em educação — afirma Daniel Cara, coordenador da campanha.<br />
　<br />
Verbas minguadas para educação<br />
　<br />
Para Cara, não seria o caso de falar em sobreinvestimento no preso, &#8220;até porque vemos como é precária a situação das penitenciárias brasileiras&#8221;, e porque, lembra ele, a prisão é uma &#8220;instituição total, o preso vive lá&#8221;:<br />
— Mas há, sem dúvida, subinvestimento em educação. O que é mais grave se considerarmos que, nos direitos sociais, a educação é o que abre as portas para os outros direitos. A violência não vem pela pobreza, vem pela desigualdade. Por isso, um investimento maior no conjunto dos direitos sociais, e aí se inclui a educação, poderia diminuir a despesa com segurança.<br />
O gasto com educação poderia melhorar com maior foco na aprendizagem, destaca Mozart Neves Ramos, do Todos pela Educação e do Conselho Nacional de Educação (CNE):<br />
— É verdade que o Brasil ainda investe pouco na educação básica, e mais dinheiro é fundamental. No entanto, é necessário que a verba chegue à escola e que seja mais bem aplicada. Melhorar a eficiência da gestão dos recursos é importantíssimo. Uma boa gestão pode criar uma escola motivadora. E um aluno que tem sucesso escolar raramente abandona a escola e está mais longe de ser preso.<br />
— Minha mãe, que está presa há três meses, estudou só até a 2 série. Eu acredito que ela está presa também por conta do pouco conhecimento que tem. Nunca soube que carreira seguir, nunca teve um ensino que a fizesse ter alguma perspectiva — diz Debora Magalhães, filha de Vitânia, presa por tráfico de drogas em Bangu.<br />
Secretário estadual de Educação do Rio, Wilson Risolia diz que o país está preferindo &#8220;gastar mais com o sinistro do que com o seguro&#8221;:<br />
— É uma irracionalidade, um passivo que o Estado precisa resolver. Nos países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o custo por aluno no nível superior é cerca de três vezes maior do que na educação básica. No Brasil, é bem maior (mais de seis vezes). Mas não é suficiente aumentar o gasto, é preciso melhorar a qualidade. No Rio, fizemos uma recontagem de alunos e vimos que havia 120 mil que, apesar de constarem na base de dados, não eram mais da rede. A verba era passada para alunos que não existiam; um número X de provas ia para o colégio, e parte era jogada no lixo, por exemplo. Corrigindo, foram R$ 111 milhões alocados em outros lugares.<br />
Apesar de a diferença entre o custo do aluno universitário e o do preso em presídios federais ser menor, ela é o que choca, diz o sociólogo Michel Misse, professor da UFRJ:<br />
— Esse é um dado impressionante, porque o custo de um universitário, pelos gastos que uma universidade deve ter com pesquisa, deveria ser bem maior. É o custo de você formar um cientista, um médico, um engenheiro — afirma Misse, para quem, porém, não se deve pensar que uma prisão custe pouco. — O preso mora lá, e um aluno não mora na escola. O problema é analisar o gasto que se tem em relação às condições dos presídios.<br />
Presidente do Conselho Nacional de Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Administração Penitenciária (Consej), Carlos Lélio Lauria Ferreira diz que quanto mais baixo o custo com o preso, piores as condições:<br />
— O preço varia de acordo com o tratamento. Se o valor é baixo, desconfie. A alimentação pode ser lavagem. No Brasil, a média de custo de um preso num presídio estadual é de R$ 1,7 mil por mês. Mas nessa conta não está incluído o custo social e previdenciário. No presídio federal, o custo é mais elevado. O aparato tecnológico é caro, os salários dos servidores são mais altos e o número de agentes por preso é maior. Graças a isso, o país não gasta menos de 7 mil por preso ao mês.<br />
— Apesar de investirmos tanto, as condições de regenerar alguém são mínimas. A pessoa é, na maioria das vezes, submetida a condições que a torna pior. É como se negássemos outra oportunidade — conclui Mozart.</p>
<p>Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/educacao/brasil-gasta-com-presos-quase-triplo-do-custo-por-aluno-3283167#ixzz1eP6sQ1nr<br />
© 1996 &#8211; 2011. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização. </p>
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